Foi muito Facil Gostar de Voce

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⁠SÓ FOI UM REI


Dizem que uma Andorinha
só não faz verão.
Mas um Rei sozinho;
Fez chover perdão
subindo numa cruz!
Pra nos dá a eterna salvação.

Inserida por Machadodejesus

⁠CAROLINA DE JESUS


Era negra e catadora de papel
Morava na favela.
Mas foi alfabetiza;
Aprendeu a ler e escrever.
Carolina Maria de Jesus se
apaixonou pela leitura;
Nas horas vagas,
Tudo que via e vivia: escrevia nos
Cadernos que a rua lhe dava...
O seu cotidiano pesado deu um diário,
Que virou best-seller: Quarto de Despejo.
Carolina teve três filhos,
E criou todos sozinha.
E ainda virou poetisa.
O seus cadernos ouviu,
e copiou tudo que ela falava.
E Carolina disso sobre o livro:
"Quem não tem amigo mas tem um livro tem uma estrada".

Inserida por Machadodejesus

⁠A chave que me escolheu

Eu achava que escolhi ser corretor.
Mas hoje entendo que foi a profissão que me escolheu.
Cada cliente que cruzou meu caminho, cada chave que entreguei, moldou quem sou.
Aprendi que não basta mostrar o imóvel — é preciso enxergar o sonho por trás da porta.
E quando um olhar se enche de gratidão ao final de uma visita, sei que fiz mais do que vender.
Fiz parte de uma história que só estava esperando alguém acreditar.

Inserida por ElismarMariaJesus

⁠A teoria Queer não é e nunca foi ideologia de gênero. Trata-se de um estudo sistematizado cuja observação alcança a compreensão de que a cultura, quando dogma e enraigada, aprisiona.

Inserida por Pensamentosempre

⁠E a vida fez poeira aquilo que desde o início foi som!

Inserida por Pensamentosempre

⁠Durante a Pandemia, a comunidade científica se debruçou em torno da COVID-19. Isso foi e é necessário, mas há outra Pandemia ocorrendo simultaneamente, o luto. Do ponto de vista psicológico, o luto coletivo é, também, na medida em que afeta a saúde mental, outra Pandemia.

Inserida por Pensamentosempre

⁠O que eu lhe disser agora foi pensado para o amanhã que já se tornou ontem.

Inserida por Pensamentosempre

⁠Infelizmente o sentido de liberdade no amor foi banalizado na sociedade atual. Muitas vezes as pessoas falam que, embora amem precisam preservar a sua liberdade traduzida em individualidade e, não é isso. A liberdade proveniente do amor está em se colocar a serviço, caridade e desprendimento a ponto de se colocar no lugar do outro, é, antes de tudo, libertar-se de suas convicções.

Inserida por Pensamentosempre

⁠Parece que foi ontem que joguei a semente, hoje, nesse instante a árvore já se faz sombra.

Inserida por Pensamentosempre

⁠Cada manhã ensina que a vida não foi feita para projetos distantes, a vida pulsa e nos obriga ao imediato.

Inserida por Pensamentosempre

⁠O aprendizado não se comprova pelo que foi memorizado. O aprendizado se comprova pela capacidade de manipulação do objeto. O verdadeiro aprendizado não se pauta em erros e acertos, mas no processo que permite experimentações, cuja base são as tentativas elaboradas pelos erros e acertos.

Inserida por Pensamentosempre

⁠A oração é a reverberação do que foi cultivado no coração durante o dia.

Inserida por Pensamentosempre

Não foram as guerras que desmoronaram impérios, foi o tempo.

Inserida por halissoncaleffi

⁠Não foi em troca por um lar no paraíso e nem tão pouco por uma vida eterna, mas foi simplesmente por amor a ti Deus.

Inserida por joaoeudesdeana

⁠E o lagarto depois de tanto rastejar; deverás foi contemplado com um par de asas e voou.

Inserida por joaoeudesdeana

Não foi meu suor que ofereci; foram minhas lágrimas.
Não foi meu corpo que sacrifiquei; foi minha alma. ⁠

Inserida por joaoeudesdeana

⁠Dos amores e desamores que me visitaram

O primeiro — não foi bem-amado, mas necessário.
No segundo, tropecei às escuras, e ali me perdi.
O terceiro? Fagulha e incêndio. Do prazer ao desprazer, uma dança entre brasas.
O quarto, suor e paredes. Instinto sem enredo.
O quinto, breve ilusão com perfume de engano.
Do sexto, um pacto: conveniência, desejo e sedução mascarada.
O sétimo... ah, o sétimo. Teus olhos, a chave. Teus cabelos ao vento, tuas mãos — santo ofício do infinito.
O oitavo, desértico. Sem sal, sem açúcar. Um barco à deriva, explorado sem destino.
No nono, alquimia e êxtase. Fórmulas soltas no ar, afagos que me dissolviam no teu luminar astral. Ali, fui inteira.
O décimo, a queda. A conquista amarga, tua alma em desalinho — própria ao caos, imprópria à divindade.
Então veio ele — o que nunca se fez número, mas foi tempestade. Breve e explosivo, intempestivo e tempestivo. Nunca me esqueceste, pois era o que procuravas: tua chave do bem e do mal, tua colheita. O indígena dos teus olhos foi a única coisa que me fascinava. E mesmo não sendo eterno, foste ritual.
O décimo primeiro, aventuras secas. Mas vieram as águas. Yemanjá, tua onda me trouxe até aqui.
O décimo segundo? Distante, mas pontual — como um cometa.
E o décimo terceiro... será que virá? Teus olhos azuis e pequeninos me encantam. Mas há loucura nisso. E sei — és proibido para mim.

Inserida por ARRUDAJBde

Mas porque ela? Por que ela? A pergunta seria:
-Por que não aproveitei tudo o que me foi entregue, inclusive o mesmo tempo e momento?

Inserida por ARRUDAJBde

Parece que fiz tudo errado, mas foi tudo tão certo.

Inserida por ARRUDAJBde

⁠Todo grande homem ou mulher, que hoje é considerado(a), um dia, já foi chamado(a) de louco(a).

Inserida por ARRUDAJBde