Fortes e Fracos
A vida nos traz muitos obstáculos que apenas os fortes conseguem ultrapassar. Os fracos nunca conseguirão.
“Os fracos procuram se justificar por suas derrotas, enquanto os fortes a reconhecem assumem e ainda das lições tiram forças para levantar-se.”
Desespero não mera os fortes, mais toma contas dos fracos. Só quem se arrisca merece viver o extraordinário.
Só os fortes na fé permanecem o tempo suficiente para ver suas próprias mudanças. Os fracos desistem da fé esperando as mudanças dos outros.
As cobranças e as exigências por metas e melhores resultados fazem os fortes crescerem, os fracos chorarem e os incompetentes fugirem.
O sofrimento é uma estranha flor. Nos fracos despedaça todas as pétalas. Nos fortes desabrocha em algo maior.
Os fracos têm sempre desculpas para não darem certo nas suas vidas, enquanto os fortes lutam incansavelmente
A lógica de que os mais fracos deveriam submeter-se aos mais fortes perpetua-se desde a Grécia antiga até os dias atuais, negando a humanidade dos vulneráveis e tornando teoricamente aceitável seu extermínio.
Assim, a violência perpetrada contra povos e nações que não se enquadram nos interesses das grandes potências econômicas e militares, bem como contra os residentes das periferias urbanas, muitas vezes não suscita grandes comoções, como se estes não fossem plenamente humanos.
A invocação da noção de humanidade, em muitas ocasiões, revela-se como uma mera abstração, desprovida de significado efetivo diante das realidades de marginalização e violência enfrentadas por grupos sociais historicamente excluídos.
