Foi Deus que fez o Vento

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E quando cheguei
Entrei...
Como o vento que batia em teu rosto
Como a ferida que tanto doía.
Cada toque, um gosto
Você faria?
Olha para mim como se não fizesse nada.
Você me deixaria por alguns minutos?
O suficiente para preparar aquele café.
Que, com o vapor
no ar desenha calor
Eu desenho teu corpo em minha mente
Você sente minhas mãos?
Elas tocam teus cabelos.
Tu viras para o lado chateada
Eu sou culpado?
Eu sei, eu te trocaria por café!
O qual você mesma fez.
Diz-me, és feliz? Para!
Se tempo cura, tempo traz
E quando minhas palavras saem
Teu olha feliz desaparece
E as lágrimas caem
Mexa estes lábios
Fale algo!
Seus olhos falam desejo.
E tua boca me encara.

Só como sonhos vazios em desenhos brancos em folhas sem linhas, como vento sem sopro das árvores sem balanço de uma tarde sem vida, como o marrom do barro que escorre pela chuva para uma noite fria.

O sol bateu na Minha janela, o vento balanço às cortina, para que os raios solares entra se, quando abri meus olhos fui surpreendido pela surpreendente beleza, teu sorriso.

Sem você fujo de mim e do momento voou pelas ruas com vento.

Minha mãe já dizia:
Agosto desvia o vento
Muda sua direção
Só não faz contratempo
No meu coração!

mel - ((*_*))

Só de ouvir a tua voz
Nas rajadas do vento
Valeu a pena vir ver o mar.
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Felicidade não é como água de rio que fluem continuamente, mas como vento que sopra e passa, então toda brisa deve ser aproveitada em nosso favor.

Desencontros são encontros
marcados onde o vento faz a curva.

ALVORADA NO CERRADO (outono)

O vento árido contorna o cerrado
Entre tortos galhos e a seca folha
Cascalhado, assim, o chão assolha
No horizonte o sol nasce alvorado

Corado o céu põe a treva na encolha
Os buritis se retorcem de lado a lado
Qual aceno no talo por eles ofertado
Em reverência a estação da desfolha

Canta o João de barro no seu telhado
É o amanhecer pelo sertão anunciado
Em um bordão de gratidão ao outono

A noite desmaia no dia despertado
Acorda a vida do leito consagrado
É a alvorada do cerrado no seu trono

Luciano Spagnol
Agosto/ 2016
Cerrado goiano

Quero ir para um lugar onde o barulho seja apenas do vento e do mar...onde haja além de mim somente a presença divina da natureza "contaminando" a paisagem...e que lá reine os bons pensamentos e os sentimentos mais simples, entre eles a gratidão!

Um tsunami, tudo escuro, vento gélido, muitas pessoas ao redor, tomando suco e esperando o sol voltar, e a única sensação que consegue sentir é a de estar só, o único impulso que seu corpo sente é o de correr, correr...

Como é bom ver as árvores balançarem por causa do vento e saber que no fundo não estamos sozinhos.Pelo menos há o vento para nos alegrar,fazer-nos refletir ,relaxar e confortar.Assim como eu,o vento é uma presença discreta e muitos não tem o conhecimento da sua importância.

no mar navega o barco no barco navega o vento nas ondas do seus cabelos navega os meus pensamentos...

" Papel aceita tudo e palavras podem ser ditas ao vento, são as atitudes que mostram quem você é ."

Purgatório

Embaraçam-me os olhos
Teus sorrisos tênues dispersos ao vento...

No prelúdio cinza que a tarde canta
Me encontro fusco, embaraçado nas cores
Que o bosque tece: o meu purgatório

O crepúsculo desce e junto dele
A velha maresia sentimental
Penetra os meus sentidos, minha carne,
Me invade por inteiro
Tecendo em mim as cores do inferno:
A vida que tu puseste-me
E que agora arredio pra esquecer
Pra voltar a existir outra vez
Nas cores vazias que eu chamo o mundo...

não tem como nunca evitar uma amizade e vc não pensou em segurar ela deixou solto eo vento levou mas ai uma pesoa resebeu a mensagem do vento e veio me emcontrar e me disse que eu tinha um pedido de amizade eu aceitei e ai veio mais amigos e foi assim que a minha amizade surgiu

Sou pássaro, voou além da imensidão do mar, me faço garça...corro contra o vento, a favor do tempo e me entrego nos braços do luar.

Entre o espaço e a terra
Vejo o tempo Olho o vento Sinto o martelar do passado Corro em direção a mim Chego o mais alto que posso Entre o espaço e a terra deixo minha alma calar como o inevitável Entrego sem apego a luz que conduz o mortal à eternidade
Com dor debruço meu recomeço em forma de sonhos Olho a escuridão da noite, vem o vento trazendo a esperança perdida Vejo o cantar dos pássaros no amanhecer, vem o cheiro do orvalho da terra Vou correr e dançar no som dos anjos com harpas e flautas no doce encanto da luz que habita em mim

Saudades
Tenho saudades de um tempo de outrora Tenho saudades do espaço e do vento que soprava meus sonhos ao vento Hoje, relembro minha dor cravada na encosta do tempo onde o vento vagueia sua dor Tenho lembranças de meus olhos inchados de lembrar o passado Entre lágrimas e solidão renasci na memória do amanhã Caminhei com meus pés descalços na terra que me fez chorar Plantei a angústia da espera sem resposta Reguei com esperança e fé no desconhecido Sentei e esperei formar raiz orei dias e dias para fortalecer Quando me levantei tinha renascido Olhei para mim mesmo e agradeci o tempo que esperei Quando meus olhos se abriram comecei a compreender o amor de Deus E vi quanto foi valiosa a espera no Senhor O meu grandioso Mestre amado Os meus dias são todos Teus Minha vida pertence à eternidade.

Ninguém escolhe quem deve amar,
Amor vem como vento, invade o olhar, a pele, o coração.
Instala no peito e toma conta da cabeça, da vida.
Muda o foco.
Passada a paixão avassaladora se transforma e vira amor.
Ouro conquistado em convivência, cumplicidade.
É um diamante o companheirismo.
Deixa a vida colorida
Enche de esperança o sentir.
Quem tem um amor de verdade
Ganhou da vida um brilhante.
É preciso reconhecer e zelar.
Pois não é qualquer pessoa
Que o amor elege para amar..

Denise Portes