Fiz de Mim o que Nao Soube
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As crianças acham tudo em nada, os homens não acham nada em tudo.
Hoje, não poderia conceder demais à minha desconfiança, visto que, agora, não é tempo de agir, mas apenas de meditar e de conhecer.
A filosofia que cultivo não é nem tão bárbara nem tão inacessível que rejeite as paixões; pelo contrário, é só nelas que reside a doçura e felicidade da vida.
Quem já esteve na Lua já não tem mais metas na Terra.
Covarde é aquele que não abre novos caminhos na vida, nem emprega as suas forças para enfrentar os obstáculos.
É muito fácil viver com pouco desde que a pessoa não gaste muito para ocultar que tem pouco.
A gratidão é um fruto de grande cultura; não se encontra entre gente vulgar.
Não se deve indagar sobre tudo: é melhor que muitas coisas permaneçam ocultas.
Na realidade, não conhecemos nada, pois a verdade está no íntimo.
Muitos cuidam da reputação, mas não da consciência.
Há males de que não se deve buscar a cura, porque só eles nos protegem contra males mais graves.
O futebol não é uma questão de vida ou de morte. É muito mais importante que isso...
O destino é severo. Sejamos nós indulgentes. O que é preto talvez não seja escuro.
Nas nossas vidas diárias, devemos ver que não é a felicidade que nos faz agradecidos, mas a gratidão é que nos faz felizes.
Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que não se veem.
Miserável país aquele que não tem heróis. Miserável país aquele que precisa de heróis.
O poeta é como o príncipe das nuvens. As suas asas de gigante não o deixam caminhar.
Não rir, nem lamentar-se, nem odiar mas compreender.
Os teus atos, e não os teus conhecimentos, é que determinam o teu valor.
Fumo
Longe de ti são ermos os caminhos
Longe de ti não há luar nem rosas
Longe de ti há noites silenciosas
Há dias sem calor, beirais sem ninhos
Meus olhos são dois velhos pobrezinhos
Perdidos pelas noites invernosas
Abertos sonham mãos cariciosas
Tuas mãos doces, plenas de carinho
Os dias são outonos: choram, choram
Há crisântemos roxos que descoram
Há murmúrios dolentes de segredo
Invoco o nosso sonho, entendo os braços
e é ele oh meu amor, pelos espaços
fumo leve que foge entre os meus dedos.
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