Fiz de Mim o que Nao Soube
A vida nos traz coisas boas mais também coisas ruins... A vida não é culpada por merecermos o que nos insatisfaz, e sim nós mesmos, se fizermos por onde, ganharemos o que merecemos e nem sempre o que queremos... Querer não é poder e sim ter a condição de ter..
Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que não sabes, ambos saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente sabedores.
Não é quem ouve uma mentira que vive iludido, e sim quem a conta que vive das verdades. Mentiras são ruins, mais as vezes necessarias.
Pra ser seguido, não importa o quanto popular você seja, e sim o que você fez para ser tão popular. Na internet é facil, não na vida
O dedo que se move escreve neste, introduz emoções as quais o tempo não é capaz de apagar uma sequer palavra ou nem teu planto dissolver uma única linha. Assim se faz, renovável, a essência permanece.
Não sei se os dias irão levar meus pensamentos, mas prefiro acreditar que sim. Espero não sofrer mais, mesmo sendo algo impossivel. Desejo novas horas, novos estímulos, novos amores, novas escolhas. Sonho com um amor verdadeiro e puro, duradouro e fiel, com amizades extraconfiáveis e de eterna paz. Conto as horas para ser inteiramente feliz, sem mágoas, mesmo ja tendo em mente que feliz posso ser, posso me fazer ser, mais sem mágoas apenas posso fingir.
Aquele que não lê e, mesmo que o faça, não consegue interpretar o que lê, encontra-se a margem da sociedade em constante mudança.
Temos urgência em nos tornar uma nação leitora, não somente ler pelo simples fato de ler, mas saber interpretar o que estamos lendo, nas diversas formas da escrita em nosso cotidiano, quer impressa ou eletrônica.
Liberdade nada mais é do que a capacidade em pensar o que se quer – e muitas vezes, até o que não se deseja – porém, falar e escrever exige um leque de reflexão, ao interlocutor e autor e, nem sempre, é julgado tão útil na extensão, o quanto se possa imaginar, uma vez que “a cada leitor o seu livro” e “a cada livro o seu leitor”, segundo duas das “Cinco Leis da Biblioteconomia” de Ranganathan, bibliotecário hindu, no início da década de 1920.
Me pego em pensamentos, instantes após um dia rotineiro. Não são pensamentos sordidos e muito menos devassos, são manifestações de felicidade em poder desfrutar de momentos com uma pessoa, que por mais Freud conteste, me faz feliz. Algo contraditório com o mundo que habitamos, onde mazelas sucubem a temperança. Mas com o espírito em fé busca a nostagia de acordar para um novo amanhã. Amanhã esse que surreal será acordar rotineiramente ao seu lado, para o sempre.
Nao posso ficar um minuto se quer sem pensar em voce.
minha fonte de viver,minha fonte de amar, minha fonte de ser alguem na vida -You Love-
