Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

As amantes pensam que nunca serão abandonadas. E, no entanto, foram feitas para isso.

Nesta época festiva,
Deseja-se a todos os povos...
Um Carnaval cheio de Páscoas...
E um Natal cheio de Anos Novos....

Que as renas do Pai Natal,
Surjam nos céus a Voar,
Tilintando alegremente...
Com o Rudolph a piscar!

Que o Pai Natal e os duendes,
Façam raves a bombar...
E não se baralhem nas botas...
Na altura de ofertar!....

Que o presépio de Natal,
Tenha estrelas sorridentes,
Ovelhinhas e pastores...
E Reis Magos bué contentes!

Que tudo surja em sorrisos,
Com muita paz e carinho...
E que o coelho da Páscoa,
Se esmere no sapatinho!

Que se tenha nesta quadra,
Muito amor e alegria...
Rabanadas e filhoses
Arroz doce e aletria!

Ser humilde não significa de modo algum procurar humilhações.

Liderança é ação, e não posição.

A ideia de Deus é, confesso, o único erro que não posso perdoar ao homem.

Justiça é consciência, não uma consciência pessoal mas a consciência de toda a humanidade. Aqueles que reconhecem claramente a voz de suas próprias consciências normalmente reconhecem também a voz da justiça.

Acho que tenho uma interpretação muito livre de trabalho, porque penso que estar vivo já dá tanto trabalho que não queremos fazer mais nada.

Andy Warhol
AWARHOL, A.; BAAL-TESHUVA, J.; BOURDON, D. "1928-1987: works from the collections of José Mugrabi and an Isle of Man company", Prestel, 1993
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probleminhas terrenos:
quem vive mais
morre menos?

É o comer que faz a fome.

Muitos são os homens que falam de liberdade, mas poucos são os que não passam a vida a construir amarras.

As ações são muito mais sinceras do que as palavras.

Comparando no seu conjunto homem e mulher pode dizer-se: a mulher não teria engenho para se enfeitar se não tivesse o instinto do papel «secundário» que desempenha.

Fábula da coruja e a águia

A coruja e a águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.
– Basta de guerra – disse a coruja. – O mundo é tão grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.
– Perfeitamente – respondeu a águia. – Também eu não quero outra coisa.
– Nesse caso combinemos isto: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
– Muito bem. Mas como vou distinguir os teus filhotes?
– Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheio de uma graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.
– Está feito! – concluiu a águia.
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.
– Horríveis bichos! Vê-se logo que não são os filhos da coruja – disse ela, e comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi ajustar as contas com a rainha das aves.
– Quê? – perguntou esta, admirada. – Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste...

MORAL DA HISTÓRIA

Quem ama o feio, bonito lhe parece.

Essa história nos ensina que é importante sermos honestos e dizer a verdade sobre nós mesmos e sobre as outras pessoas. A coruja exagerou ao descrever seus filhotes para a águia e isso acabou fazendo com que a águia não conseguisse distinguir os verdadeiros filhotes da coruja quando encontrou um ninho com três filhotes. A águia acabou comendo os filhotes da coruja e isso fez a coruja ficar muito triste.

A moral da história é que a honestidade é fundamental em nossas interações com as pessoas ao nosso redor.

A curiosidade sobre a vida em todos os aspectos é o segredo das pessoas muito criativas.

Se eu prefiro os gatos aos cães é porque não existem gatos policiais.

Nenhum homem tem o dever de ser rico ou grande ou sábio: mas todos têm o dever de serem honrados.

URBANÍSTICA
Como seriam belas as estátuas equestres se constassem apenas dos cavalos!

Facilmente nos deixamos enganar por aquilo que amamos.

Quem atinge o seu ideal, ultrapassa-o precisamente por isso.

O amor é um modo de viver e de sentir. É um ponto de vista um pouco mais elevado, um pouco mais largo; nele descobrimos o infinito e horizontes sem limites.