Desde a queda, caminhamos sob o signo da... Marcelo Rissma

Desde a queda, caminhamos sob o signo da incompletude. Habitamos um campo de batalha invisível, onde a alma anseia pelo Alto enquanto a carne reclama o chão. Ser discípulo não é ostentar um brilho externo, mas sustentar um sim silencioso no altar da renúncia. É a arte de desmoronar diante de Deus para ser reconstruído por Ele — renovado uma, duas, infinitas vezes neste mundo caído.
