Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Nenhuma influência é tão poderosa quanto a de mãe.

Ler muito é um dos caminhos para a originalidade; uma pessoa é tão mais original e peculiar quanto mais conhecer o que disseram os outros.

A tarefa atual da arte é introduzir o caos na ordem.

Tudo que um homem pode imaginar outros homens poderão realizar.

A burrice não tem fronteiras ideológicas.

A superstição ofende mais a Deus do que o ateísmo.

Quando um homem assume uma função pública, deve considerar-se propriedade do público.

Eu escrevo o meu nome nos livros que compro apenas depois de os ter lido, porque só então posso dizer que são verdadeiramente meus.

Passo a passo. Não consigo pensar em nenhum outro modo de se realizar algo.

A minha alegria é a melancolia.

Para aplicar a pena de morte, a sociedade deveria ostentar a autoridade moral de não ter contribuído em nada para fabricar esse criminoso.

URBANÍSTICA
Como seriam belas as estátuas equestres se constassem apenas dos cavalos!

Pode ser um pecado pensar mal dos outros. Mas raramente será um engano.

A virtude é o primeiro título de nobreza; eu não presto tanta atenção ao nome desta ou daquela pessoa, mas antes aos seus atos.

Molière
MOLIÈRE, J.,Don Juan, ou le festin de pierre, 1810

Nenhum homem tem o dever de ser rico ou grande ou sábio: mas todos têm o dever de serem honrados.

Fábula da coruja e a águia

A coruja e a águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.
– Basta de guerra – disse a coruja. – O mundo é tão grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.
– Perfeitamente – respondeu a águia. – Também eu não quero outra coisa.
– Nesse caso combinemos isto: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
– Muito bem. Mas como vou distinguir os teus filhotes?
– Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheio de uma graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.
– Está feito! – concluiu a águia.
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.
– Horríveis bichos! Vê-se logo que não são os filhos da coruja – disse ela, e comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi ajustar as contas com a rainha das aves.
– Quê? – perguntou esta, admirada. – Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste...

MORAL DA HISTÓRIA

Quem ama o feio, bonito lhe parece.

Essa história nos ensina que é importante sermos honestos e dizer a verdade sobre nós mesmos e sobre as outras pessoas. A coruja exagerou ao descrever seus filhotes para a águia e isso acabou fazendo com que a águia não conseguisse distinguir os verdadeiros filhotes da coruja quando encontrou um ninho com três filhotes. A águia acabou comendo os filhotes da coruja e isso fez a coruja ficar muito triste.

A moral da história é que a honestidade é fundamental em nossas interações com as pessoas ao nosso redor.

Como foi a imaginação que criou o mundo, ela governa-o.

Há pecados tão agradáveis que, se os confessasse, cometia o pecado do orgulho.

A poltrona e as pantufas são as ruínas do homem.

Obrigado, amigo, pelos erros que me emprestastes, pois com eles pude corrigir os meus.