Frase de poesia
PINTURA EXPRESSIONISTA - ANTONIO CABRAL FILHO RJ
O locutor sensacionalista
daquele jornal marron odiado por todos
sempre cheio de fotos sangrentas
escrachou a reportagem:
- Engoli a dentadura!
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E agora era assim;
ela não lhe dava mais bola,
não olhava,
quando via,
desviava,
seus recados,
desprezava.
Mas agora?
Agora não adiantava mais,
pois era só ele fechar os olhos
que de todos os jeitos,
ele a enxergava linda demais.
Não digas a ninguém nosso segredo...
Deixa que o eterno culminar das palavras
Sobrepostas, encaminhem nossos corpos…
Por entre lugares estranhos,
Quando a noite vier sobre nossas vidas
E nada mais reste.
Caminhais por entre o fio da navalha
E de pés ensangüentada cambaleias
Temendo a direção do norte
Como também o caminho imaginário
Que se diz ser do sul.
Resumis um todo a uma escala mínima
E mesmo assim vossos sonhos são tão iguais
Aos que sempre vão pensando alto...
Eis a sina dos que bebem água turva pela manha,
O quanto basta para que vossa voz se confunda
Com a razão que tendes, mas que sempre vos tiram.
Conflitos e dores numa palavra tão simples
Que vos levara ao progresso,
Mesmo que este progresso esteja tão distante
E ninguém entre vós há que vos desperte.
o meu sono e tão pesado,
Que me faz sonhar sempre as mesmas coisas...
Um pássaro que dança sobre um céu azul cristalino que corta ao vento,
Uma criança que se erguem e vê a sua sombra de um tamanho acima de si.
FETICHEIRO & ANTONIO CABRAL FILHO - RJ
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Não dava para crer,
Mas a verdade impõe-se
Contra todas as nossas forças:
Era uma jamanta de homem,
Capaz de enfrentar o Hulk,
Mas virava uma boneca,
Chorava e gritava “socorro!”
Ante uma simples barata.
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no dia que te vi te achei diferente, mas atraente, no dia que te conheci meu coração ardeu como chamas
TROVA FILOSÓFICA / TROVARIO / ANTONIO CABRAL FILHO - RJ
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SE VOCÊ NÃO QUE É,
QUEM VAI VER QUE VOCÊ SEJA...
NESSE MUNDO DE TOMÉ
NINGUÉM VIVE DE "ORA, VEJA!"
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SITE: http://tavernadocabral.blogspot.com.br/
ANTONIO CABRAL FILHO - RJ
O carinho, o amor vivedor, a amizade, são evidências sensíveis e férteis daquilo que vem do interior dos corações e impregna as relações verdadeiras, numa afeição recíproca entre dois ou mais seres.
