Há, sim, um jeito de nos defendermos da “injusta agressão” recorrendo aos livros: mirando direitinho em nossa consciência e disparando Rajadas deles, recheadas de incentivos em nossas crianças.
O Justo, por possuir uma mentalidade de justiça, compreende a situação do injusto e busca ajudá-lo. Enquanto o injusto, preso em seus próprios preconceitos e egoísmo, não é capaz de sentir compaixão pelo Justo.