Flor
A flor rara no planalto central
No momento crucial esse homem descia a avenida em busca dos olhos do outro que não eram os olhos do observador , sentiu o retirar da tampa de sua cerveja com suas mãos suadas e trêmulas, ao esperar de um som rasante, um tilintar que não vinha em sua mente, pensando no passado e nos momentos vivenciados a um tempo, e olhava para si mesmo procurando no outro a sua identidade , ou qualquer naco de um tempo de uma pulsar que se explode do nada e do outro, na aurora de um dia que nunca existiu na sua plenitude, mas sempre com um alvorecer voraz de mostrar o mesmo, enquanto o outro objetado na sua absorção das nuances que se encontravam naquele mesmo momento, a ideia de sobejar e fazer um alvoroço voraz, as siluetas dos olhos amargos cravos nas constelações perdidas, na fugaz lembrança de um poeta morto por seu próprio eu que não era o outro, cantante pelas pradarias de um novo orvalho nessa selva de pedra que fulmina no final quando se curva pela idade e pelo tempo atomizado, na penalidade das tristezas que geram penumbras, de sonhos em espirais cantantes de um sonho noturno, que fragrâncias surgiam gritantes, criva na alma e no corpo rente a um poste claro na cidade, com os perfumes, com todos os matizes de cores e tudo mais que se possa acontecer em uma noite em que o melhor seria não deixar que outro existisse, pois a condição do mesmo já não era melhor do que o mundo que se via lá onde as impressões passavam soltas, havia um certo de entendimentos sobre o que busca a luz quando alcança as trevas, em superação ao mesmo que se encontrava perdido e se encontrava no outro que não era mais o mesmo, de antes de passar por tantas provações do seu ser em si que a si não mais se pertencia, quando o sonho não podia mais ser pronunciado pela penumbra do amanhecer, que ainda tarda em quedar e vir a ser o que não é mais que uma noite com seus perfumes fugazes, de uma busca de um quero mais da noite que ainda pra alguns parece estar apenas por um triz de um sobejo maior, ainda sentindo entre os dedos um prazer de sentir até a ultima gota daquela que seria a primeira e ultima cerveja, mas não tão simples e perdida como seria para o outro, que ainda não conhecia o múltiplo no único que devassava os prazeres de muitas noites incessantes, por não ter tido o outro mais que muitas replicas do que já existia, e não se comprometia mais com a razão do que com o motivo do ser e estar de muitas replicas que não levavam os pés soltos no ar dançantes daquele que olhava por todos os lados, os mortos que caminhavam bebiam e dirigiam seus carros como filas de uma grande minhoca bestial, os olhos do observador não era mais o mesmo, mais o outro que ainda com sua cerveja olhava como tantos bebem e morrem e tantos outros dirigem seus carros e morrem e como os que ainda ali se alimentavam como animais em um grande curral onde a eficácia e eficiência maquinal anulava o outro, que nunca existiu ou vai existir pois o momento não era propicio para a busca do eu e nem tampouco do outro que mudava constantemente de análise, para todos buscarem o seu eu mais próximo do que um outro que morria a cada segundo, lento num maçante e repetitivo momento de ter sempre a presença do que a eficácia e a mecanização dos que ali comiam como vermes putrefatos, perdidos na noite em um almíscar de tudo que mudou no sentido de não mais buscar o momento certo, mas sim qualquer fosse o prazer enfadonho do perder de suas vidas tolas, por motivos imbecis e ineficientes para deixa-los por um outro lado do universo, onde não teria mais nada de novo ou de perpendicular ou paralelo, mas sim de um desfecho de perdida de uma vida toda nos olhos fundos que se apresentavam no momento de não ser mais o que deveria ter sido, por toda uma vida de perda, de um outro que não é mais o mesmo que já havia no olhar de um
Parte da Vida
És a parte gostosa de ser vivída,és uma flor rara,
que dá às vezes a cada cem anos.
Formosa, elegante alegre, és uma paixão diferente,
que difícilmente alguém sente.
Raio de sol, lua cheia prateada, brisa da madrugada.
Se a mim, algum poder fosse dado de alguma coisa mudar,
faria com que a juventude eterna fosse,
só para junto a ti viver a vida, em toda a sua plenitude.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Como pode...
Um anjo sem asas
Um jardim sem flor
Chuva no deserto
Relação sem amor
Eu sem você
Cachorro sem dono
Dias sem te ver
Dias de abandono
Sem sono sem fome
Apenas uma dor enorme
Como pode...
Você tão longe
Mas ainda comigo
Mesmo que não se lembre
Ainda é um amigo
6 anos sem te ter
Uma duvida no ar
Não posso entender
Sera que um dia vai lembrar?
Saudades de você
Espero te encontrar
Quem não rega o seu jardim interior
e não planta o seu canteiro com flor
emurchecido estará o lado amador...
Pois, todo afeto tem um jardim, e todo
jardim um cultivador poetando amor.
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
Senhor, como um botão de flor que se abre, também se abre um novo dia para mim.
Que eu saiba acolher com amor e Boa vontade esse novo dia
Como as flores que acolhem com alegria a visita dos insetos polinizadores, Que eu também seja receptiva a quem de mim se aproximar.
É que eu tenha sempre algo de bom, que seja apenas um sorriso para oferecer a este alguém
Enfim, Senhor, que todas as pessoas que se aproximarem de mim sintam a tua presença.
Tenham todos um feliz e produtivo "desabrochar"neste dia!
edite/2014
Uma flor..um toque nas maos...um bom vinho em boa companhia...mesa posta,clima romantico a luz de velas???!!Tudo que e preciso para uma noite inesquecivel...
A mesma seca.
Já chegaram aqui com pressa
não acharam um pé de flor
fizeram tanta promessa
em nome do Nosso Senhor
mas de lá ninguém regressa
e eu vendo uma seca dessa
vou seguindo a minha dor.
São sonhos maravilhosos
Queria Lindinha eterna Linda-Flor
Meu amor, como é bom sonhar contigo! É triste acordar, olhar para o lado, e não te ver. Nos meus sonhos tu apareces com um sorriso tão lindo. Trocamos muitos beijos. As nossas bocas se buscavam com a sensualidade mais ardente dos apaixonados.
Nessa hora eu acordei e não te vi, foi um desespero, até lágrima rolou no meu rosto, já que tudo era tão real. Mas no momento mágico, tu desapareceste e a tela do sonho para minha surpresa apagou.
Tenho sonhado muito contigo ultimamente. Não está bom esse tipo de vida que estamos levando. Nos não tem encontrado mais na net. Está na hora de dar um jeito nas nossas vidas
Precisamos viver mais, um para o outro, a vida é curta e o nosso amor, nesse momento, é muito grande. Penso em desfrutar essa paixão com toda a intensidade, quero que possa evoluir para uma relação mais próxima e duradoura.
O amor que sento por você é grande o suficiente para nos dar coragem, aproximando-nos ainda mais. Sinto que podemos exibir essa paixão para todas as pessoas, sem constrangimento.
É uma paixão forte, para ser vivida intensamente, que pode ser eterno. Beijos,
Hélio Pereira Banhos
O amor está nas coisas mais simples desta vida. Como o nascer de uma flor, como o amamentar de uma mãe, como o brilho dos teus olhos ao me encontrar, fazendo nascer em mim a certeza de que eu sempre vou te amar!
Impactante
Uma pequena flor, recolhida
No cantinho do rabisco da manhã.
Mas já digo de antemão:
pequenina, porém notável o bastante
Para extrair poesia de um coração.
E continuará, assim, impactante,
Aos meus olhos, amanhã.
A moça bonita
Debruçou na janela
Ficou a olhar
A vida passar.
De repente
Um beija-flor
Por ali chegou
Ao ver a moça bonita
Ele se assanhou
A moca se encantou
O beija-flor fiu, fiu
A moça bonita
Sorriu...
O melhor perfume
é esse que exala da sua pele
tu és, a mais bela e perfumada flor,
o próprio reflexo da luz do amor.
