Frases de rock

Considero a religião como um brinquedo infantil, e acho que o único pecado é a ignorância.

Pense grande a respeito de si mesmo, e o mundo achará que você é aquilo que pensa.

Ensinar é aprender duas vezes.

A estupidez humana é a única coisa que dá uma ideia do infinito.

Duvidar de si mesmo é o primeiro sinal da inteligência.

A origem de toda a angústia é a de ter perdido o contato com a verdade.

Aquele que se recusa a abraçar uma oportunidade única perde o prêmio tão seguramente como se tivesse falhado.

Existe um mito de que tempo é dinheiro. Na realidade, tempo é mais precioso que dinheiro. É um recurso não renovável. Uma vez que você o gasta, e se você o usou mal, ele se foi para sempre.

O negócio pode trazer dinheiro, mas a amizade raramente o faz.

Deus é o perfeito poeta, / que atua nas suas próprias criações.

Um dos maiores travões aos delitos não é a crueldade das penas, mas a sua infalibilidade (...) A certeza de um castigo, mesmo moderado, causará sempre impressão mais intensa que o temor de outro mais severo, aliado à esperança de impunidade.

O dinheiro não faz a felicidade. Um homem com 10 milhões de dólares não é mais feliz do que o que possui 9.

O difícil não é estar com os amigos quando têm razão, mas quando estão errados.

Meus filhos discordavam de mim toda hora, graças a Deus! Eu não punha objeções nenhumas a que fossem desobedientes. Os pais deviam lembrar-se de que, além de serem pais, são também o osso em que o cachorrinho pode afiar os dentes.

Onde não estamos é que estamos bem. Já não estamos no passado, e então ele parece-nos belíssimo.

A inteligência é feita por um terço de instinto - um terço de memória - e o último terço de vontade.

De vez em quando você tem que fazer uma pausa e visitar a si mesmo.

Há pessoas que a gente gostaria muito de largar, mas por quem não gostaria de ser largado.

O problema do nosso tempo é que o futuro não é o que costumava ser.

Paul Valéry

Nota: A citação também pode ser atribuída aos poetas Laura Riding e Robert Graves, encontrada no artigo From a Private Correspondence on Reality, publicado em 1937 no jornal "Epilogue". O poeta francês Paul Valéry também escreveu a expressão em 1937.

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Até prova em contrário, todas as coisas são possíveis - e mesmo o impossível talvez o seja apenas nesse momento.

Pearl S. Buck
BUCK, P., A Bridge for Passing, 1962