Frases de grandes autores que inspiram grandes ideias

Ser rico significa depender de coisas que se possui e que se é obrigado a proteger da destruição, acumulando as posses e as novas dependências.

Nada se perde, tudo muda de dono.

Oh, o que sei, todos podem saber - meu coração, porém, somente a mim pertence.

É um impulso natural da humanidade o querer tocar o que nos fere os sentidos. Não é o que fazem as crianças? E eu?

E pela força da verdade, eu, enquanto vivo, conquistei o universo.

O amor tem frequentemente o rosto da violência.

"basta-me o que tenho agora, estar aqui deitada, sem nenhum futuro"

E entre as nossas cidades separadas
as noites, uma a uma,
se juntam à noite que nos une.

É como se você estivesse pegando fogo por dentro.
A lua vive no forro de sua pele.

O homem de bom senso jamais comete uma loucura de pouca importância.

Nossos sentidos nunca nos enganam; nossos julgamentos, sim.

... ele gosta mais da minha inteligência e dos meus talentos que do meu coração, o qual, todavia, é a única coisa de que me envaideço: fonte da minha força, da minha felicidade e de todo o meu sofrimento. Ah! O que sei, todos podem saber, meu coração, porém, só amim pertence.

Há horas em que não se quer ter sentimentos.

Clarice Lispector
Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto A menor mulher do mundo.

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Louco é quem não procura ser feliz.

A miséria das classes baixas é sempre maior que o espírito de fraternidade das classes altas.

Assim como lavamos o corpo deveríamos lavar o destino, mudar de vida como mudamos de roupa — não para salvar a vida, como comemos e dormimos, mas por aquele respeito alheio por nós mesmos, a que propriamente chamamos asseio.

Fernando Pessoa
Livro do Desassossego

"Aquilo que, creio, produz em mim o sentimento profundo, em que vivo, de incongruência com os outros, é que a maioria pensa com a sensibilidade, e eu sinto com o pensamento."

(...) até que um dia, por astúcia ou acaso, depois de quase todos os enganos, ela descobriu a porta do labirinto. (...) nada de ir tateando os muros como um cego. Nada de muros. Seus passos tinham - enfim! – a liberdade de traçar seus próprios labirintos.

(...) às vezes me parece que estou perdendo tempo, às vezes me parece que pelo contrário, não há modo mais perfeito, embora inquieto, de usar o tempo: o de te esperar.

Clarice Lispector
Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Trago as grades dentro de mim.