Frases de Amor para a Pessoa Amada

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O amor. Claro, o amor. Fogo e chamas por um ano, cinzas por trinta. Ele bem sabia o que era o amor.

O adultério é a curiosidade do amor e dos prazeres ilícitos.

Uma vida longa e intensa muito dificilmente se pode caracterizar por um único amor.

O amor é um rio onde as águas de dois ribeiros se misturam sem se confundir.

Nenhum homem viveu que tivesse suficiente / Gratidão de crianças e amor de mulher.

Quando se ouve um homem falar de seu amor por seu país, podem saber que ele espera ser pago por isto.

É mais vulgar ver um amor absoluto do que uma amizade perfeita.

O amor destrói. A amizade constrói.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, 1992

A ociosidade faz nascer o amor e, uma vez desperto, conserva-o. É a causa e o alimento deste mal delicioso.

A liberdade absoluta conquista-se pelo amor: só o amor liberta o homem da sua natureza e expulsa o animal e o demônio.

Retribui-se honra com honra e amor com amor.

O tempo, que fortalece as amizades, enfraquece o amor.

Sem o amor o homem é apenas um cadáver em férias.

A vida em abundância vem apenas através do amor.

O amor vive do pormenor e procede microscopicamente.

Não creio que possamos ajudar uma pessoa que não quer a nossa ajuda. (Alice)

Quando encontramos uma pessoa de que realmente gostamos, não podemos deixar de tratá-la bem. Não importa o que ela faça, continue amando ela. E por mais que doa, temos que ver que nem a pessoa que amamos é perfeita. Ela também comete erros.

Basta Pensar em Sentir

Basta pensar em sentir
Para sentir em pensar.
Meu coração faz sorrir
Meu coração a chorar.
Depois de parar de andar,
Depois de ficar e ir,
Hei de ser quem vai chegar
Para ser quem quer partir.

Viver é não conseguir.

Fernando Pessoa
Poesias Inéditas (1930-1935). Lisboa: Ática. 1955. (imp. 1990). p. 73

Todo o prazer é um vício, porque buscar o prazer é o que todos fazem na vida, e o único vício negro é fazer o que todos fazem.

Fernando Pessoa

Nota: Trecho do "Livro do Desassossego", de Fernando Pessoa (heterônimo Bernardo Soares). Link

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Se eu te pudesse dizer
O que nunca te direi,
Tu terias que entender
Aquilo que nem eu sei.

Fernando Pessoa
Quadras ao Gosto Popular. (Texto estabelecido e prefaciado por Georg Rudolf Lind e Jacinto do Prado Coelho.) Lisboa: Ática, 1965. (6ª ed., 1973).

Nota: Quadra de Fernando Pessoa, por vezes erroneamente atribuída a Freud.

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