Filho Pródigo
O filho pródigo não precisou de nenhum sermão para voltar para casa do Pai, Simplesmente a sua consciência te fez lembra das experiências que vivenciou quando estava na presença do Pai e isso te deu força para levantar, e seguir o caminho de voltar para o Pai.
Não será os sermões que fará o Filho pródigo voltar pra casa, mas a consciência das lembranças quando esteve na casa do Pai.
Lucas 15:17
A alegria do filho pródigo acabou quando ele percebeu que tudo que ele havia conquistado na casa do Pai tinha acabado, e automaticamente todos que estavam ao seu lado se afastaram dele, deixando-o solitário, ao relento, com fome e irreconhecível.
Às Deus vai permitir você perdertudo que você tem, para fazer você entender que Ele é TUDO QUE VOCÊ PRECISA NESSA VIDA!
FILHO PRÓDIGO
Depois que você vai para o mundo, é importante que vá, quando volta a casa do PAI volta cheio de SABEDORIA e ninguém mais poderá lhe enganar e nem será persuadido com o OURO DE TOLO, nem mesmo A MEMÓRIA RAM!
O Retorno do Filho Pródigo: Uma Parábola de Amor e Redenção
No grande palco da existência, somos viajantes de uma jornada sagrada, guiados pelo mistério da vida e pelo chamado do infinito. Desde os primórdios, quando o Criador declarou: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”, fomos dotados tanto da impetuosa rebeldia dos instintos quanto da sublime promessa da transcendência. Há em cada ser humano uma centelha divina, um lampejo de luz aguardando o instante em que poderá brilhar plenamente.
Para nos tornarmos, de fato, reflexos da grandiosidade celestial, precisamos nos revestir das mais nobres virtudes: gentileza, honestidade, amor, paz e benevolência. Esse processo não acontece em um único momento, mas se desenrola como uma dança harmoniosa, onde cada ato de compaixão e cada gesto de generosidade nos conduz mais perto do divino. Quando, enfim, florescemos, nossas ações deixam de ser guiadas pelas tormentas das emoções passageiras e passam a ser iluminadas por valores eternos e princípios sublimes.
Assim, tornamo-nos espelhos vivos da presença de Deus na Terra—faróis de luz a irradiar o amor que habita em nós. Cada sorriso ofertado, cada palavra carregada de afeto, cada ato de bondade transforma-se em um canal da graça celestial, revelando a beleza que sempre esteve dentro de nós. E nesse profundo processo de transformação, encontramos a paz verdadeira e a mais sublime realização: o retorno do filho pródigo.
Este filho, após vagar pelos áridos desertos do sofrimento, desperta para a memória de sua origem divina. Ele compreende que pertence a uma família cósmica, unida pelo elo sagrado da fraternidade e do amor, onde a carência não tem morada. E assim, finalmente, retorna ao lar—não um lar feito de paredes, mas um refúgio eterno, onde pulsa a essência do Criador, aguardando de braços abertos para acolhê-lo no abraço da eternidade.
O Filho Pródigo é talvez a mais conhecida das parábolas de Jesus, apesar de aparecer apenas em um dos evangelhos canônicos. De acordo com Lucas 15:11–32, a um filho mais novo é dada a sua herança. Depois de perder sua fortuna (a palavra "pródigo" significa "desperdiçador", "extravagante"), o filho volta para casa e se arrepende. Esta parábola é a terceira e a última de uma trilogia sobre a redenção, vindo após a Parábola da Ovelha Perdida e a Parábola da Moeda Perdida.
Esta é a última das três parábolas sobre perda e redenção, na sequência da Parábola da Ovelha Perdida e da Parábola da Moeda Perdida, que Jesus conta após os fariseus e líderes religiosos o terem acusado de receber e compartilhar as suas refeições com "pecadores".[1] A alegria do pai descrita na parábola reflete o amor divino,[1] a "misericórdia infinita de Deus"[2] e "recusa de Deus em limitar a sua graça".[1]
O pedido do filho mais novo de sua parte da herança é "ousado e insolente"[3] e "equivale a querer que o pai estivesse morto".[3] Suas ações não levam ao sucesso e ele finalmente se torna um trabalhador por contrato, com a degradante tarefa (para um judeu) de cuidar de porcos, chegando ao ponto de invejá-los por comerem vagens de alfarroba.[3] Em seu retorno, o pai trata-o com uma generosidade muito maior do que ele teria o direito de esperar.[3]
O filho mais velho, ao contrário, parece pensar em termos de "direito, mérito e recompensa"[3] ao invés de "amor e benevolência".[3] Ele pode representar os fariseus que estavam criticando Jesus.
Quando Jonas estava no ventre do peixe, ele clamou ao Senhor, e foi ouvido. Quando o filho pródigo perdeu tudo, lembrou-se de seu pai e encontrou misericórdia. Não espere o momento de desespero para buscar a Deus. Faça d'Ele a sua prioridade, e não apenas uma opção.
“Busquem o Senhor enquanto é possível achá-lo; clamem por ele enquanto está perto.” (Isaías 55:6)
Não confunda ovelha perdida (Lucas 15.4-7) com filho pródigo (Lucas 15.11-32). A ovelha não tem ideia porque se perdeu; por isso ela não sabe o caminho de volta. Então o Pastor deixa as 99 e vai em busca dela. O filho pródigo sabe muito bem porque saiu e conhece perfeitamente o caminho de volta. Sabe quem é seu pai, sabe o que ele tem em casa. Tem muito filho pródigo querendo ser carregado no colo, apresentando feridas que ele mesmo procurou.
Os filhos pródigos não podem mais voltar, porque os filhos religiosamente corretos não os aceitam mais
"Da mesma forma que a independência gerou a queda no Eden, a dependência pode gerar a ascensão no hoje"
O Abba já se reconciliou conosco! Ele já nos recebeu de volta, nos abraçou, colocou um anel em nossos dedos e sandálias nos nossos pés; saibam todos, já foi ordenado o início da festa do Reino de Deus (Rm 8 e Lc 15).
