Frases de Bad Boy

Cerca de 20659 frases de Bad Boy

A coragem verdadeira conversa com o medo e, mesmo tremendo, responde: VAMOS.

Que a fé seja ponte para mãos trêmulas, não muro erguido pelo medo do outro.

Há dias em que a esperança veste roupas velhas e disfarça o medo. Ela caminha pela sala, tropeça, ri, insiste em ficar. Não é heroica, é teimosa e essa teimosia me sustenta, um ato minúsculo que repele a avalanche de desistências.

A tristeza tem territórios que eu ainda não visitei. Vou a pé, com uma lanterna de medo e coragem. Algumas ruas são estranhas e pedem licença para entrar. Outras me reconhecem e me oferecem cadeiras antigas. Sento-me e descubro que conversar com a dor é arte.

Tenho medo de festas cheias de risos que
não escuto. Elas me lembram de vozes que falavam por mim. Aprendi a rir em casa, quando ninguém olha. O riso tem um gosto de sobrevivência. E, por isso, o guardo como se fosse documento.

O medo que carrego tem nome e endereço. Se eu chamasse, apareceria com mala pronta. Mas prefiro observar de longe, sem travar porta. Aprendi que é sábio não convidar certos inquilinos. Eles ficam, mas não precisam morar na sala principal.

A coragem que admiro é a que retorna depois do medo. Não é a que nunca treme, mas a que insiste em levantar. Há heróis de pequena escala que multiplicam esperança. Reconhecê-los é dever de quem quer viver bem. E eu os nomeio internamente como santos do cotidiano.

O medo ensina geografia de meus limites. Se eu o enfrentar com cuidado, amplio fronteiras. Se cedê-lo sem luta, empobreço de coragem. Aprendo a lidar com ele como quem estuda mapa. E, aos poucos, bordo novas rotas em mim.

No final, o que nos salva é ter nome para o que sentimos. Nomear a dor, a alegria, o medo, a graça. Com o nome, a sensação perde um pouco de potência destrutiva. Passa a ser matéria que podemos trabalhar. E assim, transformando linguagem em trato, vamos vivendo.

O medo de desistir é, ironicamente, o que me mantém tentando. Um paradoxo doloroso que me empurra para frente.

Minha alma tem o cheiro de livros antigos, daqueles que ninguém mais abre porque têm medo do que as páginas amareladas podem revelar sobre o passado. Sou um acervo de histórias que ninguém quer ler, guardado em uma biblioteca que o tempo esqueceu de demolir.

Gostaria de ter a fé das crianças que pulam no colo do pai sem medo de cair, mas minha confiança foi quebrada tantas vezes que hoje eu analiso até a solidez do chão antes de dar um passo. A prudência é a cicatriz da alma que já se estraçalhou no asfalto da realidade.

Eu não tenho medo da dor, tenho medo da ausência de sentido, porque sofrer sem direção é como existir no vazio absoluto, e eu já me perdi vezes demais dentro de mim, mas foi nesse labirinto que encontrei pequenas razões para continuar.

A fé não elimina o medo, mas impede que ele seja o autor da minha história.

Carrego dias quebrados como quem leva vidro no bolso: com cuidado, com medo e com a estranha gratidão de ainda sentir o peso das coisas.

"É no silêncio do medo quando oramos, que a ansiedade perde a sua voz e a confiança na fé assume seu devido lugar."


—By Coelhinha

"O medo deve ser um conselheiro que nos alerta, não um carcereiro que nos aprisiona."


—By Coelhinha

​Diante do abismo que paralisa o homem comum pelo medo, a virtude se revela na ação. Onde a hesitação recua em busca de abrigo, eu imponho ordem, atitude e direção imediata: minha bagagem não é a de quem reage ao caos, mas de quem o governa.

Não tenha medo de homens.

A coragem não é a ausência de medo é o ódio pela situação atual ser maior que o medo do futuro