Nas chuva de confete deixo a minha dor,
Solidão bate no peito mais vou ignorar,
Estou em uma multidão de eu tentando te encontrar,
A desilusão mostra o que tem pra me dar.
Talvez eu seja mais um desses capengas da solidão.
Sorriso no bolso, cachaça na mão.
Cabeça vazia, asas no chão.
Gosto da crise e do destaque, corroído sou pela própria distração.
Às vezes ficamos tão sozinhos, que a solidão já não importa tanto, ela já faz parte de nós, aprendemos a conviver com ela e a suportá-la, não porque queremos ser assim, mas as vezes é única forma que temos de seguir em frente e não desistir.
Eu sinto tanto que não sinto nada
Me corroí , me afundei
Adentrei-me em uma solidão
Porque eu te amo tanto
Que te guardei no meu coração
Que não aceita ninguém
E se desfaz nessa imensidão .
Estou surtando.
Acho que é a solidão.
Tem vezes que pega no fundo,
destrói, remói e reconstrói.
E nessa tortura depravada,
vou me perdendo ao longo dessa estrada.