Minhas mãos doceiras... Jamais... Cora Coralina

Minhas mãos doceiras...
Jamais ociosas.
Fecundas. Imensas e ocupadas.
Mãos laboriosas.
Abertas sempre para dar,
ajudar, unir e abençoar.
Cora Coralina
Meu livro de cordel. São Paulo: Global Editora, 2012.
Nota: Trecho do poema Estas mãos.