Finais Tristes
Promessas podem ser quabradas na mesma intesidade de quando feitas.
E que finais felizes, podem estar o mais longe do que imaginamos.
Eu percebi isso quando te perdi...
Um dia quem sabe..
Você poderia ser meu amigo, ou não.
Poderíamos velejar nos finais de semana e
Comer a sobremesa antes do jantar, isso me parece tentador.
Quem sabe você consiga se adaptar a mim e eu a você
E assim daremos muitas gargalhadas juntos.
Estive pensando que poderíamos viajar pra longe,
Deixar algumas coisas para trás, e darmos uma a chance a nós.
Quem sabe do lado mais chuvoso da Espanha,
Onde ficaríamos trancados em um chalé aconchegante
E assim teríamos tempo para discutir sobre nós.
Talvez.
Estive sonhando muito com isso, no primeiro dia de verdade
Em te seqüestrar pra longe e vê o tempo passar do seu lado,
Em acordar de manha e fazer a sua barba, e te encher de beijos.
Bem, isso soa ridículo, talvez por sermos nós,
Mas eu realmente cheguei a pensar nisso,
Que poderíamos ser amigos, e andar de mãos dadas,
Que eu poderia pular no seu colo e te abraçar, por nada
Apenas pelo prazer de ser você.
Quem sabe, talvez
Um dia
Quem sabe,
Sejamos grandes o suficiente pra isso,
Quem sabe talvez, eu tenha a coragem
Para mostrar a você esse sonho tolo, de te conhecer
E te trazer pra perto e cuidar de você.
Acho super injusto não ter tempo pra todo mundo. É o cúmulo ter que agendar finais de semana e ainda assim, faltar dias para todos os amigos. Mas é a vida né. Quem manda ser phamosa?! (Hahaha... Aham, sentá lá, Cláudia!)O phoda é que assim sendo, a gente sempre tá com saudade de alguém e nunca sobra tempo para "esses alguéns". Quando sobra, as pessoas já tem algo pra fazer por aí. Tentativas frustradas de marcar algo chegam ao ponto da "semi-desistência".
Mais dramático que tudo isso, é quando essas pessoas que você não consegue encontrar de forma alguma, são as pessoas mais importantes da sua vida. Quem sempre te deu maior apoio em tudo.
É, só sei que nada sei!
Será que sou eu a desorganizada que não consigo administrar direito meu tempo ou é meu tempo que não permite a organização?
Sim, eu sei. Isso está um drama altamente mexicano. Mas é verdade, meu!
Meu coração bate por ti mais guardarei para ti,
Ate os finais de meus dias,
Tenho nós imaginado em um jardim,
onde o nosso amor não tem fim,
Mas serás sempre assim os meus sonhos contigo não
a verá mais fim,
Por todo a eternidade rezo que nunca tenha mais fim.
Talvez
Talvez não me pertençam
Os finais de semana
Talvez eu não pertença
A semana
Ou muito menos
Aos finais
Talvez eu sequer
Pertença
Talvez sequer eu
Talvez sequer
Talvez eu
Talvez.
Mas as pessoas acreditam, acreditam mesmo. Acreditam em finais felizes e em histórias de terror contadas ao pé de uma fogueira. Acreditam em contos de fadas e em filmes de besouros assassinos que aparecem na cidade vez ou outra querendo exterminar a raça humana. Mas não são capazes de acreditar em sentimento, em brilho nos olhos e sorriso que não seja forçado. Acreditam em super-heróis mas não acreditam no super poder adquirido quando se ama alguém, o poder de fazer alguém se sentir bem só por estar perto, por sorrir, por simplesmente existir. O poder de fazer loucuras por alguém a ponto de arriscar a própria vida só para ter um sorriso, um ‘eu te amo’ sussurrado sequer. Super-heróis são corajosos, e sabe, só ama quem tem coragem.
Amo segurar seus dois dedinhos finais ... O seu vizinho onde fica nossa aliança , e o mindinho onde fizemos promessas de nunca nos soltarmos
No universo infinito de possibilidades você pode escolher entre virgulas ou ponto finais, mais nunca deixar de fazer a escolha.
Frase do dia 02/12/2016
Precisamos aprender muito ainda a colocar pontos finais e vírgulas em nossas vidas.
Todo mundo sabe que os dedos estão cruzados, que os mocinhos quase nunca tem finais felizes, que o pobre continua pobre e o rico continua rico, todo mundo sabe que a mentira seduz, que você não sabe se gosta do Batman ou do Coringa, todo mundo sabe que você tem um amor meio vagabundo, que o nosso tempo é um barco vazando, milhares de relacionamentos falidos de completa solidão a dois, milhares de joelhos dobrados implorando perdão, de túmulos cheios de flores, todo mundo sabe baby, que somos covardes quando o assunto é amor, que a zona de conforto é algo familiar, todo mundo sabe que você mentiu para o padre na igreja, que a aliança no seu dedo não é por amor, mas por conveniência, todo mundo sabe que você mente pra si mesmo, todo mundo sabe, você se diz cristão, mas não consegue amar seu irmão, todo mundo sabe que você está em apuros, todo mundo sabe que é isso que acontece, que a sociedade fede, que o negocio é podre, todo mundo sabe que ele ou ela não é quem você ama, todo mundo sabe que você não tem coragem de viver um amor, que a mentira não está na TV, mas na ponta da língua, todo mundo sabe que você mente, todo mundo sabe que a guerra não acabou, que a sua cruz sangrenta está pingando pelo caminho, todo mundo sabe que a cruz é pesada, que você na verdade tem medo do calvário, todo mundo sabe que é isso o que acontece..
..."O acaso, a sorte e o destino são tipos de castigos para todas as surpresas de finais previsíveis." ... Ricardo Fischer.
O acaso pode traçar caminhos diferentes, que levam a destinos diversos, rumos desconhecidos e finais nunca planejados.
Se a sua cruz lhe parece pesada, é dos piores finais que vêm os melhores recomeços. Mesmo quando nos sentimos um pouco tristes, por qualquer que seja o motivo. Acredite em dias felizes, acredite que hoje pode ser um dia feliz.
PREVISÃO DO FUTURO – O genro
Seu José, ainda jovem, com todo vigor, gostava de sair aos finais de semanas para tomar uma gelada com a família, e nas férias adorava ir à praia, tinha apenas a filha Mariinha, moça bonita e atraente, que começou a namorar cedo.
Um certo dia, seu José parou para pensar e refletir:
- Assim não dá, todo final de semana saio com a esposa para distrair e tomar uma gelada. Quem sempre chega, a sua filha Mariinha com o seu namorado possível futuro genro, que bebi, come e diverte, e como sempre sai de fininho e nem ao menos agradece, e quem paga a conta? Claro, que sou eu afirma, Seu José.
Seu José tomou uma decisão como gosta de sair final de ano, nas férias para passear, não vai mais sair nos finais de semanas, assim não precisa bancar a farra do quase futuro genro, e ainda economiza para o passeio de no mínimo sete dias.
Todavia voltou a refletir:
- Não podemos viajar e deixar a Mariinha, levando ela, quem vai junto, o queridinho genro. E quem vai bancar essa viagem? Acertou de novo, sou eu, exclamou Seu José.
- Vai precisar de dois quartos, que por outro lado é um problema, pois a Mariinha e o seu namorado vão dormir juntos, bancados por quem, Seu José irrita só de imaginar.
- E mais ainda, se o possível futuro genro está acostumado a não ajudar a pagar a conta aos finais de semanas. Quem vai bancar o almoço, o jantar, e os bares nessa viagem?
Seu José, cabisbaixo parou e resmungou:
- Vou mostrar para todos, também não vou passear. Mas, vou deixar de viver por isso!
- Assim é melhor morrer, murmurou seu José baixinho.
E imaginou: Quem vai tá ao lado do seu caixão, rezando para ele, claro seu genro, mais ou menos assim:
- Aleluia, Aleluia, Aleluia (Bis);
- Graças a Deus!!!
Está obra é apenas ficção, qualquer semelhança é mera coincidência.
