Frases de Autores Conhecidos

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Não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria.

Machado de Assis
Memórias póstumas de Brás Cubas (1881).

Dê um pouco de poesia à vida, mas não caia no romanesco; o romanesco é pérfido.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Mas a natureza não os fez um para o outro. São duas almas excelentes que seriam infelizes unidas.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

Que queres tu? É a eterna contradição humana.

Machado de Assis
ASSIS, M., A Igreja do Diabo

Com alguma paciência tudo se alcançará.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

Reflete que os movimentos do coração não estão nas mãos da vontade.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

⁠...a beleza passara, como um dia brilhante; restavam os ossos, que não emagrecem nunca.

Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia. Nacional, 1881

A emoção era doce e nova, mas a causa dela fugia-me, sem que eu a buscasse, nem suspeitasse.

Machado de Assis
ASSIS, M., Dom Casmurro

Curiosidade e gratidão; – veja se há duas asas mais próprias para arrojar uma alma no seio de outra alma, – ou de um abismo, que é às vezes a mesma coisa.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

Quem não for cavalheiro, que o pareça.

Machado de Assis

Nota: Trecho do conto O anel de polícrates.

Capitu temia a nossa separação, mas acabou aceitando este alvitre, que era o melhor.

Machado de Assis
Dom Casmurro

Seria certo que nenhum coração simpatizava com seus secretos infortúnios ou suas venturas solitárias?

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Uma noite não é bastante para decidir de todo o resto da vida.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

O sol estava encoberto e a manhã fresca.

A felicidade é isto mesmo; raro lhe sobra memória para as dores alheias.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

A asa do tempo leva tudo.

Machado de Assis
Helena (1876).

Nem tudo é claro na vida ou nos livros.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).

Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor.

Machado de Assis

Nota: Autoria não confirmada.

Há sonhos que deviam acabar na realidade do outro século.

Machado de Assis
Helena (1876).

E não refletiu só, devaneou também, soltando o pano todo a essa veleira escuna da imaginação, em que todos navegamos alguma vez na vida, quando nos cansa a terra firme e dura, e chama-nos o mar vasto e sem praias.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).