Frase de Freud Inteligencia

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A inteligência é a faculdade com o auxílio da qual compreendemos por fim que tudo é incompreensível.

A inteligência! É uma questão de química orgânica, nada mais. Não somos mais responsáveis por sermos inteligentes do que por sermos estúpidos.

Os trabalhos escolares são provas para o carácter, não para a inteligência. Quer se trate de ortografia, de poesia ou de cálculo, está sempre em causa aprender a querer.

A inteligência é quase inútil para quem não tem mais nada.

O grande escritor não precisa ser nem muito inteligente nem muito culto. A inteligência e a cultura são contudo indispensáveis nos escritores menores.

A subtileza ainda não é inteligência. Às vezes os tolos e os loucos também são extraordinariamente subtis.

Uma inteligência vulgar é como um mau cão de caça, que depressa encontra a pista de um pensamento e depressa a volta a perder; uma inteligência invulgar é como um cão de fila, que segue firme e resolutamente a pista até atingir o que é vida.

O coração tem as suas prisões que a inteligência não abre.

Eficiência é a inteligência preguiçosa.

Ninguém desenvolverá alguma vez as faculdades da sua inteligência, se, pelo menos, não intercalar alguns momentos de solidão na sua vida.

A verdade pára na inteligência; a beleza chega até ao coração.

A fé é a verdade da inteligência.

Ela passava por inteligente. Mas o que fazer da inteligência, como servir-se dela?

Muitas vezes a inteligência é incómoda como uma lamparina no quarto.

A inteligência é o maior filtro: a sua função, mais que compreender, é a de não compreender demasiado.

A riqueza estraga a inteligência, assim como uma refeição muito pesada cobre de sono até o olho mais vivaz.

A inteligência é o olhar da alma.

Não importa pra onde ou por quanto tempo a vida me leve. A força da saudade sempre me trará de volta!

Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar.

Desconhecido

Nota: A citação costuma ser atribuída a Clarice Lispector, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

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Liberdade é pouco. O que desejo ainda não tem nome.

Clarice Lispector
Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.