Foi muito Facil Gostar de Voce

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"O bajulador exerce seu ofício onde não existe liberdade de expressão e muito menos o direito de criticar."

Inserida por diogenessouza

⁠Ser escritor
Não é ter muito que escrever,
É viver tirando o poder
Das emoções, alegria e dor.

Inserida por be2murder_1106744

⁠Há muito mais pessoas na plateia torcendo pelo teu fracasso do que esperando pra aplaudir o teu sucesso, o mundo é um lugar frio, cruel e sacana, mas você não pode abaixar a cabeça e desistir, não dê esse gosto para quem torce contra você, se esforce ao máximo para mostrar pra quem te apoiou que valeu a pena te apoiar e se esforce mais ainda pra mostrar pra quem torceu contra que ele perdeu sem tempo fazendo isso, você pode tudo, se tiver Deus do seu lado ninguém poderá te deter.

Inserida por welerson_recalcatti_1

Metáforas

Os galos da Dona Lena
Cantam muito cedo
Uns às vezes morrem
Outros passam a cantar
Noutros terreiros.

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Quase não sonho
Passo a ter sonhos confusos e difusos
Com o ator quando ele,
Despe-se de seu papel.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Há muito mais significado no que sentimos, do que imaginamos.

Inserida por Mkoch

Nem tudo é questão de dinheiro a vida é muito simples, eu tenho certeza da vitória

Inserida por santahfe

⁠O reconhecimento é algo muito fino. Quando se para pra observar a própria vida e contemplar com coerência os anos vividos, a referência de um pai tem seu valor. Ilusão de um filho achar que tem pais perfeitos, todos somos humanos, feitos de defeitos e virtudes, os pais, nossos primeiros heróis, são constituídos da mesma matéria prima. Eles fazem o que podem, uns podem menos, outros podem mais, mas dão de si aquilo que têm de melhor aos filhos. Eu não tive a oportunidade de conhecer o homem a quem chamavam João Carlos Pedroso, o meu progenitor que desencarnou antes de eu nascer. Desde que me entendo por gente, o lugar de pai na minha vida foi ocupado por esse senhor, Antúlio Lima de Sousa, meu querido amigo, meu primeiro professor na caminhada. Lembro com respeito dos abraços na infância, da orientação pra viver uma vida direita, das correções quando necessárias, das respostas a tantas perguntas durante o despertar espiritual que vivi na adolescência, sempre mostrando o caminho, conduzindo o exame, mas deixando à minha responsabilidade o lapidar da compreensão, ali vi o talento de um Mestre amigo a quem ainda recorro até hoje sempre que preciso.
Ao longo do tempo o barco da nossa vida cruzou fortes ondas, mas também vivemos muitos momentos felizes e eu sou grato à Natureza pelo pai que me deu nessa jornada.
Hoje venho trabalhando pela constituição da minha família e guardo comigo lições diversas, principalmente o sentimento limpo e verdadeiro que um pai precisa ter por seus filhos, isso fica registrado e ecoa por toda vida.
Feliz dia dos Pais a todos os que o são. Que encontrem sempre condições de cumprir a sublime missão com dignidade.
Deus abençoe meu pai, a quem amo e respeito.

Inserida por bonazoni

⁠O homem, por natureza, é expansivo, mas tem cara muito amador, ainda não cruzou aquela fase de rebaixar o coleguinha pra se lançar, coisa do jardim de infância meu irmão! Insistir nisso em qualquer âmbito das relações humanas é amadorismo, reflexo de imaturidade. Ninguém tem culpa do 'bullying' ou carência que vc sofreu a vida toda, deve ter sido dificil não é, meu parceiro!? Mas fazer o que? Importante é você saber quem você é de verdade no HOJE e se garantir por excelência, o respeito e a falta dele na conduta corriqueira e na lida com as pessoas é o que faz um menino ser visto como homem ou um homem ser visto como menino.

Inserida por bonazoni

É muito bom quando encontramos pessoas dispostas a fazer idiotices com a gente. Pra isso servem os amigos!

Inserida por DalilaMaite

Abrir mão é muito diferente de desistir

Inserida por DalilaMaite

Todos nós temos nossas cicatrizes. Seja de amar alguém profundamente, ou por querer proteger muito alguém que já não está mais na nossa vida

Inserida por DalilaMaite

⁠⁠"Um dia... Eu disse que voaria muito alto⁠ e muitos duvidaram e disseram que eu não conseguiria."
"OBRIGADA, vocês só me impulsionaram."

D.moretti

Inserida por DAIANEMORETTI

⁠Se

Se muito te quero,
versejo teu peito.

Se muito me faltas,
engendro tuas mãos.

Se não me vens,
me parto em teus olhos.

Se me vens, me desperto com a lua,
banhado em teu céu.

Carlos Daniel Dojja

Inserida por carlosdanieldojja

⁠MULHER

Há muito me disseram.
Havia o infinito sem o verbo,
O tempo sem escala, o vapor das estrelas se esvaindo.
A água sem memória tocando a pedra no silêncio.

Então o criador dos seres percebeu,
Que era preciso pés para infiltrar a terra,
Olhos para criar mundos do sentir ver,
Ventres para parir humanidade.

Foi quando o vento rugiu na criação,
Tocando a beleza inominada das coisas.
Um eco em sua profundidade retumbou,
E tudo então se tornou partilha,
Na celebração humana de cada voz.

Contam que desde então nasceu a mulher:

Para restaurar afetos,

Semear liberdade,

Pulsar igualdade.

Inserida por carlosdanieldojja

"Eleições: É muito partido para um povo partido."

Inserida por DiegoBiggyMonthi

⁠Borboletas no Jardim da Vida
Por Diane Leite

Quando eu era muito jovem, olhava para o futuro com olhos curiosos e cheios de expectativas. Aos 18 anos, ao me tornar mãe, comecei a imaginar como seria chegar aos 40. Pensava se estaria velha, se já seria avó, se teria conquistado meus sonhos. Lembro-me da avó do meu filho, que com apenas 33 anos se tornou avó. Ela era deslumbrante, uma mulher que desafiava o tempo, e eu a admirava profundamente. Pensava: "Será que serei assim um dia? Maravilhosa aos 40?".

Hoje, aos 40 anos, me percebo como uma mistura de dois mundos. Uma parte de mim gosta de dormir cedo, acordar ao nascer do sol, e encontrar nos primeiros raios de luz a serenidade para iniciar o dia. Outra parte, aquela que renasceu das cinzas, sonha, luta e busca mais. Redescobri minha força e meus desejos, não apenas como mulher, mas como uma centelha divina que entende seu propósito.

Aos 40, compreendi que a vida é feita de escolhas e prioridades. Passei anos colocando as necessidades de outros acima das minhas: amigos, namorados, familiares. Sempre dei o meu melhor, mas aprendi que o amor mais puro vem da reciprocidade. Hoje, eu sei dizer "não" sem culpa. Não porque eu ame menos, mas porque respeito a energia que ofereço a quem também me nutre.

Os relacionamentos que vivi foram capítulos essenciais do meu livro da vida. Cada amor me moldou de uma forma única. Com um, aprendi a me arrumar impecavelmente; com outro, entendi o valor da estabilidade financeira e emocional; e com aquele que talvez tenha sido o grande amor da minha vida, descobri a beleza do amor sem reservas. Esses homens, cada um ao seu modo, deixaram marcas em mim, e sou grata por isso. Não os vejo como ex-namorados, mas como professores da alma.

No entanto, a mulher que sou hoje sabe o que merece. Mereço o melhor porque plantei com amor e colhi com resiliência. Acredito na prosperidade divina, em um universo que nutre, não que castiga. Deus nos testa, mas também nos honra. Fé, para mim, é seguir de pé mesmo quando o mundo desaba ao redor. É amar mesmo na perda, é construir mesmo no vazio.

Aos 40, sei que sou multifacetada. Posso ser princesa, guerreira ou salvadora de príncipes. Posso escrever finais felizes ou reinventar histórias. Somos assim, mulheres: capazes de ser tudo, mas também dignas de cuidado e amor. Reconheço que minha jornada foi marcada por luzes e sombras, mas ambas me ensinaram a integrar meu ser.

E o jardim? Ah, esse jardim que cultivo hoje é minha maior obra-prima. Nele, plantei sementes de sonhos, nutrição e amor-próprio enquanto muitos estavam ocupados demais com a vida alheia. Com as mãos sujas de terra e o coração repleto de esperança, reguei cada semente com fé. Hoje, ao olhar para as borboletas que habitam meu jardim, posso escolher se quero admirá-las ou se desejo que uma delas permaneça.

O futuro? Ele é incerto, mas não me assusta. Sei que, enquanto plantar e regar com amor, terei sempre o jardim mais lindo para admirar e me orgulhar. E talvez, no fim das contas, a maior beleza esteja na jornada – nas mãos cheias de terra e no coração cheio de vida.

Assim sigo, plena, grata e em paz.


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Autoria: Diane Leite

Inserida por dianeleite

⁠Café com Leite
Por Diane Leite.

Por muito tempo, acreditei que felicidade era ter muitos rostos ao redor, muitas vozes preenchendo os vazios da minha existência. Eu buscava pertencimento como quem busca abrigo em dia de tempestade — desesperada por calor, por acolhimento, por uma certeza de que eu fazia parte de algo.

Mas eu não fazia.

Lembro-me do incômodo sutil ao estar entre minhas primas. Elas riam, brincavam e se entendiam como se falassem um idioma ao qual eu nunca tive acesso. Eu sorria por educação, mas havia um silêncio interno em mim que não se dissipava. Talvez fosse a falta de espontaneidade, talvez fosse algo maior — um desencontro entre quem eu era e o que o mundo esperava de mim.

Então veio Ana Cecília.

Nos conhecemos no pré-escola, e, sem precisar de palavras, soubemos que éramos iguais. Ela era uma das poucas meninas afrodescendentes da escola; eu, uma criança que sempre sentia que não se encaixava. Não fomos unidas pelo acaso, mas pelo instinto de sobrevivência. De alguma forma, sabíamos que estar juntas tornava a solidão menos afiada.

Sob a sombra generosa de um pé de manga, criamos nosso refúgio. Choramos as dores que ainda não sabíamos nomear e sonhamos mundos que ainda não existiam. Quando alguém ria de nós, nos olhávamos em cumplicidade e repetíamos nosso mantra secreto: "Café com leite." Um apelido que nasceu de uma piada alheia, mas que transformamos em escudo. Se éramos diferentes do resto, que assim fosse.

Ana era minha fortaleza; eu era sua guardiã.

Eu não permitia que ninguém a ferisse. Defendia sua honra como quem defende o próprio coração, porque era isso que ela se tornou para mim: um pedaço do meu mundo que ninguém tinha o direito de tocar.

E havia Camila — popular, cercada de gente, luz e barulho. Ela me estendeu a mão, me incluiu em um mundo onde pertencimento parecia fácil. Mas aprendi, com o tempo, que amizade não se mede em números. Camila era festa; Ana era lar. Com Camila, eu ria. Com Ana, eu existia.

A vida seguiu. Cada uma tomou seu caminho, como as folhas que caem da mesma árvore, mas voam para direções opostas. Ainda assim, o que criamos sob aquele pé de manga nunca nos abandonou.

Hoje, aos 40 anos, sei que pertencimento não é sobre caber. É sobre encontrar alguém que te veja por inteiro e ainda assim escolha ficar. Ana me ensinou que laços verdadeiros não precisam de multidões, nem de aprovações externas — só de dois corações que se reconhecem.

Eu não trocaria nossas tardes de manga com sal por nenhuma festa lotada.

Se pudesse dizer algo à criança que fui, diria: não tente caber onde sua luz é diminuída para que os outros brilhem. Amor não é barganha, pertencimento não é concessão. As pessoas certas não preenchem vazios — elas lembram que você já era inteira o tempo todo.

E Ana, em algum lugar, sabe disso. Assim como eu.

Inserida por dianeleite

⁠Daiane & Diane — a história de mim em mim

Durante muito tempo, eu fui Daiane.
Daiane com “i”, de intensidade.
Daiane, a que mordia o mundo antes que ele me engolisse.
A menina que aprendeu a se defender muito antes de aprender a se amar.

Eu tive que ser forte.
Tive que crescer rápido.
Tive que virar mulher quando ainda nem sabia ser menina.
Fui afiada, direta, racional.
Eu falava o que pensava — sem pensar no que o outro sentia.
Não porque eu era má.
Mas porque eu não sabia como cuidar sem me machucar.

Daiane era inteligente, sedutora, estrategista.
Ela sabia sair de qualquer lugar —
mas não sabia ficar em nenhum.
Ela conquistava tudo, menos o direito de descansar.
Ela era potência pura…
mas se sentia sozinha demais para ser verdade.

Até que um dia, em silêncio, ela começou a cansar.

E foi aí que, sem fazer alarde, nasceu Diane.
Diane com "e", de essência.
A mulher que brotou da menina ferida.
A que não precisou apagar a dor,
mas resolveu transformá-la.

Diane é quem eu sou agora.
Não perfeita. Não pronta.
Mas mais leve.
Mais doce.
Mais inteira.

Eu não deixei de ser Daiane.
Só deixei de lutar contra ela.
Hoje, eu abraço.
Hoje, eu acolho.
Hoje, eu escrevo.

Porque escrever me ensinou a sentir sem medo.
Me ensinou a dizer com beleza o que antes eu dizia com dureza.
Me deu a chance de amar sem implorar.
E de me amar sem armadura.

A menina virou palavra.
A mulher virou ponte.
Entre o que fui e o que escolho ser todos os dias.

Eu sou Daiane quando preciso lembrar de onde vim.
E sou Diane quando escolho para onde vou.
No fundo, continuo sendo uma só:
essa mistura de cicatriz com luz,
de silêncio com verbo,
de lágrima com poder.

E hoje, no dia do renascimento,
eu não celebro só o que nasce —
eu celebro o que, dentro de mim, deixou de fugir e escolheu permanecer.

Inserida por dianeleite

⁠A MENINA QUE AMAVA DEMAIS (E VOLTOU A ARDER)

Ela nunca precisou de muito para sentir tudo.
Uma música já bastava para transbordar.
Um olhar já a atravessava inteira.
Um toque e o coração dela escrevia romances inteiros que o outro nem imaginava ter começado.

Até os 20 anos, ela era puro vulcão.
Ria com o corpo todo.
Amava como quem respira.
Chorava só por ver beleza demais onde ninguém via.
E por amar tanto… viveu sendo chamada de exagerada.
Intensa demais.
Sensível demais.
Tola, até.

Então ela congelou.
Não por escolha, mas por defesa.
A partir dos 22, a erupção virou pedra.
O riso virou silêncio.
O amor, contenção.
As pessoas passaram a chamá-la de fria, distante, calculada.

Mas ela não era fria. Era só uma alma ardente que o mundo não soube acolher.
E então, por anos, viveu escondida sob a própria pele.

Hoje, ela voltou.
Não com a mesma fúria dos 20.
Mas com a sabedoria de quem sabe:
Ser intensa não é ser demais.
É ser inteira.

Ela não tenta mais caber.
Ela se honra.
Ela dorme cedo, acorda com a aurora, faz do silêncio um templo.
Não grita mais para ser ouvida — ela sussurra, e o universo escuta.

Porque entendeu que ser intensidade não é erro.
É só amor demais num mundo ainda aprendendo a amar.

Inserida por dianeleite

⁠Ano-Luz.




O universo é um lugar que em poucos números,seria muito difícil descrevê-lo.
Ou compreendê-lo.
Nas grandiosas distâncias que o tornam,a luz consegue fazer algo surpreendente.
Viajando em uma velocidade constante,sem se perder ou se cansar,essa poderosa partícula vai para as dimensões desse lugar cheio de alguns vazios e mistérios.
E com as suas milhares de belezas cósmicas.
Em um ano-luz ou antes disso,uma poderosa partícula,sai de um lugar para o outro,em uma velocidade ainda não vista em um outro lugar.
Veloz e lúcida.
Viajando entre uma grandiosa escuridão.
Muitas vezes é assim.
Em um segundo,uma hora,ou um dia.
Meses ou anos.
E até mais.
A luz é precisa em uma coisa.
Seguir constante.
Uma outra coisa que ela sabe e faz de uma forma essencial,é brilhar.
Até no nome é assim.
Nos seus vastos percursos,mesmo com curvas,dobras ou coisas assim,a sua velocidade não muda.
E continua o seu brilhantismo através do universo.
Atravessando ao lado do seu nome iluminado.
A luz em vastos anos,com uma inseparável tranquilidade,já viu o nascimento de milhares de estrelas.
Celebrou as gigantescas galáxias.
Separadas por distâncias incalculáveis,para alguns olhares.
Mas na sua luz,um jeito de contar pode ser entendido.
É verdade que por muitas vezes a sua velocidade em luz,já foi distraída por centenas de buracos negros no seu percurso.
É incrível como a luz e a sua velocidade,podem ser supreendidas por uma distorção que gira no universo,com uma poderosa gravidade.
Por alguns instantes em números cósmicos,a luz fica girando em um misto de distração e fascínio.
E mesmo assim veloz e confiante,precisa seguir.
Nesse milagroso universo.
Luz essa que viajando por muitos anos,já cumprimentou as Nebulosas.
Nos seus distintos tamanhos,a luz conta os seus lados.
Na sua constante existência,a luz já brilhou sobre cometas e asteroides.
Já sorriu para estrelas raras.
Bem brilhantes como ela.
Mas,não tão velozes.
Em uma velocidade que não cessa,a luz é mesmo fantástica.
Desde a criação do universo,onde teve o seu primeiro brilho.
O expandindo com uma velocidade inimaginável.
E em anos-luz ainda continua crescendo.
Desde o seu primeiro e inesquecível brilho,continua a sua iluminada jornada pelo universo.
Uma luz que não se esvai com a própria velocidade,e que tem em números uma abreviação.
Para um outro entendimento.
De qualquer lugar que a luz queira sair,irá na mesma velocidade.
Sem que precise descansar,ou perguntar.
Luz veloz,que já visitou milhares de planetas e exoplanetas.
Em um conhecido e bonito sistema planetário,a sua luz é dita por uma unidade.
Começando no Sol,até a distante Nuvem de Oort.
Aliás,antes de chegar nessa nuvem grandiosa e tênue,a sua luz começa a contar em anos.
E ela faz com uma precisão absoluta.
Com a sua velocidade.
Viajando por distâncias cósmicas,contando a cada instante inúmeros números.
Nesse universo que pode criar pequenos e grandes milagres.
Como a luz.
Que o ilumina com as galáxias e as estrelas.
Com pulsares,magnetares e estrelas de nêutrons.
E o que mais tiver luz.
Luz que percorre distâncias universais,de um jeito constante.
Em uma ilusão das galáxias distantes,o seu brilho é refletido como grandiosos espelhos.
Luz que está no passado,presente e no futuro do universo.
Com a sua velocidade,vendo os vestígios dos cosmos.
Nessa viagem constante e demorada,a sua luz continuará seguindo.
Brilhante e veloz no primeiro percurso que teve início bilhões de anos atrás,e que parece não ter fim.

Inserida por FFabricio