Fiz de Mim o que Nao Soube
Durante muito tempo fiquei pensando
para que enfrentar a vida
se tudo irá acabar?
Mas as coisas recomeçam
Mas não recomeçam para mim
Ficava pensando, se tudo é luz e sombra,
vamos ficar enfrentando até cansar
e tudo acabar em sombra
Mas meio que vi que também sou luz e sombra
Mas vou acabar?
E a Luz e a Sombra, vão acabar?
No fim das contas não tenho como saber
A vida é uma mistura do que nos é dado e
do que fazemos com ela.
E no fim, ninguém sabe.
Espero que Deus saiba...
(Editado pelo Antigo verdadeiro "Deus", que aliás... Não era tão fan deste nome, embora dependa do contexto, pode até ser fácil acabar com a felicidade dos outros, agora...transformar a infelicidade em inferno, já sabe que não, pode continuar tentando, porque ninguém vai ligar mais, nem atender, até porque, ninguem nunca se importou, pois havia passado do prazo. Quando me destruir, de novo, o que sabe que não dá, pois não entendo nada, já estara crescido e com sua própria familia, tão infeliz quanto eu, mas a nossa família estara Feliz, principalmente a minha, pois enfrentamos juntos, e a sua, estará feliz de Verdade, junto de você, porém sozinhos, pois foi o que Você descidiu para eles, não eles, e nunca, com o seu Nunca, mais vamos nos "Ver", pois foi assim, a Sua, Muito mais Poderosa, Decisão.)
“…Sabermos qual o ponto de vista positivo e qual o ponto de vista negativo, aos olhos de Deus. Isso torna as nossas opções o mais humanos possíveis (semelhantes a Deus) e o menos animais possíveis (irracionais; selvagens) quanto às nossas escolhas…”
Um analisando é um sujeito que escolheu o sentido. Entrando na transferência e dirigindo-se a um psicanalista, um analisando luta por si próprio. Luta pela causa de seus sintomas.
Desejo D
Segundos passam sem saber
Que penso sim, penso em ti querer
Meus sentimentos te possuem em segredo,
Peço à razão que me segurem o desejo
Sou forte ao mesmo que fraco
Aguarde consultarei o oráculo..!
Pra ver se minha pegada,
Esta trilhada na sua estrada
Sou eu mesmo, aqui ímpeto,
A você, por sorrisos te peço,
Não deixe meu desejo disperso,
Ao teu lado, nervos ficam inquietos
Que veja este lado oculto com carinho
Ou então com pouca atenção
Sei lá, mas veio direto da emoção
Essas palavras, de alguém que te ama sozinho.
Momento Assim
Me ganho aqui um novo sentimento
Aos seus olhos, desejo cessar de movimento
Tão majestosa quanto bela
Você é mocinha, és donzela
O que sinto, um imenso tranquilo
Penso mais um pouco: já és divino;
Você é tudo que quero ouvir
Versos legionais, que sinto a descobrir
Meus pensamentos estão mobilizados
Os reflexos lentos, parados
Crio por ti, tal sentimento intenso
Que por outra não seria tão imenso
Na recaída da noite de luar
Olho o céu e penso em beijar
A linda boca, o qual suco cobicei
E a lembrança esplendida sua que fiquei
-amizade-
a verdadeira amizade e como saude o seu valor so e reconhecido quando perdemos a amizade e assim..nem precisa que seja reciproca .. a amizade na integra apenas sente o querer bem,sempre...
EVOCAÇÃO
Vem a mim, ó alegria!
Quero escrever-te em poesia.
Vem a mim, ó felicidade!
A tristeza já vai tarde.
Vem a mim, ó otimismo!
Dei um basta no velho pessimismo.
Vem a mim, ó esperança!
Quero fazer-te música para dança.
Vem a mim, ó fé!
Viver na dúvida não dá pé.
Acumulei tantos sentimentos aqui dentro do peito que quando tudo desabou eles caíram em cima de mim com uma força devastadora... Eu fui esmagado pelas coisas que não disse.
RELEVO SENTIMENTAL
Às vezes, sou um abismo tão profundo,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Sinto vertigem – caindo-me nas entranhas do mundo.
Às vezes, sou uma planície tão extensa,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Perco-me num horizonte vago – sem fim.
Às vezes, sou um deserto tão escaldante,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Não sei se paro ou sigo adiante.
Às vezes, sou um planalto tão irregular,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Embrenho-me em depressões cheias de espinhos e cipoal,
Cercadas de montanhas difíceis de escalar.
No mais das vezes, apraz-me ser este relevo,
Pois, ao olhar para dentro de mim,
Sou nova paisagem a cada dia,
Não conheço monotonia:
Se hoje sou depressão;
Amanhã, sou majestosa montanha,
Com meu olhar otimista,
Olhando o mundo a perder de vista;
Depois de amanhã, sou verdejante colina.
Com flores, pássaros e rios de água cristalina –,
Sou vida que não conhece rotina.
RELEVO SENTIMENTAL
Às vezes, sou um abismo tão profundo,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Sinto vertigem – caindo-me nas entranhas do mundo.
Às vezes, sou uma planície tão extensa,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Perco-me num horizonte vago – sem fim.
Às vezes, sou um deserto tão escaldante,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Não sei se paro ou sigo adiante.
Às vezes, sou um planalto tão irregular,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Embrenho-me em depressões cheias de espinhos e cipoal,
Cercadas de montanhas difíceis de escalar.
No mais das vezes, apraz-me ser este relevo,
Pois, ao olhar para dentro de mim,
Sou nova paisagem a cada dia,
Não conheço monotonia:
Se hoje sou depressão;
Amanhã, sou majestosa montanha,
Com meu olhar otimista,
Olhando o mundo a perder de vista;
Depois de amanhã, sou verdejante colina.
Com flores, pássaros e rios de água cristalina –,
Sou vida que não conhece rotina.
