Finalmente
Finalmente encontrei o Amor...
Ou seria ao contrário?
O Amor me encontrou e eu o encontrei...
E as duas coisas amorosamente se coincidem e se enlaçam...
Formando um grande e inexplicável sentimento.
De repente um outro ser entra nesse sentimento...
Um ser ímpar, inigualável, indiferente...
Misturou-se formando um novo sentimento a que chamamos de paixão.
Agora não tenho pra onde ir,
Hoje, o mesmo me prende e me consome.
Vivo só pra que esse sentimento continue existindo,
Não quero que acabe de repente,
Apenas que seja infinito enquanto durar...
Para os que lerem esse poema
Que fique bem claro
Que o amor não é pra se explicar e sim pra Senti-lo,
Porque o amor por si se explica e se faz verdade...
Como eu queria que você me enxergasse mais do que o corpo, que você finalmente soubesse que eu tenho um coração, que bate de mal jeito, mas não deixa de sentir.
E quando eu puder finalmente te ver, te tocar, olhar nas profundesas de seus olhos e enxergar toda a sinceridade que sempre senti ao ler suas doces palavras, quando eu puder te abraçar e sentir seu corpo junto ao meu, sentir nossos sentimentos e alegrias unificados em uma mistura indescutívelmente perfeita, em uma unificação mágica, tornando aquilo num verdadeiro frenesi de emoções. Quando eu puder sentir seu cheiro embriaguante, quando eu puder ouvir o tilintar de sua voz sussurrando em minha orelha as palavras que sempre sonhei em ouvir, as palavras que irão me invadir de tal forma que jamais conseguirei me desfazer delas, as palavras que já não suportava apenas ler e não sentir.
Quando eu puder sentir seu corpo realmente comigo ao invés de deslisar minhas mãos em falso caindo em um grande engano ilusório, tudo será diferente, quando eu finalmente puder transparecer a ti a sinceridade do meu sentimento, quando eu puder fazer tudo que sempre quis e nunca consegui, tudo que eu desejava e nunca pude fazer, quando eu puder fazer em detalhes todos os meus desejos eu poderei saber a verdadeira parte de mim que está vazia, a parte que na verdade falta em mim… Saberei diferenciar cada milímetro de nós que me faz falta e não me deixa continuar a viver sem você, sem te ver, sem te tocar, sem te amar carnalmente, acho que enquanto eu não puder te ter pelo menos por um milésimo de segundo não serei feliz por completo, porque isso seria tempo suficiente para provar a minha grande teoria, a teoria de que: Um ser humano é capaz de amar alguém com a mesma força e intensidade se ela está a 1000 km de você ou a meio metro de distância?
Se a resposta for sim, comprovará o que eu tenho quase certesa: a distância não oscila em nada o gral do verdadeiro amor.
Decidi começar uma espécie de diário dos sonhos. E acho que, finalmente, achei a forma de não achar ridículas estas tentativas de diário.
Quando não optarmos mais pela dor,
pelo medo ou pela culpa,
O amor (Finalmente) será o nosso estado natural.
Parece que quando eu finalmente consigo decidir alguma coisa séria, aperece algo pra me confudi, é sempre isso. As pessoas colocam muitas resposabilidades nas minhas costas, tento segurar toda essa responsabilidade para não machucar ninguém, para que as pessoas que eu amo se sintam melhor, mais eu que acabo me machucando, isso me parece algo inevitável. Pois para que pessoas que eu amo se sintam melhor, eu jogo minha felicidade fora, como se ela fosse menos importante... gostaria que esse pensamento mudasse, pois quero pensar mais em mim, talvez eu esteja me culpando demais, acho que bem no fundo dos meus pensamentos, eu estou querendo me castigar, mais talvez o castigo acabe logo, pois sentimentos estão mudando! [...]
"Eu queria tanto que o relógio parasse , que o tempo voltasse atráz e que eu finalmente sentiria novamente o gostinho bom de ter em minhas mãos."
Só queria que eu você entendesse que aos poucos, eu vou te libertando. E finalmente você terá o seu maior sonho...Ficará longe de mim. Que triste a nossa história. Que triste o nosso fim, mas amanhã será 363 dias. E será um novo tempo. Mas não garanto mais nada. E hoje a noite, não quero que fique doendo tanto como foi, ou então, preferia sentir toda as dores numa hora só e assim, mais para frente, ela não me afetaria dessa tal maneira. E agora? O que a gente faz? Eu te esqueço e me esqueço. E com esse tempo escuro só desejo coragem para mim, e que logo, possa aparecer um sol novo. Um sol forte.
E junho chega... cheio de frio, pressa e promessa para meu coração. Rascunhos acumulados, finalmente serão concretizados.
Então, finalmente eu deixei a Rua Otto Tramontini 244 para sempre.
É tudo verdade,
Se você for lá, a velha casa continua lá.
É claro que as paredes foram pintadas,
Mas tudo continua lá,
Menos eu!
... E finalmente a saudade,
Deixaria de existir.
Ao reconhecer me,
Voltando para ti...
Eu a deitaria em meu braço,
e a colocaria pra dormir,
Enquanto ficaríamos acordados
Calados... ouvindo poesias
Que não tiveste tempo de ouvir.
Seria tão simples me fazer feliz!
E finalmente eu segui em frente. Bons momentos ou ruins, já não importam. O que passou passou. Agora, são apenas lembranças.
"Acho que quando eu finalmente te esquecer, você vai começar a se lembrar de mim… Ou talvez não. E se isso passar sem nada acontecer, sem você tomar alguma atitude, vou ter certeza do que eu duvidava: você não vale à pena."
Hoje, finalmente acordo
E percebo algo diferente.
Não por ser mais uma bela manhã de primavera,
Estação mais florida do ano,
Nem por acordar em mais uma bela manhã e
Ter mais um novo dia para ser vivido,
Mas sim,
Por encontrar em alguém,
O que há tempos não encontro, à fonte.
A muitos procuro,
Ouve sofrimentos,
Derrotas...
Entretanto ao meu despertar em meio à
Flores de pastos e bosques,
Encontrome num ambiente límpido
E arborizado,
Onde passaros cantam,
Borboletas bailam,
E o vento refresca...
Então finalmente reflito,
“Não havia fonte a ser encontrada,
Pois já achara".
Finalmente o jogo virou e hoje é você quem quer saber da minha vida, dos meus amores, das minhas ocupações
