Frases de Bob Marley sobre Dor

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Rir de tudo é coisa de tontos, não rir de nada é coisa de estúpido.

Oh! Gritarei a verdade mesmo no meu silêncio.

O sândalo é o perfume das mulheres de Estambul,
e das huris do profeta; como as borboletas,
que se alimentam do mel, a mulher do Oriente
vive com as gotas dessa essência divina.

Professorinha ensinando à crianças; a adultos; ao povo;
toda a arte de ser, sem esconder o ser.


(Trecho de Drummond, no dia da morte de Leila)

O maior pecado, depois do pecado, é a publicação do pecado.

Machado de Assis
Quincas Borba (1891).

As lágrimas são tão contagiantes quanto o riso.

Para que vieste / Na minha janela / Meter o nariz? / Se foi por um verso / Não sou mais poeta / Ando tão feliz.

Mas não podes renegá-los, porque então é a ti que te renegas.

Amor é o que se aprende no limite,
depois de se arquivar toda a ciência herdada, ouvida.
Amor começa tarde.

que pode uma criatura senão,entre criaturas,amar?
Amar e esquecer,Amar,desamar,amar?
Sempre,e até de olhos vidrados,amar?...

Os senhores me desculpem, mas devido ao adiantado das horas eu me sinto anterior às fronteiras.

Nas praias desertas onde mar junta ciscos, para castiçal do inferno, o cão é melhor do que cristo.

O homem se entrega por inteiro e pela imaginação às coisas que não tem e que não conhece, nelas concentrando seu desejo e sua esperança.

Havia
uma palavra
no escuro.
Minúscula. Ignorada.
Martelava no escuro.
Martelava
no chão da água.

Do fundo do tempo,
martelava.
contra o muro.

Uma palavra.
No escuro.
Que me chamava.

Eugénio de Andrade
ANDRADE, E., Matéria Solar, 1980

Aprendi novas palavras e fiz outras mais bonitas "

Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido. Enlou-cresça.

O ciúme satisfez-se, mas o vingado estava louco.

Machado de Assis
O Alienista (1882).

O que conheço do amor é sua pressa.
De chegar e de partir.

Era uma vez um Mundo.

Oswald de Andrade
Andrade, O. Primeiro Caderno do Aluno de Poesia Oswald de Andrade, 1927

Um mal não é um mal para quem não o sente.