58 frases de fim de tarde que expressam a beleza da hora mágica

Que nunca falte,
no final de tarde,
Um café para beber
e um bom livro para ler!

Ao final da tarde a melhor inspiração se fecha com os traços da fé.

O Fôlego da Hora Dourada

O presente divino do final de tarde, os raios solares num tom dourado tingindo intensamente algumas nuvens e parte de um lindo céu vasto — a hora dourada que vale mais do que ouro; uma riqueza que deslumbra os meus olhos e conversa com a minha alma; portanto, é um fôlego aprazível de ânimo contra os problemas que desgastam.

E quando encontrar você
Vão poder viajar
No final da tarde

Inserida por ariellisboa

...Nem madrugada,nem manhã
Me chamas a provar teu chá,
Mas no final da tarde me convidas
A tomar teus olhos crepuscular.

Inserida por WilsomBucolismo

"Debruçado na janela "

Debruçado na janela.
Ali estava eu.
Era um final de tarde.
E eu?
Eu aguardava por você.
Porém!
Eu não via o teu sinal

Ali!
Debruçado na janela.
Eu ficava imaginando….
… o silêncio dos seus passos…
… e o teu sorriso largo.
O teu jeito sereno…
… e o brilho de cristais.
Que saltavam dos seus olhos.

Eu!
Pendurado…
… e debruçado na janela.
Fazia planos para nós.
Fantasiava lindos sonhos…
… e horizontes memoráveis.
Dali!
Daquele espaço debruçado…
… eu esperava por você.
Debruçado na janela.

Admilson
18/02/2020

Inserida por Admilsondossantos

É um dia nostálgico.
Acredito que no final da tarde eu vou está em estilhos e meu nome será saudades.

Inserida por euandreiabarros

Hoje abrir às portas da janela num final de tarde com uma certeza,que amanhã vai ser melhor como uma pessoa cegar pode pensar "doente escultando Gloria Horizontes, sem curar e casa para mora" Como a vida faz. da tropeço na gente mesmo a gente percebendo ela se atreve com toda vontade,sem medo de nos machucar. Cabeça fora do lugar traz pensamentos hóstis que muitas das vezes e dificil voltar

Inserida por walace_caue

Eu disse que você é meu whísky
e que não vivo sem você,
e no final da tarde mais cedo ou mais tarde,
essa mágoa vai ficar aguada
junto com o gelo!!!

PauloRockCesar

Inserida por PauloRockCesar

Final de tarde breve momento
Aparente calma no céu
Todas as expectativas deste dia se foram com o final do dia
Amanhã tudo se fará novo
Talvez com o amanhecer do dia tudo pode dar certo
Novas idéias, novos planos
Essa paisagem de todos os dias
O mesmo quadro a ser pintado
Realidade cruel de todos os dias
A rotina cresce como as plantas no jardim
O que será de mim no final ?

Inserida por sergio_henrique_2

Tardes de Inverno

Não sei bem descrever a felicidade
Mas naquele final de tarde de inverno
Vendo seu sorriso iluminado pelos últimos raios de sol
Não pensava no passado, nem almejava o futuro
Gostaria de ficar eternamente naquele momento
Se realmente existe felicidade
Deve ser algo assim
Algo entre sua beleza e estado de espírito
Foi a paisagem mais linda de se ver
Naquela tarde fria de inverno, seu sorriso me aqueceu.

Inserida por AndersonDagen

Final de tarde também combina com risos, pipoca e algumas cenas de um filminho mal elaborado,
porém cômico!!!

Inserida por SuelyArauj0

Lembranças...
Aquele final de tarde
tinha o cheiro de terra molhada.
A chuva caiu forte sobre o chão seco
que quebradiço, pouco ou nada, produzia.
Sentada ali, onde gostava de ficar,
olhei mais longe e fiquei imaginando
como seriam as cores do outono
que lentamente, se aproximava.
Eu queria outra vez, a primavera
com a fragrância das lavandas
que no ano anterior, cobriu os campos
e deixou saudade quando foi embora.
Recordações me visitaram
e lembrei da espera ansiosa
daquele amor tão singelo
que corria de braços abertos
e pedia para eu descer da janela
antes que a noite chegasse.
by/erotildes vittoria/

Inserida por erotildesvittoria

Quem dera o tempo nos encontra-se mais uma vez: no final da tarde,
no barzinho da esquina...quem dera, nossos passos nos levassem ao mesmo destino, seguissem a mesma rota, que outrora, fazia nossos corpos dançarem no ritmo perfeito a nossa canção.

Inserida por LeoniaTeixeira

O NOME NÃO DIZ TUDO

Em um final de tarde, estando eu, a passear pelas rua do Recife, fui atraído por um vendedor de livros. O sujeito começou a me mostrar os livros mais antigo, percebendo o meu interesse, abriu um grande baú, de onde tirou vários títulos.

O titulo que me chamou a atenção foi “ESPALHA BRASAS”de um escritor Paraibano de nome José Cavalcante. Folhei-o lentamente, e dei de cara com os seguintes versos:

Eu sou José Cavalcante
Conhecido por Zé bala
Moço, fui bicho elegante
Velho, foi-se minha gala

Mulher a de pouco siso
Que me chamam de pidão
Eu peço por que preciso
E elas porque me dão.

Comprei, paguei cinco reais por uma obra tão rara, esse é o valor do escritor brasileiro.

Continuei meu caminho, vinte minutos depois, esteva na praça dois irmão, eis aqui um lugar que deveria ser cuidado pensei! Cuidam nada! esses caras querem, é só gastar o dinheiro do povo. Isso eu só pensei, quem repetiu meu pensamento, foi um jovem casal que passava ao meu lado. (até parecia que lia meus pensamentos).


poucos minutos depois, estava assentado em um antigo banco de metal, debaixo de uma grande arvore.

Em vão procurei algum fruto, afim de identificar a arvore, isso mesmo, frutos, só identifico a arvore pelo fruto, e isso não é um principio bíblico, é falta de conhecimento mesmo. Se tem manga, repito: essa é uma mangueira, se eu vejo goiaba, já a identifico imediatamente como sendo uma goiabeira, e da ir por diante.

Não vi fruto, valia a sombra.

Fui a leitura, agora com mais calma, sendo interropindo as vezes, por uma mãe raivosa.

-sai daí menino, deixa o animal quieto!
-mãe, ele quer me morder!

Lia, e absorvia cada pagina!

Eu sou um tipo de animal que não morde crianças. Ou mordo?

Cinco minutos de pleno silêncio. É nesses momentos que me transporto de um lugar a outro com facilidade.

O pensamento cria asas.

Passaria o resto da minha vida ali. Aquele banco de ferro, ou era de bronze? Não sei. Só sei que faria dele o meu mausoléu, tal qual Manoel Bandeira. Percorreria as mesmas ruas. Visitaria aquela criança doente. "Em uma casa, a mãe embala uma criança doente".

Faria uma reforma na "Ponte Buarque de macedo, indo em direção a casa agra" E como Augusto dos Anjos, "Assombrado com minha sombra magra"

Construiria a minha tese em cima dos versos de Mario Quitana.

Todos aqueles que atravessa meu caminho
Eles passarão
Eu, passarinho.

Ou simplesmente releria as ultimas estrofes de Zé Cavalcante:

Eu peço por que preciso
E elas por que me dão.

Tudo seria possível, se não fosse aquele grito, que parecia vir do além.

Cruel, ou Cruel! Vem aqui por favor!

Fui tentado a sair do meu transe momentâneo, e me transporta a vida real.

O grito de alguém, chamando outro alguém, eram insistente, Cruel, ou Cruel.

Fui forçado a me virar. Mais não fiz isso de forma brusca, agi como que estar em câmara lenta, estava mas curioso em saber quem era Cruel, do que, em quem chamava.

Seria algum animal? se fosse, o animal, seria da raça Pit-Bul, sendo assim, seria melhor eu ser cauteloso em meus movimentos.

De repente, passa por me um jovem, não era do tipo negrão, Galegão, ricardão. Era apenas um jovem.

Era magro, muito magro.

fixei meu olhar naquela figura. Seus traços finos, voz suave. No seu andar, tinha a leveza da brisa. Mãos na cintura. Caminhava devagar. Quase parando.

Chega até sei interlocutor, poe-lhe a palma da mão no ombro, sacode a cabeça e pergunta:
-Que queres?

Passavam das seis horas.

Levantei. Sair caminhando lentamente, enquarto pensava:

O nome não diz tudo.

Inserida por EdilsonAlves

No final da tarde todas as cores se misturam e, desse suposto caos de nuances surge a noite, elegantemente vestida de negro.

Inserida por ednafrigato

No final da tarde todas as cores se misturam e, desse suposto caos surge à noite, elegantemente vestida de negro. Quando deitamos, percebemos que as lutas internas voltam com muita intensidade, pingos gélidos de dor sucumbem a pena em vapor de esperança. Mas ainda sim, vou tentar; Ainda não sou um poeta muito menos um profeta, mas quando tudo acabar eu sei que lá irei te encontrar. Boa noite.

Inserida por Gilbertofdeoliveira0

Final de tarde
Ruas
Carros sobem
Descem
Meu olhar gela
A poucos metros de mim
Passa...
Quem sabe de onde vem !
Atravesso calçadas
Sigo
Já nem ligo mais...
Não esqueci teu número
Não deletei !
Só perdi a coragem
Ouvir tua voz
Fria, distante...
Me fez por fim entender
É como se diz;
Quem ama dá um jeito
Arranja tempo
Se mostra, se joga...
Como eu sempre fiz !
Se não tentou
Se não se deu
Não se mostrou
Não se jogou
É que nuca quis.
Sozinha comigo
Perdida
Jogada...
Rabiscando sonhos
Lembranças
Só
Eu e a saudade
Lembrando nós !
26/04/2017

Inserida por LeoniaTeixeira

no final da tarde doloroso é o silêncio, mais um dia enterro, observo-me e sorrio com desdém ao espelho cruel que me agride e renega ...

Inserida por nataliarosafogo1943

No final da tarde, escureceu
e a chuva caiu com força
levando embora folhas secas
que navegavam como barcos
sobre ondas gigantes.
do meu poema - Passarela

Inserida por erotildesvittoria