Frases de Pessoas Revoltadas com o Amor
SER PAI É COMO MATEMÁTICA..
É multiplicar o elogio, o carinho, o amor e dedicação. É ser cristão e dividir o pão.
É subtrair do seu filho, o desgosto, a saudade, o medo e a solidão.
É somar momentos de alegria que jamais serão esquecidos por ele.
Ser pai é somar, dividir, subtrair e multiplicar
Ser pai é amar.
Hoje não escrevo sobre nada,
nem amor,
nem paixão, muito menos
mulheres.
Ainda que não escrevo hoje,
escrevi ontem
e provavelmente escreverei,
amanhã.
Se ele chegar.
Sempre chega,
de algum modo ou de outro
ele virá.
Talvez não pra mim,
mas pra você
que estás a ler,
meu poema de hoje.
Eu pensei que o amor estava nas drogas
Mas quanto mais eu usava, mais me era tirado
E eu nunca usava o suficiente
Eu pensei que o amor estava no palco
Entrega-se a estranhos
Você não precisa ter medo
Então ele tenta encontrar um lar
Com pessoas ou quando estou sozinha
Fragmentada e encarando o seu telefone
tantas estrelas sangram no peito,
tentei sentir teu amor,
seus jogos me deixaram na loucura,
criei tantas ilusões...
a noite caiu ninguém sabe...
o quanto desejei ter seus desejos.
navegue pela madruga
perca sua inocência,
descobrindo que o amor foi uma noite,
mergulhe tão fundo que pode esquecer da vida.
Tristeza da minha vida, Minha doce frieza,
Vida tanto amor, Perdido no tempo,
Cruel atroz paixão, solidão partida,
Momentaneamente um fria briza de um olhar sem fim,
Deparo - me com um som peculiar de minha alma...
Brando sentimento, aparece no vazio,
Procuro um sentido, apenas mais um amanhecer,
No vago destino do meu coração.
nada tem contexto,
pois não tem amor,
não tem um paradigma para que me ame,
do além diga que me adora e me joga fora...
para aonde olhe sempre terá um pouco de você.
olho o horizonte que está morrendo tão perto de você,
que penso até em chorar e acabo rindo porquê?
tudo não passa de um sonho bom.
dia dos namorados
horizonte amor sempre,
relatos ardi-o
supremos flagelos deposto...
nos marcos desgosto,
amplitude doce amor...
sem a escuridão
deitado face a face
trágico te amo...
como amor de um cadáver...
tudo está sombrio
meus desejos são pesadelos...
dos quais o amor se dilui...
nos traços eternos...
julgo expressivo solidão.
Ser do meu profundo,
Angustiante amor,
Porque doí viver,
Das tortura que comprime.
Sempre a solidão,
Terror nas horas que passam...
Todos sonhos deixados
Por mais um tempo,
O desejo desdem o último momento,
Tristeza sorrateira,
Horizonte sem minha alma,
Dores infinitas neste amor abruto.
Amor eterno amor
decepção agonizante
fruto do bem querer
maldizente
recluso
teor meu amor
a deixo vagante
entre as flores
da eterna escuridão
pré-faço
escolha meu destino
a separo no profundo
do meu coração frio
assolado na devastação
do teu amor
eterno sempre para ti
gloriosa forma do meu amor.
Não há um tempo para nós...
Para viver para sempre,
O amor ser escrito no profundo
De nossos corações seria parábolas...
Então não existiria o tempo,
Seria uma parte de nossas almas...
Para que viver se ainda um sonho...
Me pergunto porquê?
Tudo perderia o sentido...Pois,
O dia não teria a noite...
E as madrugadas seriam imaginarias.
pobre anjo...
que acreditou no teu amor...
caindo para morte...
aos laços da noite,
sobre o sangue,
a paixão que tanto desejou,
em devaneios de sangue,
tudo é um paradigma,
no parador do dogma...
o paraíso dos céus,
até o luar dominou
tuas ultimas palavras,
em teus olhos escuros,
a vida terminou...
são seis horas desejo um sentimento trágico,
te amo, mas sou um vampiro sedento por te amor,
agora sabe sou um demônio que já foi um anjo,
as chamas consome teu corpo enquanto beijo teu coração,
sobre um sonho que vida deixou amanhecer...
reflito e há tua imagem reflete meus desejos mais insanos.
ola, não tenho dinheiro
não tenho um amor,
tentei mentir aprendi a chorar,
quando disse que tinha mais um dia,
a musica tocou de fundo,
e ninguém te disse que não ia sofrer,
diga podemos nos diverti,
nas escuras noites quem quer saber,
mais uns beijos e morremos para o mundo.
dedico a Nina Simone...
celso roberto nadilo
somos pais e filhos
no ardor da escuridão
amarga com fel
suposto do amor,
deferir sentimentos,
sempre opostos
num mar de secura
banhado de lagrimas,
sobras em sombras
terradoras na sombria,
a face do medo que
se embrenha... por mais
desdenha está sensação...
nas profundezas da alma...
Amor cântico da alma
de repente foste meu coração
para minha vida a eternidade,
de tantos momentos,
para o quais ressenti
que tudo que existe foi um sonho
em murmúrios austeros
deflagam suas flagelos
perdido em um mar de ilusões.
sendo o paradoxo
dos céus meramente um fato
que se passou diante teus olhos.
Anjos mortos...
Desde então julgo ter o amor.
Sou luz do amanhã...
Respiro entre os mortos.
Separo cada momento em tua perdição.
Sua luxúria em teu corpo...
Safadeza pura nudez.
Orgulho decepção.
Momentaneamente a morte.
Cobiça emprigrinada na tua pele.
Mentira e sedução...
Do teu corpo e teu coração.
Chorei
Chorei muito
Meu coração está de luto
Parece cair o meu mundo.
Se o amor fosse suficiente
A solidão estaria ausente
Não te faria sofrer
Não desejaria morrer.
Sinto falta do que não vivi
Me culpo por não permitir
Era medo da cabeça aos pés,
Agora deixo de ser.
Sou a ausência.
Sou o amor sentido
Mas nunca vivido.
Sob a veste da falácia de um amor sem drama,
Fui enroscando-me rapidamente nas teias de tua trama.
Sob um luto ainda termal, andei insólito, certo da isolação,
Mas em teus olhos encontrei a verdade sobre a mentira
Que um dia eu ouvira que feliz é quem se torna amigo da solidão.
@CarvalhoEscrito
alegorias...
criativas,
aulas particulares,
num estranho instante o conflito do amor...
se examina a opera do prazer
explicando uma piada que vento levou...
o vento encanta a sensação
abuso de tantos julgamentos a moral,
dos bons costumes...
obsessão radical,
vassaladora resoluta,
maravilhas da ninfomaníaca,
.
Serei seu amigo e nada mais então presumo que o amor morreu e que a vida nunca existiu diante ao seu amor.
Sendo vivido para sempre clamo por seu amor.
E serei mais uma página vazia em tua vida...
Me despedi cada momento dessa vida.
Apenas o que quis foi te amar mais um pouco antes de morrer aos poucos por te amar.
