Frases comuns com a palavra porquê
O tolo ri do rascunho sem saber que está diante do projeto de um gigante: Julgar alguém só porque o livro fala de riqueza e a pessoa ainda não tem os trilhões na conta é ignorar que toda construção colossal começa com uma planta no papel.
O crítico sem caráter ataca o mensageiro porque é incapaz de conceber o tamanho da mensagem: Enquanto a pessoa burra e desprovida de alma gasta o tempo zombando, o autor do projeto está plantando as sementes de uma grandeza que a pequenez do crítico jamais alcançará.
O tolo ri da semente porque nunca teve a coragem de plantar uma floresta: Julgar um autor de projetos grandiosos só porque ele ainda não acumulou trilhões é a prova definitiva de uma mente rasteira, que confunde o ponto de partida com o destino final.
O crítico zomba do papel impresso porque não enxerga a arquitetura do invisível: Enquanto a pessoa vazia gasta o tempo apontando o dedo, o visionário está desenhando na mente e no papel os alicerces de um império que vai esmagar a descrença alheia.
Borboleta só leva e releva o que é leve, o que é pesado elas até tocam, porém deixa quieto porque o fardo não lhe pertence.
Antes de falar eu penso, antes de agir eu reflito. Se ouviu meu grito porque foi necessário. Se ouviu meu silêncio porque foi respostas. Em cada palavras pronunciadas, em cada atos praticados teve uma medida exata e pensada.
Não me traga flores, porque elas secam e viram pó. Não me traga perfumes, porque o cheiro não dura muito tempo.
Não me traga poemas, porque o tempo os apaga. Não me traga músicas, porque o vento as leva. Traga-me seu coração e, com ele, seu amor, porque esse sim se eterniza.
Semelhança entre nazistas e baratas: se estão surgindo a luz do dia é porque o esgoto já está cheio deles!
A ingratidão é filha de uma alma pequena e mãe de todas as rupturas indignas: primeiro, porque não reconhece o que recebeu sem merecer; depois, porque renega sem vergonha o bem que se lhe fez.
Ah... como é curioso viver sem conhecer o amanhã. Não porque ele sempre nos reserva algo ruim, mas porque nos impede de reconhecer os últimos momentos enquanto ainda são presentes.
Uma crença merece ser examinada não apesar de sua importância, mas precisamente porque ocupa um lugar tão profundo na vida humana.
Há explicações que satisfazem a imaginação porque oferecem sentido e fracassam diante da investigação porque não oferecem demonstração.
A ciência é poderosa não porque seus praticantes sejam infalíveis, mas porque seu método permite que a falibilidade seja corrigida.
A evidência não adquire força adicional porque a conclusão que sustenta é desejada, temida ou considerada sagrada.
Procuramos o absoluto talvez porque somos finitos e porque a consciência de nossos limites transforma o desconhecido em vertigem.
O infinito não se torna propriedade da consciência porque a consciência encontrou uma palavra para nomeá-lo.
