Frases de grandes autores que inspiram grandes ideias

Como somos crianças! Que valor damos a um olhar! Ah! Como somos crianças...

Um bom poema não é aquele que você lê, é aquele que lê você.

Nada me explica. Nada me pertence
E sobre tudo a lua alheia verte
A luz que tudo dissipa e nada vence.

⁠O grande problema do nosso sistema democrático é que permite fazer coisas nada democráticas democraticamente

O amor é uma amostra mortal da imortalidade.

Fernando Pessoa
Aforismos e afins. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

A liberdade começa onde acaba a ignorância.

Eu, no fundo, não invento nada. Sou apenas alguém que se limita a levantar uma pedra e a pôr à vista o que está por baixo. Não é minha culpa se de vez em quando me saem monstros.

É o amor. Terei de me esconder ou de fugir.

Ser solitário para ser sincero e puro na alma. O homem ente coletivo - é um ser corrupto.

“Quando eu quis
tirar a máscara
ela estava pregada à cara.
Quando enfim tirei
e me vi no espelho
já tinha envelhecido muito”.
(Mar Português)

Antes, todos os caminhos iam.
Agora todos os caminhos vêm.
A casa é acolhedora, os livros poucos.
E eu mesmo preparo o chá para os fantasmas.

A timidez é o mais vulgar de todos os fenômenos. O que há de mais vulgar em todos nós é termos medo de sermos ridículos…

Fernando Pessoa
Aforismos e afins. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

Há derrotas que têm mais dignidade do que a própria vitória.

Em rigor, não tomamos decisões, são as decisões que nos tomam a nós.

José Saramago
Obra: Todos os nomes

Não se percebeu ainda que o instinto serve melhor aos animais do que a razão serve ao homem.

Quanto ao resto, ladies e gentlemen, eu me calo. Só não conto qual é o segredo da vida porque ainda não aprendi. Mas um dia eu serei o segredo da vida. Cada um de nós é o segredo da vida e um é o outro e outro é um.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Nunca terá sido perdido o dia em que fomos contemplados, ao menos, com um bom conselho.

O pior momento de sua vida era nesse dia ao fim da tarde: caía em meditação inquieta, o vazio do seco domingo. Suspirava. Tinha saudade de quando era pequena – farofa seca – e pensava que fora feliz.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

O homem não está condenado à morte, está condenado a viver.

Às vezes soluciono os problemas deixando que eles me devorem.