Fragilidade
A Espera em Deus e a Força na Fragilidade
"Minha alma anseia por um alívio que só o Divino pode trazer. Não busco as curas ou as palavras dos homens, pois sei que eles não podem tocar a profundidade da minha dor, nem entender as cicatrizes que a vida e aqueles que amei deixaram em mim. O que me fizeram sentir, onde chorei, o peso do que perdi – isso é só entre mim e Aquele que vê o invisível.
Minha existência hoje está entregue. Se Deus quiser que eu viva, viverei. Se for da Sua vontade que eu parta, partirei. Não é desejo de tirar a própria vida, mas de que a vontade de Deus se cumpra, e que meu sofrimento, enfim, encontre seu fim.
Cansado deste mundo, mas não da vida que me foi dada, espero a hora de Deus. Sei que Ele conhece cada lágrima, cada suspiro, cada pedaço quebrado do meu ser. Hoje, não consigo sequer orar como antes; sinto-me como pó, como alguém que se desfez. Mas mesmo em meio a essa fragilidade extrema, há uma certeza que me sustenta: a fé inabalável de que Deus me ressurgirá. Seja para uma nova vida aqui, ou para a eternidade ao Seu lado, confio que Ele tem o controle.
Minha esperança está unicamente Nele, pois só Ele sabe o que reside no meu coração. E é nessa espera, nessa entrega total, que encontro a minha única e verdadeira força."
"Que a minha fragilidade se torne minha fortaleza, e que os meus sorrisos não demonstrem o que vai na minha alma.
Que minhas mãos sejam firmes e meus passos seguros.
Que nunca desista do que quero e sempre reconheça minhas falhas.
Que meus olhos conservem o mesmo brilho, e minha voz continue suave.
Que não me curve para o que se colocar na minha frente.
E que eu não me esqueça que apesar de todos os problemas, amanhã é um outro dia."
Fragilidade não é fraqueza, é conseguir se entregar a alguém da maneira mais profunda e bonita possível!
A fragilidade de uma mulher, não se resume supostamente em suas “fraquezas”; antes, porém, em nossa delicadeza ao cuidar de algo tão formoso quanto as rosas que exalam seu perfume, mas, rodeadas de espinhos, que nos demonstram o quanto são fortes.
Falar mal dos outros , mascara a fragilidade do ser humano errante e carente da colaboração mútua. Se digo, o outro não fez bem, por que então eu não faço melhor ?
Por que encontrar erros, é a forma mais infantil de não fazer bem o trabalho em equipe, reconhecendo e enfatizando as virtudes mais do que defeitos.
Eu te proponho
Eu te proponho
A sensação de fragilidade e dependência
A ponto de que minha presença se torne quase uma questão de vida.
Eu te proponho
O medo da perda
E a sensação ameaçadora de que minha ausência te desestabilize completamente.
Eu te proponho
Um distanciamento do seu mundo, racional e consciente
Para um mergulho nas águas das suas próprias fragilidades.
Eu te proponho
A insegurança do amanhã
A ponto de que você deseje parar o tempo no agora.
Eu te proponho
O Amor.
Talvez minha fragilidade e intensidade assuste,mais não sei ser menos que isso.
O mundo anda tão devastado e com pessoas vazias.
Pensar e agir de forma tão normal e intensa se tornou sem valor para muitos..
A fragilidade dos sentimentos tem mais a ver com ceder, do que com combater. Dilema difícil! Até onde nossas razões justificam nossas atitudes? Até quando nossos sentimentos sustentam nossa ações? Os motivos, quais são? A vida é uma ingma, sem muitas respostas, e tantas perguntas. É preciso ser forte! E não duvidar da capacidade de responder à cada problema com a atitude correta. Ter um plano, viável, e com margem de erro, é a atitude mais inteligente nas horas difíceis. O desepero é caminho sem resultado. A solução é prumar o pensamento. Alinhar os sentimentos, quase sempre rebeldes, e seguir. Olhar para trás, só se for para aprender com os erros. Olhar para frente, sempre com a esperança de errar menos. E seguir. Sem medo. Sem culpa. Construindo um dia após o outro. Assim é a vida. Um dia de cada vez. Como um vício. Uma oportunidade. Um caminho sem volta. Aproveitemos a paisagem! Nunca se poderá ver o mesmo lugar da mesma forma. Então não disperdissemos momentos únicos que não irão se repetir.
Se refletíssemos um pouco mais sobre a fragilidade da vida humana, certamente perderíamos menos tempo discutindo banalidades e, pelo contrário, aproveitaríamos cada instante vivido como se fosse o último ou como se fosse o único.
