Foi assim que tudo começou
❤Anjo Negro #01 Segredos❤
Tudo começou quando meu irmão Jesse me chamou para a escola, ele e 1 ano mais velho que eu, ele tem 17 e eu 16, era para sermos gêmeos mas rolou um "emprevisto"
meu irmão foi adiantado ele saiu com 5 meses do útero eu fiquei até os 7 meses (não sei como), nasci dia 14/01/2001 e mei irmão dia 14/11/2000 pois e...
Quando cheguei meu melhor amigo o Michael estava me esperando para entrarmos na sala, e ele me contou que a namorada do meu irmão tinha traído ele, eu queria contar para ele mas os amigos dele são muito idiotas e tenho vergonha de falar com eles.
Minha amiga Lissa estava la no meio dos meninos junto com o irmão Nikolas, eu e Michael puxamos ela e ela agradeceu, bom... esse e o começo do ano.
O Sr.Fitz ele e legal e tal mas e meio biruta sabe? Já no recreio Michael me contou um segredo entre nós, esse segredo e muito esquisito pra nossa amizade pq tipo ele falo... que... gosta... de mim mais que amiga! Ele me chamo pra assistir um filme e eu não recusei ne?!
Então, tudo começou a ficar escuro; lentamente, eu via imagens se destroçando na minha frente, coisas que estavam lá, e coisas que não estavam. Palavras soltas rodavam a minha volta, números e relógios me acertavam com pancadas fortes na cabeça. Eles se destroçavam enquanto faziam suas funções tortuosas. As pancadas dos relógios eram fortes, não era como sentir um relógio simplesmente batendo na sua cabeça, era bem mais profundo que isso, eles tentavam entrar em meus neurônios, roubar informações, com pancadas.
Chacoalhei minhas mãos em volta de minha cabeça, mas os relógios continuavam a me bater, os números continuavam a girar e as palavras continuavam a aparecer. Após essa tentativa em vão, tentei me levantar da cama, então o chão se desmontou na minha frente, os móveis do meu quarto começaram a andar pra traz na tentativa frustrada de fugir do desabamento, então resolvi tomar a mesma decisão.
Tentei me afastar do buraco que se abria, mas parecia que quanto mais eu andava pra traz, mais ele me seguia e se abria como um vulcão em erupção. O fundo do buraco não era preto, não era branco, ele não tinha uma cor definida, eram várias cores misturadas, jogadas aleatoriamente naquele buraco, elas formavam algo como uma sinfonia, as cores eram tão surreais que podiam se transformar em som, não um som desordenado, mas uma sinfonia, não uma sinfonia qualquer. O hino de Aletunia! O som se propagou pelo meu quarto em forma de cores e números, tentei escapar, mas eles tentavam me devorar, como se eu fosse uma presa de um caçador.
As cores foram se transformando em líquido, um líquido colorido e aleatório, que ia enchendo o meu quarto, com os relógios batendo em minha mente, tentei jogar o líquido pra fora de meu quarto, mas não era possível. Era como se o líquido não estivesse ali, mas ele estava me afogando, estava alcançando o meu joelho.
Era possível ver a parede descascando e se transformando no líquido que subia em meus joelhos, olhei a minha volta, aquilo não parecia meu quarto, não era mais meu quarto.
Eu estava em algum pedaço aleatório de uma galáxia distante, em alguma fenda de tempo desconexa à dimensão em que vivemos. As cores continuavam subindo, agora estavam em minha barriga, eu podia senti-las, sentir seu cheiro e até ouvi-las. Não ouvir elas em si, mas sim o hino de Aletunia.
Peguei as cores na mão, e elas foram seguindo pelo meu braço e tomando conta de mim, logo percebi que os relógios não me batiam mais, eles estavam se derretendo e entrando em minha pele, eu sentia ponteiro por ponteiro no meu braço. As palavras em latim agora estavam soltas no meio do líquido, dando mais cores a ele.
O líquido foi me afogando, lentamente.
Lentamente fui perdendo a respiração...
Lentamente perdi a consciência...
Lentamente me perdi...
Tudo começou por um simples oii no face, por meses fomos amigos, depois de certo tempo não nos falamos mais, e agora eu ha encontro em minha frente, vejo o brilho em seus olhos e fico zeen, quando vejo seu sorriso ,,
viajo ha outro mundo quando nossas bocas se encontrão,
Vc e td que ha de boom em mim..
Hoje vim falar um pouco do destino e como ele brinca com a gente, tudo começou em 30 de setembro de 2011 foi quando eu "conheci" uma pessoa q mudou minha vida, uma pessoa q chegou de mansinho com vergonha ate de falar kk e com o tempo foi se tornando a pessoa mais importante para mim, mas esse mesmo tempo junto com os planos do destino te tiraram de mim e até hoje eu não sei o "porque",o triste e te ver e não poder te tocar, te ver e te ignorar enquanto a vontade é outra, sinto falta de deitar no seu colo e ver o futuro de ficar imaginando tudo até do júnior assim como vc o chamava kkk sinto falta também da sua rizada engraçada kk e do seu sorriso, lembra q foi uma das primeiras coisas q falei q era lindo em você? Mas tudo acabou e você continua bem talvez até melhor do que antes, mas quero te agradecer pelos 2 anos e te dizer q se esses 2 anos foram mentiras, foram a melhor mentira q já me pregaram, Valeu por tudo minha lindinha kk
hoje nem foi um pensamento, mas sim um desabafo q posso servir de inspiração pra outras pessoas fazerem o seu e também serve pra mostrar q vc deve deixar a pessoa sempre ciente de seus sentimentos antes q seja tarde eu sempre deixei e mesmo longe hoje essa pessoa sabe q tudo foi verdadeiro, o que deixa triste é saber q os momentos bons não vão mais se repetir!
Tudo começou quando uma aluna do terceiro ano no meu colégio estava de aniversário, nesse sábado. Não pude ir, eu apenas fiquei sabendo sobre o que aconteceu na festa.
"Ai, fulano ficou com fulana, beltrano ficou beltrana, acredita que ciclana agarrou o ciclano no meio da festa e a festa toda parou só pra ver eles??? Por essa, eu não esperava! Aí a tia Claudia (mãe da aniversariante) adorou eu a beltrana porque não ficamos com ninguém na festa!"
Ué, não fez mais do que ter bom senso. Os jovens, hoje em dia, consideram o fato de 'pegar' alguém como uma conquista, uma façanha, e que deve ser exibida para todos em redes sociais. Eles fazem isso apenas por diversão, mas não por se amarem de verdade. É só aquela coisa 'do momento' e já acabam (aquilo que nunca começou de verdade) e continuam a 'pegar' mais gente. Isso não leva ninguém a lugar algum. Só fica famosinho entre os jovens babacas por ter ficado com um monte de gente, mas e pra vida, você vai levar algo bom disso? Vai te tornar uma boa pessoa? Vai fazer com que você seja bom naquilo que você faz ou trabalha? Vai te tornar mais inteligente? A resposta é mais do que óbvia, mas essa juventude se deixa levar pelos prazeres e não pensa nisso. Isso tudo é muito banal. Se algum dia eu 'ficar' com alguém, é porque eu realmente amo essa pessoa. E por isso, eu gostaria que ela lesse esse texto.
Exórdio de um sonho
Quando tudo começou, eu era uma simples criança que desejava flutuar nas praias
de tinta de caneta, nos barcos feitos de papel A4, no meio uma mesa de madeira,
escrevendo minhas emoções em sistemas linguísticos, conversando sobre meus
sonhos com os peixes que eu pescava com o anzol de ideias, matando a minha fome
na fonte da beleza dos olhos do mar, saboreando cada letra que se fazia à minha
boca.
Quando isto começou, eu não sabia ler nem escrever, era tudo um sonho, eu
desejava retirar do mar, mariscos de palavras, para refogar os meus poemas, da
terra o arroz de pontos, vírgulas e acentos para cozer o meu vocabulário, fazer das
minhas ideias um lindo livro escrito por mim a tinta preta, no papel branco
aformoseado de imagens e textos apetitosos para que de longe sintas o cheiro dos
lindos versos, estrofes, histórias, poesias com sabor a literatura, fazer das minhas
frases uma receita com um conteúdo repleto de episódios forjados pelas minhas
loucuras.
Quando me dispús a fazer, comecei a escrever frazes lindas, com o cheiro da
natureza, cor do céu e tamanho de um grande sonho que já o via à vista dos que se
deliciavam dos meus pequenos textos gostosos de se ler, apetitosos de se ouvir, fruto
de uma inspiração de vontade de ser um poeta.
Voltando pra casa
Estou indo de volta pra casa
Onde um dia tudo começou
Por muito tempo eu fugi
Estive em lugares desconhecidos
Me perdi antes de me encontrar
Por dias vi a noite passar
Esperando a dor partir
Estou indo de volta para casa
Onde o teu amor é suficiente
De tanto fugir quase desisti
quero voltar e acho que vai me entender.
Mesmo que não queira perdoar.
Estou indo de volta pra casa
Onde é o meu lugar
A distancia parece cada vez mais longa
quanto mais tempo fico longe de você
Me restaram apenas duvidas
Dadivas de uma vida perdida...
Estou indo de volta pra casa
Onde posso finalmente ser quem sou.
Me traga para o começo, prometo não fazer nada de errado, me leve para a onde tudo começou, não sabia o que estava fazendo, agora sei muito bem o que estou fazendo, e o que vou fazer.
Como tudo começou, e continua resistindo à passagem do tempo, há mais de 60 anos, e vai continuar até quando nos for permitido...
Foi assim que começou o que é o namoro de toda uma vida...
A receita é simples: RESPEITO, COMPREENSÃO, DOAÇÃO, AMIZADE, MUITO AMOR E CARINHO E SINCERIDADE TOTAL...
Ósculos e amplexos,
Marcial
NAMORO DE TODA UMA VIDA
Marcial Salaverry
Tudo começou em um baile de formatura, dia 27/12/1958, no Clube Transatlântico em São Paulo.
Fôra a essa baile, muito a contragosto, apenas e tão somente para acompanhar um amigo, com a idéia de ficar algumas poucas horas, e me retirar. Estava cansado, pois chegara de viagem. Aborrecia-me naquele baile, tudo me parecia entediante. Estava disposto a afogar meu tédio em alguns Cuba-Libre.
De repente, vi aquela jovem loura, alta, esbelta... Com seu vestido rosa, seus lindos olhos azuis, seu sorriso angelical, compunha a mais linda figura feminina que jamais vira. Foi a primeira vez que senti aquele bater forte do coração, e naquele momento, pareceu-me ver um anjo descendo do céu. Pareceu-me que o salão se esvaziara, e os únicos que lá restavam, eram ela e eu. Nunca uma garota me houvera despertado tal impressão. Impressionou-me tanto, que comentei em voz alta com meu amigo:" Caramba... com essa eu me casaria amanhã mesmo." Quase cumpri a palavra... Casamo-nos alguns meses depois.
Há que se notar que sempre tivera extensa lista de namoradas, mas nunca houvera sentido a emoção do amor. Mas aquela moça, ela superava a todas. Jamais havia sentido algo parecido.
A música recomeçou. Despertei de meu enlevo, e tirei-a para dançar. Ao rodopiarmos pelo salão ao som de Fascinação, decretei que aquela seria a música de minha vida, e que aquela linda jovem iria acompanhar-me para sempre. Seu doce sorriso cativou-me ao primeiro momento. A primeira perguinta que me fez, foi:"Voce fuma?" Quando falei que não, e pelo contrário, tinha ojeriza pelo cigarro, ela disse: "Que bom..." De imediato, tratei de assegurar que o resto da noite, ela só dançaria comigo (como se fazia naquela época). A princípio relutante, terminou por concordar, e assim fizemos par constante o resto do baile.
Meu amigo, a quem dissera que iria embora cedo, quis se retirar. Disse-lhe que se fosse. Eu ficaria. Garanti que havia encontrado a garota de minha vida.
Ele debochou, lembrando que eu já havia me apaixonado um sem número de vezes. Rebati dizendo que desta vez não estava apaixonado, mas sim, que havia encontrado o Amor de minha vida. Que a paixão é fugaz, mas o amor é perene. Sempre fui um romantico incurável, em busca do amor...E encontrei...
Ao terminar o baile, quis acompanhá-la até sua casa, não me permitiu, pois afinal, acabáramos de nos conhecer. Eram outros tempos...
Marcamos encontro para o dia seguinte, para ir ao cinema. Lembro-me ainda, fomos ao Cine Marrocos, assistir Sayonara. Cometi a audácia de beijar-lhe a mão. Por pouco não se levantou a saiu do cinema. Imaginem só. Beijar a mão logo no primeiro encontro. Eram outros tempos...
Foi dessa maneira que tudo começou. Foi uma mudança radical em minha vida. Sempre fôra dado a aventuras, era boêmio por excelência. Houvera abandonado os estudos, para ter mais tempo, como dizia, para as garotas, mas esse encontro contudo, determinou novos rumos, afinal havia encontrado o amor...
Meus familiares apenas sorriam, acreditando ser mais uma de minhas loucuras. Ninguém acreditava quando eu dizia que o que havia sentido era para valer. Alguma coisa me dizia que fôra realmente "fisgado".
Começamos o namoro, como convinha na época, na sala de visitas de sua casa, sempre com a presença de algum familiar, "para manter o respeito". Quando saíamos, nunca era a sós. Ao cinema podíamos ir sem companhia, mas com hora marcada para voltar para casa. A bailes, nem pensar que poderíamos ir a sós. Sempre alguém "para segurar a vela". Eu sempre estivera habituado a sair com as chamadas "garotas fáceis", de repente sair com uma "de família" (essa era a diferenciação na época), era complicado, mas houvera decidido mudar de vida e assim fiz. O amor realmente é lindo... Rompi completamente com tudo que me ligava à vida noturna, às farras, às rodas de amigos. Ninguém acreditava no que estava acontecendo. Nem eu...
Devido uma série da circunstâncias, entre as quais uma briga familiar, decidimos antecipar nossos planos de casamento. Fiz com que, tanto ela, quanto sua família, entendessem que deveríamos nos casar logo, pois, como saíra de casa e estava morando em uma pensão, sempre havia o perigo de eu ter uma recaída, e começando a sair novamente, voltar para a boemia. Claro que houve resistência por parte da família. Todos acreditavam que estávamos sendo precipitados. Nada justificava a pressa.
Ainda como agravante, não tínhamos uma base financeira sólida para encarar uma vida conjugal, e mesmo assim decidimos. Resolvido o detalhe, marcamos a data do casamento.
Havia ainda outro problema. Uma ex-namorada grávida, ameaçando fazer escândalo na igreja. Felizmente havia contado tudo sobre minha vida anterior. Assim a ameaça da outra não surtiu efeito. Por fatos como esse, ninguém em minha família acreditava que o casamento durasse muito tempo, duvidavam da seriedade de meus propósitos. Meus irmãos fizeram um bolo esportivo, para ver quem acertava quanto tempo duraria o casamento. O mais otimista, palpitou 1 ano. Errou por pouco, pois já lá vão quase 61 anos.
Nossa vida é uma prova cabal da força do amor. Nestes 61 anos, cujo inicio foi contado acima, claro que tudo não foi um eterno mar de rosas, pois tivemos toda a sorte possível de problemas que poderiam ocorrer a um casal. Tivéramos tipo de vida completamente diferente. As engrenagens foram se ajustando a pouco e pouco. Cada qual cedeu em algo, e fomos nos acertando. Dificuldades financeiras foram uma constante, problemas de saúde com filhos nos custaram uma casa. Sempre um apoiava o outro. Quando um começava a desanimar, o outro o puxava pela mão do fundo do buraco, trazendo-o para a luz. Quando começávamos ambos a desanimar, apoiávamo-nos em nosso amor, e conseguíamos recuperar o ânimo, principalmente com a ajuda de nossa Fé em Deus, sempre inabalável. E como Ele sempre nos ajudou...
Um amor construído à base de muito respeito, muito diálogo, muito carinho, muito companheirismo, e, principalmente de uma amizade inquebrantável.
Acima de tudo, sempre fomos amigos um do outro. Essa é a base uma união completa, que já dura há 61 anos, e foi essa amizade que nos ajudou a suportar, primeiro uma mudança de cidade devido saúde de nossa filha. Viemos para Santos, sem apoio, sem base, só confiando em nosso amor.
Depois, devido a uma fase difícil que estávamos atravessando, decidimos tentar a sorte na África. Coisa de loucos? Claro... mas de loucos com uma fé inquebrantável no amor, que nos permitiria superar tudo, sempre com a ajuda de nosso Amigão...
Não posso dizer que nosso amor é o mesmo de quando começamos. Na verdade, agora é muito maior. Cresceu quando superamos nossas crises financeiras. Cresceu quando superamos nossas divergências pessoais. Cresceu quando superamos nossos problemas de saúde. Cresceu quando superamos as dificuldades de relacionamento que uma longa convivência traz. Hoje contudo, quando olhamos para trás, e vemos o longo caminho que percorremos juntos, agradecemos ao Amigão o fato de nos colocado no mesmo caminho, que nos levou àquele célebre e inesquecível baile do Clube Transatlântico, e que nos fez conhecer de fato, o que é a força do amor. Posso dizer com segurança, que nunca fomos apaixonados, nunca estivemos perdidamente apaixonados um pelo outro. Não é a paixão que determina a felicidade de uma união, mas sim o AMOR, a AMIZADE, o RESPEITO, o DIÁLOGO...
O amor que nos permite hoje, como sempre, desde o primeiro dia, olharmo-nos um dentro dos olhos do outro e dizer com absoluta segurança EU AMO VOCÊ, algo que nos permite fazer de cada dia, sempre UM LINDO DIA, desde a manhã do dia 28/12/1958 até hoje e sempre...
MARCIAL SALAVERRY
Tudo começou com uma promessa. E depois, como um pára-brisa quebrado por uma pequena pedra, a lasca se transformou em rachaduras profundas que se espalharam até que não havia mais nada para consertar.
CORPORE
Tudo começou numa tarde de sábado.
Tinha agendado um atendimento no seu espaço.
Ainda me lembro de cada movimento e palavras trocadas.
A energia que circulava no ambiente e aquela luz, que parecia uma sessão de cromoterapia.
Muitas coisa foram ditas que alcançou uma profundidade na qual eu não sabia que era possível.
Solidão, bem, oportunidade, rasteira, oportunismo, família e outras coisa que não podem ser ditas.
Acabei no meio do caminho desejando um relacionamento que talvez nesta vida não se concretize, mas na próxima quem sabe.
Não pude me despedir de uma maneira adequada, mas logo te encontrarei no caminhar da minha estrada.
THIAGO RIBEIRO DOS SANTOS
02/08/2020
Tudo começou no dia do embarque. Embarcaram no navio acreditando que seria a melhor viagem da vida. Elas estavam erradas.
Hoje vim contar a vocês o porquê do meu nome ser "dona solidão" Bom tudo começou no meu pré ou seja quando eu era pequena, meus pais brigavam muito , na escola nem todos GOSTAVAM de mim, bom quando eu troquei de escola , fui pro 6 ano , sala mais cheia , mais pessoas , pensei que podia fazer grandes amigos , afinal fiz um que levo pra vida , talvez esse texto entregue quem eu sou , no 7 ano fui fazer um trabalho de entrevistar grandes frutos da nossa cidade e ninguém queria fazer grupo comigo porque eu era grossa ou seja sofria bullying uma coisa comum no mundo que vivemos mesmo com todas dificuldades eu fiz sozinha assim mesmo
Fiz minha entrevista com o irmão do Moraes Moreira , fui uma entrevista muito boa pude aprender tudo com ele , uma das coisas que a vida me ensinou é que nem todo mundo é seu amigo e eu aprendi da maneira mais cruel o possível , e ninguém se importava em perguntar se tava tudo bem , bom eu tive um tempo difícil em que eu não queria sair de casa , não queria desabafar , eu ia até em psicólogos teve uma muito boazinha mais não vou citar nome então... daí pra cá não conseguia mais respirar de tão chato que tava minha vida , Então comecei a escrever e deixar o nome "dona solidão" no final dos textos
Porque me sentia sozinha , e não queria que ninguém soubesse que eu estava mal
Porque meu lema era fazer os outros sorriem e acabei esquecendo como ser feliz , como sorrir novamente , como acreditar de novo, minha paixão por escrever textos e a música me fizeram continuar .
Tudo começou quando uma criança inocente feliz, viu seus amigos, diferentes, sofrendo e não sentindo aquilo se sentiu diferente e quis se aventurar no mundinho escuro de seus amigos, agora ela tenta sair..
Tudo começou com um sentimento chamado amor, logo após veio a dor, meu Deus que horror, as chamas da ilusão, invadiram meu caminho, me jogaram na escravidão, indecisão me tornei um detento, prisioneiro do vento, que ficou preso naquele quadrado, criado por cimento, muito lamento, nada de avivamento, por que isso acontece? Que lamento não tem explicação, nem motivação, para continuar vivendo então, minha vida passou rápido, igual a vida do gado, que só nasce pra morrer, e ninguém vai lá socorrer, e vive pra sofrer, não dá pra entender, será que dá pra resolver, esse assunto não para de mexer, com a minha cabeça vazia, é melhor pular no fundo da piscina, isso realmente é uma idiotice, não foi eu quem disse, novamente divagando nas ideias de orangotango, não sei mais o que escrever, vou parar por aqui, tentar viver, não amarei nunca mais, por favor me deixe em paz.
