Foi Deus que fez o Vento

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O alto das montanhas...
Tem a nobreza,em que os mares o carrega,
Com o vento, de um sussurro ouço tua voz...

Na noite a mais triste, a lembrança...
A lua incendeia o seu olhar, só em lembrar enlouqueço-me!

Pois mesmo com tanta beleza
A lua jamais poderá ser tocada
Pois o alto das montanhas ainda roubam seu brilho...

Um dia enfim, toda esta tristeza terá fim,
Para que assim, pudesse brilhar,
Como todas as noites de verão!

Agora sim, na grama, na sombra do coqueiro, de boa na lagoa, acompanhada de muito vento e com o que tem o poder de nos fazer gastar e ainda assim nos tornar mais ricos: um bom livro!

Troquei o calor de um abraço pela leveza do vento.
Mas acabei perdendo meu coração com o tempo.
Mergulhei de volta ao passado
e sem perceber acabei afogando amores presentes.
Preciso retomar minha raízes
para que não sobre mais lugares para as correntes.
Os beijos se romperam diante desta confusão.
Meu amor se perdeu entre a areia e pedras,
e se afogou no deserto do vazio sem se quer exitar.
Mas o tempo responderá por nós agora...

O amor congela o tempo,
corre com o vento;
Sem a menor pressa ou contratempo.
Confunde sentimentos,
não se explica nem dá argumentos.

Faz as bocas emudecerem,
os corações palpitarem;
O corpo ficar leve e os pés levitarem;
Nos faz viajar por entre loucos sonhos,
e construir castelos no ar.

Que loucura é essa
impossível de esquecer?
Que faz os pelos se atordoarem
e a pele estremecer;
Que nos tira o folego,
que nos rouba a razão;
Impossível descrever tal emoção.

"Sou como o vento, inconstante...sou como as águas agitadas dos rios e mares, sou como um pássaro que voa sem destino!
Não gosto de rotinas ou prisões.Que ninguém se atreva a tentar mudar-me, perderá seu tempo! Deixem-me sonhar, voar e, principalmente, ser como sou...Afinal, a vida é minha!"

Não quero mais esse calor! Quero dias cinzas, vento gelado batendo no rosto e tardes de outono.

O outono esta anunciando sua chegada. Dia nublado, vento forte e frio acompanhados de uma fina garoa e em alguns momentos os raios de sol. Que esse outono traga conforto e paz ao coração, que traga um novo sabor aos meus dias...

E eu chorei. Corri para fora sentindo meu coração sangrar. O vento gelado cortava-me a alma, e em meio às minhas tristezas, nem vi você chegar.
Mas quando você me abraçou, e depois do silêncio sussurrou uma canção pra mim, eu sabia que tudo ia ficar bem. Senti vontade de te guardar no bolso e trazer você para casa. Não cabia, você era grande demais. Guardei-o no coração, ao lado de outras lembranças, na gaveta de outros sonhos que sonhei um dia...Óh, que sonho! Um doce sonho de inverno.

Contos De Agulha

O amor fica enquanto o vento vai
Não existe medo nem revolta
Se tinha que ser, adeus, amor!

De novo o dia fica em mim
Como espera do amanhã
Afundamos no próprio mar?

Deixe aqui a sua carta
Escrita com sangue vazio
Não teve medo de dizer
Que sou mais um no seu olhar

É mesmo, eu não percebi
Nosso passado nem passou
Consolo meu inverno, dor
Sozinho penso que voltei

Ainda vai querer me ver
Em sonhos feitos de algodão
E vai chorar por perceber
A falta que a voz te faz

Agora voe
Mostre o que sabe fazer
Se não cair no próprio mar
De dor agulha solidão

A vida não tem planejamentos. Ela é como o vento que muda o rumo da maré, carrega a pipa pra longe da gente e faz os ponteiros do relógio alterarem nossos planejamentos ao virar o tempo. A vida não se define, pois está sempre em eterna construção. É o inacabado, porém sempre completo. O incorreto, mas que acerta-nos entre os erros cometidos. A vida não tem explicação. São as chegadas que não trazem nada e as partidas que deixam tudo pelos cantos. É o que se acumula na alma, mas não pesa. Porque a vida é sempre leve se soubermos a levar com paz. Morre quem não sabe aproveita-la, é eterno quem cultiva o amor. A vida não tem lógica. É se ancorar com um balão, conhecer as nuvens no fundo do mar. Porque viver é saber que a lei da gravidade é somente o que inventaram pra gente não voar. Viver é planar sem planos, rimar sem rumos e amar sem amarguras. O curto espaço entre nascimento e óbito não é vida, estes são somente os anos. A verdadeira vida se estende no curto espaço de entrelaçar as mãos, abraçar uma alma ou beijar calorosamente quem a gente gosta. No curto espaço do infinito.

Ah, como eu queria que o vento levasse nossas asperezas, nossos ruídos, nossas palavras duras. E que nosso coração não empilhasse uma mágoa em cima da outra. E que a gente cicatrizasse rápido. E que as cicatrizes se transformem em marcas bonitas.

Mensageiro do Tempo

Sou mensageiro do tempo, sou como o vento, sou como relâmpago, sou apenas um mensageiro! Te trago boas novas, te trago o acalento, te trago emoção, sou apenas um mensageiro te trago o que me mandão, mais lhe trago com satisfação. Te trago um beijo ate mesmo um abraço, mais posso te lhe trazer uma lágrima e também um sorriso! Sou apenas um mensageiro do tempo, que lhe traz o passado e também o presente para que seu futuro seja escrito.

Estou amando..O dia,a rua,o vento,as pessoas,os livros,meu lápis,minhas ideias, estou amando ..

O vento soprou para o lado esquerdo
E pra la que eu vou
Quem sabe se encotrarei o meu grande amor
Sou dinocles dizendo minha melhor amiga
Ela me dando forca pra continuar a procurar meu grande amor assim que nos fazemos
Me dando ideias pra conquistar as suas amigas e primas mas nunca da certo e lea diz o PIOR CEGO E AQUELE QUE NAO QUER VER.....

Aprendi que ao espalhar coisas boas, o vento se encarregar de trazer outras melhores para mim...

Notícia do vento da manhã:
Vêm pássaros enfeitar sua janela,esteja bela.

Almas Gêmeas
Alma minha......
Há milênios te perdi
Desde então, fui tangida pelo vento
Rondei campos e desertos
Pelo mundo inteiro vaguei
Rompi os véus da lógica e a barreira do tempo
Visitei a inocência dos anjos
A sabedoria dos deuses, a pureza do cristalino
Passei pelo arco-íris, indaguei ao pigmento das cores
Caminhei por todos os matizes e não te encontrei
No canto das aves te mandei recado
Perscrutei todas as paragens
Nas asas firmes das águias viajei
Caí como neblina nos penhascos
Deslizei por entre os montes
Lavei todos os caminhos que percorri
Tanto, tanto indaguei que nessa busca quase te perdi.
Mas ao me encontrar com a solidão
Parei assustada e acordei, todavia ainda sem ti.
Mas, um belo dia, conheci uma pessoa
Não, não foi uma saudação comum aos que se encontram na rua
Daquela impecável presença
Uma candura antiga me acercava
E uma sensação de paz, há muito tempo experimentada
De onde nos conhecemos, me perguntava?
De qual século, ou de qual plano?
E de súbito descobri
Hum, és tu, a minha outra metade
De mim se expandiu um grande grito
Um grito de dimensão nunca dantes pressentida
Esse meu bramido surdo transfixou o céu azul
De nuvens brancas e opacas
Em busca do eco que um dia nos reservou espaço
E que, se por acaso, pairou por séculos sem fim
Por certo, fixou-se em minh’alma
Atravessou universos sem fronteira
E por eles tomou várias formas
Para nos surpreender, por fim, assim, frente a frente
Na terra ligados apenas por invisíveis laços
Como água do mesmo rio, por obstáculos separada
Ou como rios paralelos, fazendo curso lado a lado
Porém significativamente separados.

É nas notas que o vento traz,
que eu encontro o que me satisfaz.
Música para relaxar, deixa leve,
é feita para o meu corpo acalmar.

Viajo ao vento por ainda me faltarem raízes; sou semente carregada - amanhã quem sabe.

Paz Noir.

Noite de vento.
Folhas soprando.
Que mo(vi)mento.