Formação
Em nossa formação pessoal importamos ideias de pessoas com as quais simpatizamos ou julgamos dignas de respeito. Essas pessoas podem entrar em contato conosco diretamente ou através dos diversos meios de comunicação, sendo o mais comum o livro que lemos em nossa infância ou na adolescência. Essas ideias importadas - preconceitos na verdade,
transformam-se nos "princípios" que regem nossa vida.
E, de fato, pouca gente deveria usar a expressão "meus princípios", pois de fato não são seus. Mais acertadamente deveria usar a expressão "meus preconceitos".
Partir todos partem de um ponto inicial. O homem e os animais nascem por formação biológica. O fim é um fenômeno peremptório que a todos nivela por igual. Não há como interverter é fato terminante. Portanto o que vale na vida humana não é o partir nem o chegar, mas a maneira como foi feito o interregno entre esses dois extremos
Tropa Volante é uma tropa desaquartelada e que não foi submetida a cursos de formação (ou iniciação) policial, tendo uma estrutura quase nomádica.
Irmãos nordestinos.
Vem do berço do menino
no começo da formação
respeitar o seu destino
sem medo nem restrição
porque todo nordestino
tem o outro como irmão.
A maior perfeição da humanidade é a imperfeição. Ao mesmo tempo que ela possibilita uma má formação genética, ela possibilita a existência de características únicas e essenciais à evolução enquanto sociedade e indivíduo. As imperfeições criaram a maior parte das idéias mais brilhantes que a sociedade conheceu.
Arte e Polícia Militar. E daí?
Nos cursos de formação da PM uma coisa fica clara, pelo menos para aqueles que observam o processo de modo um pouco mais crítico. É visível que a cultura organizacional que nos é imposta nos obriga a passar por um processo de dessensibilização. Desde o internato que nos tira do convívio dos familiares, amigos, vizinhos, a uma estimulação constante à indiferença para com os outros. Faz parte do imaginário popular — talvez nem tão popular assim — que o bom militar não pode sentir. Aliás, quem sente, não resolve, se desespera. É o que dizem. Não é incomum que ao se perguntar a um miliciano novato se numa situação extrema, em que ele precisasse matar alguém, se ele o faria, e ele, sem pestanejar, dizer: “Entre eu e o bicho, eu corto no aço”.
Tal afirmação sai com tanta facilidade que quem ouve imagina uma pessoa que, ou já refletiu muito sobre o ato de matar alguém, ou é um policial antigo e experiente, que muitas vezes passou por esta situação. O interessante é que estas colocações são feitas normalmente, tão comum quanto qualquer outra no dia-a-dia da corporação. É o Superior que fala com o subordinado sem olhar nos seus olhos, o “bom dia queridos alunos”, tão automático quanto nossas continências, a obsessão pela forma que passa por cima de angústias, vontades, doenças, direitos. Toda instituição obcecada pela forma, pela liturgia, pela ritualística, passando por cima dos seus membros enquanto indivíduos, enquanto personalidades complexas e subjetivas.
Nietzsche disse que “Temos a arte para que a verdade não nos destrua”. E esta assertiva se torna mais verdadeira, ainda, dentro da Polícia Militar. Esta é a minha percepção quanto ao papel das artes na corporação. Não é um mero momento de descontração, mas um possível instrumento de desconstrução de uma série de valores cavalheirescos, anacrônicos, medievais, para construção de uma polícia sensível, educadora, libertadora. Afinal, a polícia existe não para controlar e reprimir, mas para garantir liberdade plena à sociedade; a lógica de construção destes raciocínios é díspar. Quem não sente, não muda, precisamos nos sensibilizar. Enaltecer a razão em detrimento da emoção, como é comum em nosso meio, é enaltecer a robotização e a dessensibilização. Mais arte, mais sentimento, mais subjetividade, mais percepção. Não podemos mais sufocar nossos sentidos.
A família ainda é hoje a base de tudo, de uma formação sólida do nosso caráter, dos nossos princípios e nossos valores. Viver em família é compreender, amar, perdoar, consolar, aprender com os conflitos, viver a ternura e educar.
Um Dom!
Tem momentos que quero tanto escrever, mas a formação das palavras fogem na minha mente, que é tão confusa e cheias de pensamentos, como se um pensamento juntasse com outro uma ideia se embaralhasse com outra, as palavras não saem, o pior que as ideias não são compartilhadas e admiradas, não podem influenciar positivamente ninguém, porque nem ao menos foram mostradas nem escritas pra ninguém, um dom ilimitado que quando não visto e usado deixa de existi.
"A formação de equipes com ênfase nas pessoas, pode ser ponto decisor para buscar a melhora dos indicadores de desempenho de uma instituição"
"A formação de equipes com ênfase nas pessoas, pode ser ponto decisor para buscar a melhora dos indicadores de desempenho de uma instituição"
O que faz um homem é sua cultura e formação familiar, mas o que o transforma é sua educação e a essência que leva no coração.
SER não é TER!
TER não é SER!
OS DOIS SÃO CONJUNTOS
para FORMAÇÃO DE UMA VIDA!
Não adianta só SER!
Não adianta só TER!
TER & SER são necessários
para a sobrevivência HUMANA!
A arte de contar histórias pode trazer várias vantagens à formação, quer como instrumento de ensino e auto-conhecimento, quer como uma importante ferramenta na busca de uma maior expressividade artística e verbal ou até enquanto elemento dinamizador de grupos e da leitura em instituições.
- Relacionados
- Epígrafes para Formação Docente
