Frases de Autoria das Mulheres
"Que nada tire a delicadeza do seu sorriso
a pureza em seu olhar, a magia de uma alma
pura e contagiante. Que você possa ser sempre
esta garota forte, segura, e especial que encanta
todos os dias e deixa muito mais colorido no meu
mundo".
você acorda com aquele
sorriso bobo estampado
no rosto? Estou assim,
não sei bem o motivo
mais sei que não vou
desperdiçar esta felicidade
por nada. Estou me sentindo
tão bem.
Que este dia te traga paz, amor, alegria...
Que venha as alegrias, as surpresas, com sorrisos verdadeiros...
Que neste dia gostoso, com cheirinho de terra molhada, chuvinha refrescando o dia, possamos
nos refazer, reinventar para acolhermos as maravilhas que Deus preparou para nós...
Oração do dia
❝ ...Senhor abençoe nosso dia
me de a direção que tenho
que seguir, me de a coragem
para enfrentar meus desafios
e sabedoria para suportar as
cruzes diárias. Amem...❞
❝ ...Acordei assim me sentindo Leve
feliz e disposta para um novo dia.
Acordei com vontade de cantar e
realizar meus sonhos, sair sentir
o Sol sobre minha pele e deixar o
vento levar um beijo meu...❞
-------------------------------------27/02/15-Eliana Angel Wolf
❝ ...Uma nova semana se inicia, se grandes supressas
estão por vir não sei. Mas tenho a certeza de que
sera linda e abençoada por Deus. Ele já preparou
tudo. uma linda e abençoada semana...❞
❝ ...Já fui muito magoada, e como sofri.
Sempre fui uma pessoa de gênio difícil,
sensível, e isso as vezes me machuca
por ser tão entregue as emoções. Mas na
vida tudo se aprende, e estou aprendendo
a perdoar, a amar menos, a chorar menos
e a me valorizar mais...❞
❝ ...A mulher madura, ela é sábia e amorosa
em cada detalhe, ela anda em passos lentos,
como quem baila no ar. Ela é leveza e doçura
em cada palavra dita. Ela guarda em seu coração
seus desejos mais ocultos. E revela somente para
aquele que despir sua alma... ❞
Alguns, bem sei, já até me disseram, me acham perigosa, Mas também sou inocente. (...) Sei, e talvez só eu e alguns saibam, que se tenho perigo tenho também uma pureza. E ela só é perigosa para quem tem perigo dentro de si. (...) Às vezes a raiz do que é ruim é uma pureza que não pôde ser.
Agora me lembrei de uma coisa engraçada. Um amigo nosso em Argel achou a moça do restaurante muito bonitinha e perguntou-lhe se queria ir ao cinema com ele. Ela respondeu um pouco ofendida e muito digna: Pas moi, je suis vierge!
Não é tão engraçado? Ele disse que teve vontade de responder: C’est pas ma faute...
Sei que eu mesma não presto. Mas eu te digo: eu nasci para não me submeter; e se houver essa palavra, para submeter os outros. Não sei porque nasceu em mim desde sempre a ideia profunda de que sem ser a única nada é possível. Talvez minha forma de amor seja nunca amar senão as pessoas de quem eu nada queira esperar e ser amada.
O que estou sentindo agora é uma alegria. Através da barata viva estou entendendo que também eu sou o que é vivo. Ser vivo é um estágio muito alto, é alguma coisa que só agora alcancei. É um tal alto equilíbrio instável que sei que não vou poder ficar sabendo desse equilíbrio por muito tempo – a graça da paixão é curta.
Em vez de me obter com a fuga, vejo-me desamparada, solitária, jogada num cubículo sem dimensões, onde a luz e a sombra são fantasmas quietos. No meu interior encontro o silêncio procurado. Mas dele fico tão perdida de qualquer lembrança de algum ser humano e de mim mesma, que transformo essa impressão em certeza de solidão física.
Deus não deve ser pensado jamais senão Ele foge ou eu fujo. Deus deve ser ignorado e sentido. Então Ele age. Pergunto-me: por que Deus pede tanto que seja amado por nós? resposta possível: porque assim nós amamos a nós mesmos e em nos amando, nós nos perdoamos. E como precisamos de perdão. Porque a própria vida já vem mesclada ao erro.
Não sou uma coisa que agradece ter se transformado em outra. Sou uma mulher, sou uma pessoa, sou uma atenção, sou um corpo olhando pela janela. Assim como a chuva não é grata por não ser uma pedra. Ela é uma chuva. Talvez seja isso que se poderia chamar de estar vivo. Não mais que isto, mas isto: vivo. E apenas vivo é uma alegria mansa.
Agora eu conheço esse grande susto de estar viva, tendo como único amparo exatamente o desamparo de estar viva. De estar viva – senti – terei que fazer o meu motivo e tema. Com delicada curiosidade, atenta à fome e à própria atenção, passei então a comer delicadamente viva os pedaços de pão.
Era fina, enviesada – sabe como, não é? –, cheia de poder. Tão rápida e áspera nas conclusões, tão independente e amarga que da primeira vez em que falamos chamei-a de bruta! Imagine... Ela riu, depois ficou séria. Naquele tempo eu me punha a imaginar o que ela faria de noite. Porque parecia impossível que ela dormisse.
Quem sabe eu tive de algum modo pressa de viver logo tudo o que eu tivesse a viver para que me sobrasse tempo de... de viver sem fatos? de viver. Cumpri cedo os deveres de meus sentidos, tive cedo e rapidamente dores e alegrias – para ficar depressa livre do meu destino humano menor? e ficar livre para buscar a minha tragédia.
Eu queria escrever um livro. Mas onde estão as palavras? esgotaram-se os significados. Como surdos e mudos comunicamo-nos com as mãos. Eu queria que me dessem licença para eu escrever ao som harpejado e agreste a sucata da palavra. E prescindir de ser discursivo. Assim: poluição.
Escrevo ou não escrevo?
Porque a melhor frase, sempre ainda a mais jovem, era: a bondade me dá ânsias de vomitar. A bondade era morna e leve, cheirava a carne crua guardada há muito tempo. Sem apodrecer inteiramente apesar de tudo. Refrescavam-na de quando em quando, botavam um pouco de tempero, o suficiente para conservá-la um pedaço de carne morna e quieta.
