A publicidade, ao longo do tempo, expandiu seu escopo, ultrapassando necessidades e utilidades para abarcar felicidade, vaidade, rivalidade, futilidade, juventude, vontade, ansiedade, subjetividade, identidade, liberdade, diversidade...
"Aquele que mais se sente abandonado não clama por socorro de forma ostensiva. Em seu coração, ele deseja mentiras sinceras e gestos que, mesmo que momentâneos, o ajudem a escapar da solidão"
"É desolador perceber que, por mais que eu me aprofunde nos estudos, continuo sendo um analfabeto emocional, incapaz de decifrar a minha própria alma."