Fogo
"A manipulação, a técnica de fazer e manter o fogo pode ser também a invenção das invenções. Talvez, sem esta invenção, o homem não se "inventaria"!"
Caminho de casa
O fogo nunca falam de seu calor
Cujo o olho de pedra está na terra
A tapeçaria de linho branco
O futuro é uma fumaça ao céu
A aranha apanha as estrelas
O leão ruge com o seu som amargo
A sua mão para abraçar o vento
Valerão a chuva na terra seca
A minha barba segue a orla do mar
Refugiado ao calor da vigília da noite
Lábios cantam o trigo banhado no fogo
O passado se alegra com o homem livre
Profundo é o abismo do meu coração
Estou fechado nesta água que é o mar
Arderá minha pele sobre o calor do sol
Está comprido este caminho para eternidade
Quem conhece o poder de uma caneta
Edilley Possente
Hoje eu tô que nem fogo: se acender eu queimo, se jogar água apago, mas se soprar eu lastro!....♪◠‿◠♪....
Quando somos cheios do Espírito Santo, um fogo se acende em nossos corações que nos leva a proclamar a mensagem de Cristo. Esse fogo também nos dá ousadia, unção e autoridade para levar pessoas a Cristo
Eu sou assim, meio in meio ão,
Meio ar, meio chão,
Meio fogo, meio Vulcão...
Sou luz,
sou escuridåo
Sou ponto de interrogação,
E vc meu amigo,
nao tente decifrar-me,
Vais falhar na sua missão.
So restará a mim,
devorar-te!
Ar feminino do fogo
O ar feminino do fogo
Abranda-se em sua formosura
E com seu prazer sensitivo
Lambe a carne das coisas
Com veemência expõe-se
Lançando seu desapego
Interpretando sua composição
Faminto oscila, baila, flama.
Devorando-se como a um grito
Chega ao seu ápice, expurga e fim.
Apenas cinzas fitaram o vento
Apagadas e frias ressaltam...
O ar feminino do fogo jaz sem luz.
Enide Santos 16/06/15
Hoje parei para ti confessar o amor que sinto por ti
es o fogo que nao me queima
a chuva que nao me molha
mas como posso assim ti levar
se o teu pai nao me quer
a tua mae nao quer nem saber
seu irmao me lanca bala quente
sua irma me lanca agua quente
como posso assim eu ti levar
seus vizinhos so me falam atoa
vida assim nao esta na boa
deixe me viver em paz....
Feito por: Americo Orlando Sando
Sublimação Versal
O fogo, a água, a terra, o ar;
O amor, o ódio, a união, o mar.
A idéia, a palavra, a certeza, o incerto;
A luz, a escuridão, a natureza o universo.
Elementos-chave!
Composições de uma vastidão maior;
O Cosmos além do visível,
Indivisível Infinito,
Partícula menor...
O que há do que se foi,
O puro que é doce,
Muito antes do depois!
A virtude que dita,
Que cala e que abala;
O Grito do ímpeto!
Essência,
íntimo da própria alma...
A comunidade e a consagração,
Celebram a existência,
Com divina Inspiração!
Mais um dia,
Que logo irá ser pretérito;
Presença única transeunte,
Sublimando por simples versos...
PÁTRIA AMADA
...E o circo pega fogo
No alçapão dos brasis...
Borbulham panelaços
Nas trempes da Pátria Amada...
Um muro um tanto frágil
Separa os espectadores,
Aliás, as torcidas.
De um lado - o verde e o amarelo
E do outro - o vermelho.
Gestos e gritos, uivos e berros
Arrebentando tímpanos...
Durante horas quilométricas
Frenéticos atores
Protagonizam as cenas
E afugentam o cansaço.
Eis o nobre circo
Em que, sem exceção,
Cada artista é um palhaço.
Gradativamente, sou forçada a aceitar quem sou. Uma menina gravemente queimada e sem asas. Sem fogo. E sem irmã.
Se a casa caiu ,vamos levantar
Se a enchente deu ,o negócio é nadar.
Se o fogo ta pegando ,vamos logo apagar.
Se a planta morreu,bota outra no lugar.
O negócio é agir ,para de reclamar.
Pois enquanto tu reclamas, a vida corre sem parar.(A.J)
Sabe o que é o inferno? Inferno não é fogo e diabo como nos ensinaram quando éramos pequenos… Criamos nosso céu e inferno enquanto estamos vivos; toda vez que causamos dor, toda vez que causamos sofrimento. Isso é o inferno.
Fogão de lenha
Ah! O velho fogão de lenha
O fogo estalando o graveto
Panelas empretejada e prenha
Exalando seu tempero secreto
Só saudade, razão quem o tenha
Na fornada os biscoitos de goma
D. Celina. Quem duvidar, que venha
Provar, do pão de queijo, puro aroma
Velho fogão, assim, faz sua resenha
Envolta os causos e mexericos soma
Ao café no bule, que na alma embrenha
Só tu pode e guarda em seu fogo lento
O poetar que meus versos ordenha
Lembranças de um tempo de contento
És tu velho e bravo fogão de lenha!
Luciano Spagnol
