Toda mulher tem o dom da liberdade, sempre buscando libertar a alma quando aprisionada.
A mulher sangra, mas tem o poder divino da cicatrização.
Toda mulher tem um pouco da Clarice (Lispector) dentro de si: forte, intensa, determinada, estranha, misteriosa e com muitas, muitas epifanias...
Assim como os olhos são as janelas da alma, cada um nos vê conforme o estado dela. Por essa razão, devemos iluminá-la com o amor que vem de Deus, para que, ao olharmos ao nosso redor, possamos ver com a ótica desse amor-perfeito.
Na noite escura da alma, a ansiedade dança com a incerteza, enquanto a empatia estende suas mãos para acalmar o coração aflito. Entre o medo e a compreensão, somos todos navegantes na mesma tempestade.