Felicidade Vida Amor ou Amizade
Você é a razão da minha existência
Tudo que vejo me lembra você
Você é a razão da minha existência
Minha centelha
Meu fogo
Explosão de amor!...
Como é maravilhoso está ao seu lado
Coladinho em teu ser
Em você
Eu e você
Eternamente
Uma única essência
Uma fragrância limpada
Pura e sublime
Assim como a nossa união
Nossa junção
Nossa!...
Para que falar tanto, meu amor!
Agora que você guardou as flores
Eu sou, todas as flores
Agora.... E você?...
Perfumes em mim
Seu néctar
Meu néctar
Pólens sem fim...
PAZ❤️
"Quando almas se encontram em identidade de visões de mundo, e de repente vai surgindo uma recíproca necessidade de estarem juntos falando sobre isso, ou outras coisas sem sentido, exceto para aqueles que se veem.
Então aí está a gênese de uma grande e verdadeira amizade, e onde o amor faz sua morada, desde antes, até depois do nada."
Homem que é homem respeita as pessoas e asi mesmo , homem que é homem não bate em mulher , homem que é homem não abandona sua parceira em momentos difíceis,
Homem que é homem ajuda aos outros mesmo em momentos difíceis,
Homem que homem respeita a amizade de qualquer gênero.
"É dentro de nós que reside a força e a chama capaz de nutrir as ações que permitirão realizarmos todos os objetivos, propósitos e sonhos que acalentamos em nosso coração.
Portanto as chaves da mudança que estimamos realizar em nossas vidas neste novo ano, não estão nas circunstâncias e suas intempéries, mas em nossa decisão resoluta de agirmos fazendo deste o melhor ano jamais visto em nossas vidas."
Era uma vez, em uma pequena cidade, um grupo de amigos chamados Lucas, Pedro, Sofia e Marina. Eles eram inseparáveis e estavam sempre juntos, compartilhando risadas e aventuras. Eles eram conhecidos por sua amizade verdadeira e por serem pessoas bondosas, cheias de valores.
Certo dia, enquanto caminhavam pela floresta próxima à cidade, encontraram um mapa antigo e misterioso. Parecia ser um tesouro escondido, mas o mapa não estava completo. Decidiram embarcar em uma jornada emocionante para encontrar as peças faltantes e desvendar o segredo do tesouro.
Durante a busca pelas peças do mapa, os amigos enfrentaram diversos desafios. Em cada obstáculo que encontravam, eles percebiam a importância dos valores que os guiavam. Lucas era corajoso e sempre encorajava seus amigos a não desistirem. Pedro era leal e nunca abandonava seus companheiros, mesmo nas situações mais difíceis. Sofia era gentil e sempre ajudava os outros, mesmo quando isso exigia sacrifícios. E Marina era generosa, compartilhando o que tinha com aqueles que precisavam.
Conforme a jornada avançava, os amigos percebiam que o verdadeiro tesouro não era algo material, mas sim a amizade e os valores que possuíam. Eles se apoiavam mutuamente, superavam as adversidades e aprendiam lições valiosas ao longo do caminho.
Finalmente, após muita dedicação e trabalho em equipe, o mapa foi completado. Os amigos seguiram as indicações e chegaram a um lindo jardim secreto. Lá, encontraram uma estátua de ouro que representava a amizade e os valores que haviam compartilhado durante a jornada.
Ao se depararem com a estátua, Lucas, Pedro, Sofia e Marina perceberam que a verdadeira recompensa não estava no tesouro em si, mas sim na experiência vivida juntos. Eles se abraçaram emocionados, sabendo que haviam fortalecido ainda mais sua amizade e que aqueles valores seriam para sempre a base de suas vidas.
A história dos amigos espalhou-se pela cidade, inspirando outros jovens a valorizarem a amizade verdadeira e a cultivarem valores importantes. Lucas, Pedro, Sofia e Marina se tornaram exemplos para todos, mostrando que quando nos apoiamos e compartilhamos valores como coragem, lealdade, gentileza e generosidade, podemos superar qualquer desafio e encontrar tesouros verdadeiros em nossas vidas.
E assim, os amigos continuaram suas aventuras, enfrentando novos desafios, sempre unidos pelo laço da amizade e guiados pelos valores que os tornavam especiais.
"Os laços em que se constroem as amizades são sensoriais e desprovidos de razão, você gosta sem saber o porquê, quer estar perto sem limitação do quanto, e falar sobre coisas íntimas sem receio de julgamentos ou culpa.
E é assim que as coisas seguem, quando estimamos alguém, a esse sentimento podemos chamar amor, quando recíproco, amigo, mas jamais haverá o primeiro, sem antes passar pelo segundo."
Enquanto os professores esgotam suas energias, os alunos são fontes inesgotáveis, portanto, retire dessa fonte a sua energia e não desperdice com quem tem.
Até com poucos tijolos, você continuará construindo, mesmo que deixem de acreditar em você. Siga em frente, continue a sua missão, pois grandes vitórias; Deus reservou para sua vida. ❤🙏
No que diz respeito as coisas do coração, você pode concordar ou discordar das pessoas, mas nunca discorde do teu próprio coração, pois ele sempre saberá a resposta para o amor e a felicidade!
Composição sublime, majestosa, feita de dois universos, de duas artes formosas, fortes sentimentos, uma mesma origem, essencialidades distintas, profundez e liberdade, vontades implícitas e explícitas verdades, cores iluminadas, uma integridade genuína de um amor verdadeiro, tanto fraterno quanto de amizade, amabilidade rara permitida por Deus, poesias vivas, mais do que lindas palavras, melodias de almas, não apenas algumas cifras, considerando que nelas, a felicidade se propaga, uma amando a outra verdadeiramente, na fala e na prática, dádiva de um mútuo contentamento, que deixam valiosas marcas que não se apagam com o tempo.
Minha avó uma vez pediu-me para comprar uma tesoura, um escorredor de macarrão e um vidro de azeite no mercado, em Niterói, quando eu tinha 12 anos. A rua era Cel. Gomes Machado. Quando eu saí de casa, lembro que também ficaram aguardando duas tias, que ajudavam ela naquele sábado, na cozinha. Esse pedido caía do céu para mim que estava de castigo. A casa ficava na Rua Coronel Senador Vergueiro da Cruz, ao lado do escadão que sobe para o morro do Cavalão. A razão do castigo já não lembro. Lembro-me, sim, que só poderia sair para comprar as coisas e voltar. Fiquei feliz com a tarefa libertadora. E mais feliz fiquei quando, ao dobrar a esquina da Rua São Pedro com Visconde de Itaboraí, verifiquei que se tirava “par ou ímpar” para jogar uma “pelada”, no trecho compreendido entre a Rua de São Pedro e a Cel. Gomes Machado, justo no caminho do mercado. Entrei no páreo e fui escolhido para jogar em um dos times. A galera era sempre a mesma; os amigos da rua que moravam por ali. Só quando a partida acabou lembrei-me da encomenda e fui correndo para o mercado. Lá chegando peguei as coisas e, ao procurar o dinheiro que vovó tinha deixado comigo não o encontrei no bolso. O dono do mercado, Milton Duarte de Castro, percebendo o meu embaraço, perguntou onde eu morava e de qual família eu pertencia. Por minha sorte, dispensou-me do pagamento, não sem antes puxar a minha orelha, com bom humor, para que eu tivesse noção da responsabilidade que um menino deveria ter na execução de um mandado. E que o bom negociante além de ser amigo da família, percebera, também, que suado como estava e com os pés imundos, só podia ser em razão dos folguedos da própria idade. O dinheiro, certamente, caíra na rua.
Agora, a história avança vinte anos...
O mercado já não existe mais. Há agora, na Rua José Clemente, uma loja de instrumentos musicais. Lembrei desses momentos quando era garoto e resolvi entrar naquele lugar fazendo uma pauta para O GLOBO-NITERÓI que foi capa daquela edição de sábado, e que falava sobre a diversidade musical da cidade. Ao olhar para o balcão, fiquei surpreso: Já mais velho, “seu Duarte”, o responsável pela loja, era o mesmo bom homem que, há vinte anos atrás, me desembaraçara de uma dívida de poucos cruzeiros na época. Pedi licença e resolvi me apresentar novamente, depois dos vinte anos, para contar-lhe esta história da qual, como não poderia deixar de ser, ele já não se lembrava. Foi um encontro agradável e, da minha parte, muito comovente. Eis a razão desse texto relacionar-se à amizade. “Seu Duarte” só lembrou de mim depois que falei o nome do meu avô. Ao perguntar se eram amigos, ele ficou com os olhos cheios d´água e respondeu: “fomos grandes amigos”. Não entrei na questão, apenas retribuí o sorriso e lembrei que, há vinte anos, ele não me cobrou o dinheiro quando falei o nome do meu avô. Disso tudo ficou uma lição: o importante numa amizade não é reconhecer somente o amigo, mas também o que é parte dele.
Nunca ame ninguém mais do que a si mesmo; nem mesmo seus pais, nem mesmo seus filhos. Isso se chama amor-próprio.
