Frases sobre folhas

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Folhas
balançam ao vento
Nesse azul do céu
que sussurra em
pensamentos

Chapéu de abas largas

Na sombra densa da amoreira,
as folhas brilham ao sol;
amoras verdes,
amoras maduras,
amoras doces..
Há doce onde moras?

As perguntas escapam como folhas ao vento;
Eu tento alcançá-las com mãos frívolas.
Cada passo só revela caminhos que não conheço;
Resta-me caminhar dentro do próprio caminho.

A educação tem raízes profundas, tronco robusto, galhos longos, folhas verdes, mas frutos doces e saborosos.

A árvore só alcança o céu porque teve a coragem de deixar suas folhas secas caírem. A sua liberdade não reside em quanto você pode carregar, mas no que você tem a audácia de abandonar.

"Quem não planta não colhe. Enquanto espera a colheita dos frutos, tem que apanhar as folhas que caem no chão."

Minha princesinha, se murcharem suas pétalas e caírem suas folhas, lembre-se que você tem raízes, brota de novo princesa!

Outono chegando
As folhas caindo
O calor se esvaindo
Um novo ciclo começando

Folhas Secas

A vida tem quatro partes:
Pequena: como a dor
Grande: como o amor
Simples: como eu
Importante: como você
Eu sou só um você
Que você não quis
E querer é coisa tão pequena
Que só não sou você por um triz
Ela se vestia de silêncio, não
Porque desconhecia os sons, mas
A voz dos seus sentimentos ficou
Presa no imenso nó que havia em
Sua garganta.
Todas as coisas que dizes
Afinal não são verdade.
Mas, se nos fazem felizes,
Isso é a felicidade.
Eu amo tudo o que foi
Tudo o que já não é
A dor que já me não dói
A antiga e errônea fé
O ontem que a dor deixou,
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje já outro dia.
Foi nessa idade que a poesia me veio buscar
Não sei de onde veio
Do inverno, de um rio
Não sei como nem quando
Não, não eram vozes
Não eram palavras
Nem silêncio
Mas da rua fui convocado
Dos galhos da noite
Abruptamente entre outros
Entre fogos violentos
Voltando sozinho
Lá estava eu sem rosto
E fui tocado.

DoceMente

O chocolate doce em contraste com a pimenta que exalta o sabor discreto das folhas provadas.

Linhas desenhadas com o pincel da imensidão azul.
O infinito que para sempre lhe foi dado.

Cumplicidade na cena de um filme, e a ação afetiva que ele traz.
As cenas rodam distantes no mesmo levante que a insônia fugaz.

Um pouco do mundo no universo de um homem só.
O incompreensível do destino sem dó nos anos que rodaram demais.

O tempo é vilão das alturas.
O tempo é o alicerce da vida.
O tempo que tampa as feridas e deixa numa teia ardida a amarra da sua exposição.

A música continua baixinho quando em coro ouvimos o artista dizer: "São Jorge por favor me empresta o dragão"

Paródias da sonoridade escrita em lampejos de celebração.
E hoje o dia continua tristonho para o sol distante que componho.
Júlio Raizer

Recordar não é viver




As folhas secas se vão sem olhar para trás, cumprem o seu papel, deixam espaço para outras folhas inspirarem à esperança...
A minha alma não, vive parando no tempo,
vive sonhando que o passado vai voltar!?
Não, não é exatamente assim que ela sonha,
minha alma adora afogar-se em lembranças.

Os princípios são raízes que não se dobram ao vento. Os valores, folhas que dançam conforme a estação. Entre o imutável e o mutável, cresce a árvore do discernimento.

⁠“Nascemos como folhas em branco. Crescemos, e as tintas que preenchem nossas linhas não são iguais. Amadurecemos, arrancamos algumas páginas e reescrevemos outras. Morremos, e deixamos nossa história eternizada no livro da vida.”

Folhas do chão


Face de um chão entristecido
Leva parte de nós
Horizonte amplo do sentir
Conduz um passos para encontrar um destino chamado primavera.

Saudade da 88

Um suspiro, e a lembrança da goiabeira — aquela cujas folhas secas forravam o chão do quintal, enquanto apenas o brilho da lua e das estrelas testemunhava a magia do amor. Lentamente, em esteira, a mente do ontem e as lembranças invadem, sem pedir licença, o meu hoje. Saudade da 88!

Outono

Já frágeis e ressecadas, suas folhas caíram
No toque suave de uma brisa foram levadas para longe
Jamais voltaria a ser aquilo que um dia foram
A árvore, já sem folhas, ali permaneceu
Esperando mais uma primavera
Onde se encheria mais uma vez de vida
Onde tudo de renovaria
Onde ela retornaria mais forte
E suas folhas que caíram já não seriam mais uma lembrança triste, mas um lembrete que tudo faz parte de um ciclo

As estrelas no céu
É igual as folhas caídas na terra?


Se há rastro de folhas nochão
Deverá também ter raízes de estrelas.

As folhas verdes
da árvore,
o pôr do sol dourado
da tarde,
é um retrato,
um espelho
do nordeste.

Vi o fim
na imagem da árvore
o cair das folhas sem significados
a grandeza das manhãs
a arte no chão da vida
pisada e confundida
com sujeitana calçada
esse é o fim.

Lapiseira azul, tinta preta, caderno de folhas de papel brancas. Expresso, exprimo e boto o que virá da mente ou do coração.