Filosofia
Professor NÃO é Educador, da mesma forma que Aluno NÃO é Estudante! Uma coisa é antagônica à outra; uma exclui a outra. Professor instrui; Educador, por excelência é pai/mãe/responsável.
Aluno assiste aula; é uma atividade coletiva e passiva. Estudante estuda; é uma atividade solitária e ativa. Quem assiste aula absorve. Quem estuda, produz. Não são sinônimos.
Infelizmente ou felizmente, fiz exatamente o oposto de Mario Quintana, Ele, " prefiro deixar várias mulheres esperançosas do uma só desiludida" Eu, fiz muitas felizes, embora tenha as decepcionado depois.
SÓCRATES JÁ DIZIA: Uma vida sem busca não é digna de ser vivida. Contudo, percebo que em minha breve existência, já busquei muito, o melhor consegui, o que não consegui portanto, não me fez falta.
Tão fácil dizer "tudo bem, tente outra vez, vai passar" do que dizer palavras duras, que só fazem piorar a situação e deixar o indivíduo doente sentimental.
O mundo não perdoa pecado, mas a graça de Deus é como o amor de uma mãe. Ela não apenas perdoa como também nos tira o peso imposto por ele!
Quando estiver voando aos ceus e olhares para baixo, ira se deparar com três tipos de pessoas: o primeiro tipo é cobiçador, este olhara e pensara "como é lindo o seu vôo, chega alto e é intocavel, deveras eu um dia também ser assim"; o segundo tipo é o ignorante que olhara e dirá "eis que quem voa tão alto a de cair muito rapido também"; e o terceiro, o que mais me facina e me da esperanças para voar é o questionador, que olhará e dirá "como podes voar?".
O Preço do Amor
Passei mais da metade da minha vida sem ser capaz de amar ou sorrir. Vivi dentro de um casulo, enclausurada no medo.Um dia saí e me dei a chance de amar, e descobri o sofrimento, não porque o amor causa dor; mas porque me deparei com o desamor, o egoísmo, a falsidade, a mentira, o engano e a indiferença.Então, aprendi a guardar o meu coração!
Restringe-se para precisar, mas perde-se pela precisão quando se alcança o oráculo da especialidade
(Do texto "A imprecisão resolutiva e uma lição de Heisenberg")
"Seja você mesmo,mas não o mesmo sempre; Aprenda com os outros, mas não queira,nesse processo,tornar-se uma cópia de ninguém..."
Resta-me dizer que, de Charles Richet a Feyerabend, de uma época a outra, o inabitual tece um susto acadêmico; e o que dizer atualmente, se o susto ainda existe?
(Do texto "O inabitual como susto: De Feyerabend a Charles Richet")
