A Poesia do Diabo Ouvindo o som da lira... Fábio Silva DN

A Poesia do Diabo




Ouvindo o som da lira da sétima dimensão, onde ressoa o cântico emitido da flauta das Almas que se foram. E sob o melodioso pífaro e alaúde melancólico dos Demônios. O ser, se alimenta e se nutre da energia oculta disfarçada de tristeza. O início da porta negra da Morte, que conduz à sala triunfal do Paraíso. O recanto da Excelência Divina. O doce descanso dos espíritos desencarnados e dos seres infinitos.
Apresenta-se então, o ser Angélico. Com suas asas infernais. Batendo umas nas outras, espalhando notas musicais perfumadas e defumadas com a fumaça do INFERNO.
O enxofre e o eflúvio de carne frita, com o fogo que nunca se apaga, O acompanha. Seus pretos lábios fúnebres, no início melíficos, de final absintuoso. Então ele fala, e tudo treme diante de sua tétrica e retumbante voz. Abrem-se os túmulos e ressurgem para uma "glória" secreta, os inauditos Espíritos Olímpicos.




Por: Fábio Silva


Às 07:27 in 03.08.2026