Foi Deus que fez o Vento

Cerca de 185407 frases e pensamentos: Foi Deus que fez o Vento

«

O vento da tarde me penteava os cabelos
Eu seguia pelas veredas sinuosas da vargem do Piancó.

Monjolos, juás e malícias me afastavam
do pensar no gado.
Pragas invencíveis, sobreviventes às enxadas e venenos..

O suor escorria inundando todos os meus olhos.

O sol de fogo cozinhando meus miolos.


Divagava pelos anos passados sob meus pés:

Vacas e novilhas nascidas, vendidas;
Bezerrada desmamada, marcada, descornada...

Eu olhava minhas botinas velhas e seguia adiante.
Mais um pouco pra antiga sede.
Uma pinguela de aroeira caída sobre
O córrego, umas braças mais de quintal.

Virei menino nesse sendeiro.
Fui buscar uma foice emprestada..
Emprestei também pedaços de
Passado. E nuvens de lembranças das
Curvas da vida.

«

Gosto do inverno...
do frio, da chuva,
do vento gelado na cara em dias de sol
de me enrolar nas mantas
de me aninhar num outro corpo quente
da lareira acesa... se a tivesse

As vidraças do Sistema não são transparentes, mas se quebram com a força do vento.

"Podemos sentir o vento como uma brisa refrescante ou como um furacão devastador. Depende do nosso estado de espírito."(códigos da vida)

Se algum dia o vento lhe roçar forte e frio, não esqueça que tenho um sussurro leve e aconchegante.

O amor não deve ser como uma rosa, que por mais que bela, ao primeiro vento perde suas pétalas, mas sim como um cacto, que está lá sempre, mesmo no meio do deserto, com vento, sol forte, ele está lá.

Bate o vento, a planta se mexe, o bambu assovia, os pássaros seguem seu caminho em diração ao Sol, a pedra está parada. O Sol brilha, a planta se alegra, os animais se bronzeiam e brincam sob o clarão do Sol, alguns tomam banho de lama, outros nadam no lago, a pedra, ainda está parada. Então vem o mar bravo, com dias de tempestade, o céu de escurece, os animais se escondem e fogem, as plantas, indefesas, são torturadas e morrem, morrem pela fúria de um mar, que cansou de estar sempre lá, imparcial, e libera sua ira. A tempestade acaba, mas o mar ainda não está feliz, quando vê a pedra, que estava até então imóvel, caindo e se juntando a elem fazendo com que ele se acalme, e fiquem sempre juntos, o mar e a pedra, e pedra e o mar, e a natureza inteira volta a ser calma, linda, perfeita. Se eu fosse como o mar, você seria minha pedra ?

Namoro = Colecionamento de decepções, tristezas, traições, votos quebrados, palavras ao vento, declarações falsas e etc.

Corte = Colecionamento de alegrias, risos, amizades, famílias, diversão, felicidades, superações e etc.

A vida é uma faísca solta ao vento. Hoje quem amamos está aqui, em um segundo se apaga ao vento.

É madrugada...
O vento em meu ouvido sussurrando seu nome,
É gelado, e de um tom vago.
Cadê você minha mulher?
Porque aqui não esta?
Saudades de seus beijos...
De olhar em teus olhos e ouvir tudo que sua boca não diz.
Tens um olhar tão profundo...
É encantador a forma que me olha.
Minha nossa menina, Eu Te Amo.
Vem comigo, vem pra perto,
Deixe-me te mostrar o quanto isso é bonito, e grande o bastante para sempre te fazer feliz.
Fazer-te sorrir.

A direção que o vento vai ninguém pode mudar.

Se o escuro e o vento gélido da noite lhe assustar, não se preocupe. Pois estarei lá lhe protegendo, mesmo q vc não saiba ou q não sinta minha presença. Fiz do escuro meu amigo e estarei lá tbm, quando o dia impuser tanto medo quanto a noite.

Olha você aí de novo menina, rodopiando com o vento que vem de lá e de cá, achando que a vida ensina. Se ele bate forte você balança, se ele vem mais brando você se atira, fazendo do vento sua sorte, fazendo da brisa sua sina.

Inverno do céu azul sem nuvens, do vento gelado, dos lábios secos clamando por beijos seus, das folhas que caem no chão, que trazem saudades, saudades de uma estação!

Poeta não é só aquele que escreve poesia
Poeta faz da chuva, do vento
Da tristeza da alegria
Da noite e do dia
Uma eterna poesia

Não questiones o vento....!
Apenas sinta a brisa que sopra ao longo do tempo...!

"Novos jardins... Outras flores, novos perfumes, ao sabor do vento... Quase uma borboleta azul..."

Meu querer

Eu quero o repousar tranquilo da sombra das árvores. O som transmitido pelo vento, batendo levemente nos galhos altos. Quero o gosto do orvalho daquelas manhãs distantes. Quero abraçar a lembrança da estrada empoeirada, o sol que nasce por traz da montanha e chega a tocar meu rosto.

Meu querer não está tão distante, está no campo onde aprendi a amar e respeitar a natureza. A dividir a alegria com os pássaros, a cantar junto deles e ouvir seu canto. Observar o correr das águas límpidas dos rios. O toque da brisa nos meus cabelos. O perfume das flores colhidas na primavera e dos plantios do inverno.

Quero até mesmo o som da trovoada. Da chuva forte na janela, causando certo arrepio. Quero a mesma casinha às margens do caminho. A mesma estrada de pedra, construída com muito esforço, todas as manhãs, logo ao raiar do sol. Quero o calor das fogueiras nas noites de São João, com minha família ao redor do fogo, contando adivinhações. Quero sentir o cheiro da saudade de quem ia nos visitar.

Hoje, eu sei que, eu quero até mesmo o gosto amargo que ficava depois das despedidas. A solidão que se espalhava nos cantos da casa. O som da fala daquelas pessoas ficava dias ecoados na minha memória. Eram dias de saudades, vendo a solidão espalhadas em meio aos pastos verdes no inverno e secos no verão. Mas, no fim eram lembranças boas, acolhedora.

Esse é um querer sincero, vem das raízes do coração. Vem da vontade de voltar alguns anos atrás e abraçar aqueles instantes que eu não sabia que um dia iria se transformar nesta saudade cortante, neste querer louco de retornar e viver tudo de novo. Mas, como isso é impossível eu fico aqui, apenas remexendo velhas recordações que meu coração jamais esquecerá.

Anjo
Sou a chuva que cai,
e molha teu coração
Sou o vento que sopra,
e leva tua solidão
Sou a estrela que brilha,
te mostrando a verdade
Sou um anjo realizado,
por te trazer felicidade

Apago dez fogueiras pequenas, que o mínimo vento apagaria por mim. Reúno gravetos, quero uma fogueira que o vento espalhe.