Até o ar muda de densidade os pelos... Sonia Solange da Silveira...
Até o ar muda de densidade os pelos arrepiam na frieza gelada daquelas almas que vagueiam vagantes sem direção, qualquer jogo os atrai acreditam nas mentiras na podridão, na miséria que recebem parecem mesmo burros com cabresto sem olhar para os lados enxergando somente o que seus capachos lhes mostram.
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
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