Frases de Fernando Pessoa meio Ambiente

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Ame o próximo como se fosse a sexta-feira.

Felizes os que encontram no fim da vida alguém que lhes diga: Você não serve para nada, mas eu não sei viver sem você!

Porque é tamanha bem-aventurança
O dar-vos quanto tenho e quanto posso,
Que, quanto mais vos pago, mais vos devo.

Luís de Camões

Nota: Trecho de soneto de Luís de Camões

(...) quando percebi que eu sou poetisa fiquei triste porque o excesso de
imaginação era demasiado.

O amor é uma fruta de todas as estações.

O amor é equação onde prevalece a multiplicação do perdão.

Não é preciso uma verdade nova, uma aventura, para encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno.

Que todos os caminhos me encaminham pra você

Vinicius de Moraes
Livro das letras

Nota: Trecho da música "Eu não existo sem você"

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Se não pudermos ser bons o tempo todo, sejamos ao menos bem intencionados…

Ela não o amava. Só odiava ser esquecida.

Temos o direito de ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito de ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades.

Aqueles que abandonaram a esperança e não querem mais lutar só os resta esperar a morte.

Quando olhares o céu de noite, porque habitarei numa delas, porque numa delas esterei rindo, então será como se todas as estrelas te rissem! E tu terás estrelas que sabem rir!

Quando eu lembro
Você sorrindo
Não há mais nada, nada mais lindo

Tribo de Jah

Nota: Trecho da canção Morena raiz.

Todo trabalho é nobre, desde que é livre, honesto e inteligente;

Perdi-me dentro de mim
Porque eu era labirinto,
E hoje, quando me sinto,
É com saudades de mim.
[...]

Como se chora um amante,
Assim me choro a mim mesmo:
Eu fui amante inconstante
Que se traiu a si mesmo

Eu sou um velho moço

Talvez as pessoas mais fáceis de se apaixonar são aqueles sobre os quais não sabemos nada.

"Eu sou o fantasma de seus natais passados."

A tarefa mais lídima da poesia é a
de equivocar o sentido das palavras

Manoel de Barros
BARROS, M. Ensaios fotográficos. Rio de Janeiro: Editora Record, 2000.