Fofoca
Pessoas baixas usam da fofoca para tirar vantagem sobre ignorantes que as ouvem, levam-as a sério e disseminam.
A fofoca é o meio mais baixo que os mau intensionados usam para se perpetuar e tirar vantagem dos outros dentro de um ambiente.
A fofoca vem acompanhada da injustiça, do rancor e da miséria humana, ela corrói tudo, é o pior inimigo interno que uma empresa e família possui.
Ela destrói a confiança e a harmonia.
As pessoas gostam de ouvir tudo, a música boa, a fofoca, a história, a mentira, menos a verdade. Por isso, a verdade de Cristo constrange, mas a verdade humana destrói.
Podemos comparar a fofoca, com um palito de fósforo aceso, em uma floresta de árvores com seus galhos secos.
Questão de segundos o fogo consumirá tudo.
Não adianta CRITICAR ou investir na FOFOCA!
Ou marchamos todos juntos ou o grande barco da vida naufragará...
“A fofoca é um câncer imutável inserido em nossa sociedade, com intenção de destruir o próprio ser e impedir que haja desenvolvimento pessoal em sua vida”
LÍNGUA FOFOQUEIRA
Como é triste u'a língua mexeriqueira
Que adora propagar uma fofoca!
Exímia em por fogo no que toca,
Destruindo a harmonia costumeira!
Como é triste uma língua fofoqueira,
Fazendo de boatos — troca-troca;
Perfurando a moral feito uma broca,
Capaz de demolir u'a vida inteira!
Como é triste uma língua leviana,
Que trabalha, incansável, qual insana
Pra aniquilar a vida d’outro alguém!...
Ela chega de mansinho em tua casa
Esperando que tu abras uma asa,
Pra amanhã, de você, falar também!
A fofoca em nossos dias tem o fim de punição ainda que os que são alvos dela permeiam em erro e prevaricação.
Sabe por que a fofoca existe? Há pessoas que usurparam tanto a vida alheia que tornaram-se altamente estranhas de si. Assim, a única maneira de não ter que encarar o próprio “eu” é perambulando a existência do “outro”.
Aquele que muito fala muito erra, porque a língua desenfreada e a fofoca são ferramentas preferidas do mais astuto dos artífices.
A fofoca é um câncer, que corrói a dignidade do fofocado, sem mesmo a perceber.
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)
