Felicidade
Através dos meus versos, vivo um relacionamento sério com a arte para não levar a vida tão a sério ao ponto de perder a minha liberdade de ser eu mesmo,
reconhecendo os meus defeitos e mais ainda as minhas qualidades, expressando tudo que percebo, poetizando a realidade,
saboreando certos momentos de felicidades que me fazem perder a noção do tempo e ser eterno dentro da brevidade.
Companhia calorosa, revigorante, que protagoniza vários momentos com um aspecto emocionante, traços belos, românticos e intensos pertencentes a uma mulher sedutora entre o luxo e a simplicidade, os mesmos atributos de um bom café expresso, fortemente, agradável, cuja qualidade é tão perceptível que certamente é inegável.
Sendo assim, reunindo estas duas singularidades que se relacionam, é possível aproveitar uma oportunidade, bastante satisfatória, sem ver o tempo passar, o contentamento de estar bem acompanhado e tomando uma bebida entusiasmante, portanto, duas fontes de vitalidade, ambas cativantes e motivam a felicidade.
O íntimo e os olhos são atingidos, ficam deslumbrados, naturalmente, agradecidos, o cenário mais simples se torna um lugar incrível rapidamente e um instante será mais do que suficiente para ser inesquecível, por conseguinte, aprazível combinação de uma mulher interessante e um café saboroso que aceleram o ritmo do coração.
Estamos novamente no mês de agosto e inevitavelmente, costumo lembrar de que já faz alguns anos que o senhor teve que partir deste mundo, que não vejo mais o seu sorriso, chegando do trabalho, participando conosco nos almoços de domingo, não ouço mais a sua voz falando a respeito da semana que passou, contando alguma história de quando era mais jovem, enfim, a viveza dos dias comuns, porém, tinham a sua companhia, eram abençoados por Deus e possuíam um valor imensurável, cheios do seu amor.
Sinto falta das nossas conversas, das metas que alcançamos juntos, das nossas viagens, dos nossos vários encontros, principalmente, daqueles enriquecidos pela simplicidade, o nosso ânimo era mantido, arduamente, preservado apesar das dificuldades, enxergava no senhor, o meu abrigo, um símbolo de perseverança, uma luz de sabedoria durante a minha imaturidade, o herói que me acompanhava desde a infância, que lutava pelo meu bem e pela minha felicidade, que dava o conforto enquanto eu chorava tudo isso faz parte da minha maior saudade.
Mas, Graças a Deus, o que hoje me conforta é saber que de alguma forma, o senhor permanece vivo e ao meu lado me encorajando assim como o grande amor que ainda sinto, sempre que lembro da sua integridade, dos seus conselhos, dos ensinamentos que carrego comigo e alguns que aplico na minha vida, nas minhas decisões, que contribuem para minhas conquistas, nas minhas realizações, portanto, em cada fase, tem a sua presença entre muitas emoções numa riqueza de bênçãos, nas tantas alegrias que conseguem ofuscar as tristezas.
Na sobriedade deste domingo, digo francamente que estás muito radiante como um raio de sol vivo em um lindo céu azul, refletindo de bom grado o seu forte esplendor sobre as águas abundantes de um mar azulado,
uma arte naturalmente amável mais bela do que antes, aprimorada cada vez mais pelo amor, usando uma simplicidade elegante, romantismo ornado pela genuína felicidade que reluz do teu semblante, rico em espontaneidade,
Verdade apaixonante, que deixa olhares maravilhados daqueles que tiverem ao menos um pouco de sensibilidade, capazes de perceber a tua beleza e a tua essencialidade, uma bênção de Deus por completa na tua integridade.
Energia do bem…
Há pessoas que carregam consigo uma força invisível, mas inegavelmente poderosa. Sua presença não precisa de palavras ou gestos grandiosos; basta estarem ali, próximas, para que o ambiente se transforme. São essas almas luminosas, dotadas de uma energia vibrante e positiva, que parecem irradiar harmonia como o sol aquece sem esforço. Não é apenas o que dizem ou fazem — é o que são. Elas têm o dom de tornar o mundo ao seu redor mais leve, mais sereno, mais pleno. Permanecer ao lado de alguém assim é sentir-se revitalizado, como se a vida ganhasse novos significados.
Esse tipo de energia não se limita ao contato direto, tampouco se dilui com a distância. É impressionante como a força que emanam transcende barreiras físicas e emocionais, alcançando aqueles que as cercam de maneira quase mágica. São pessoas que não apenas convivem, mas deixam marcas profundas. Elas inspiram, instigam e elevam. Sua paz é contagiante, sua tranquilidade é transformadora, e sua presença é um lembrete contínuo de que a vida pode ser vivida com propósito, alegria e conexão genuína.
No contexto da liderança, essa capacidade de contagiar é uma virtude rara e essencial. Um líder que compreende o poder do entusiasmo e da inspiração não apenas conduz uma equipe; ele a transforma. Ele conhece as nuances de seus liderados, compreende suas necessidades, potencializa seus talentos e, acima de tudo, cria um ambiente onde as pessoas se sentem valorizadas e motivadas. Essa figura não é autoritária nem infalível, mas humilde o suficiente para reconhecer que o aprendizado é constante e que o sucesso é compartilhado. Sua energia positiva não se impõe, mas se propaga, motivando e mobilizando todos ao redor.
É interessante notar as sutilezas da linguagem quando falamos de "contagiante" e "contagioso". Enquanto o último termo é frequentemente associado a doenças ou situações adversas, o primeiro carrega uma conotação de expansão benéfica, de algo que se espalha e multiplica para o bem. Um sorriso contagiante, por exemplo, é capaz de iluminar rostos e mudar humores. Uma ideia contagiante pode mover montanhas. Da mesma forma, uma energia contagiante transforma não apenas o indivíduo que a recebe, mas todos ao seu redor.
Ser contagiante é, portanto, um ato de generosidade. Não é sobre impor-se ou dominar, mas sobre compartilhar. É um convite discreto, quase silencioso, para que aqueles que estão por perto se sintam bem, motivados, plenos. É uma qualidade que vai além das habilidades técnicas ou intelectuais; é sobre humanidade, conexão e empatia. E é exatamente por isso que essas pessoas, com sua energia luminosa, são tão desejadas, tão queridas, tão indispensáveis. Elas não apenas vivem — elas fazem viver.
Almas luminosas…
Existem pessoas que parecem conter dentro de si um universo inteiro de luz. Elas transbordam como rios que nunca secam, carregando em suas águas uma energia que toca, transforma e cura. Esses seres singulares são como bálsamos para o coração cansado de quem cruza seus caminhos. Elas não apenas existem; elas irradiam. Seus gestos, muitas vezes simples, possuem um impacto profundo. Um sorriso, um olhar, uma palavra de conforto — tudo nelas carrega uma força quase mágica, capaz de reerguer aqueles que estavam à beira de desistir. São como âncoras em meio às tempestades da vida, trazendo calma e esperança onde antes havia desespero.
Essas pessoas possuem uma bondade que não se exibe, mas que se sente. É algo que está presente na maneira como olham o mundo, sempre com ternura, mesmo para as situações mais desafiadoras. Seus olhos falam mais do que suas palavras, revelando uma alma generosa, pronta para oferecer o que tem de melhor, mesmo quando pouco lhes sobra. São humildes, não por se submeterem, mas por entenderem que a grandeza está na empatia, no compartilhar, no acolher. Seu sorriso fácil, muitas vezes acompanhado de um jeito quase ingênuo, confunde os mais céticos; parece bobo, mas é apenas a pureza de quem não carrega malícia no coração.
Há algo de profundamente regenerador em conviver com essas pessoas. Elas nos inspiram a sermos melhores, a enxergarmos o mundo com outros olhos, a acreditarmos novamente quando tudo parece perdido. São como faróis que iluminam os caminhos mais escuros, como pontes que nos levam para uma nova fase, para um lugar onde a vida volta a fazer sentido. Quando estamos perto delas, é como se um vento fresco soprasse em nossa alma, afastando as nuvens densas do cansaço e do pessimismo.
No entanto, há quem, incapaz de compreender tamanha luz, tente apagá-la. Talvez por inveja, talvez por medo, ou simplesmente por não suportar aquilo que não pode replicar. Essas pessoas, que carregam sombras dentro de si, enxergam a bondade genuína como uma ameaça. Elas tentam moldar, apagar, silenciar. Mas mudar alguém que irradia essa essência é um ato de crueldade. É como apagar uma estrela no céu, como tentar calar o canto dos pássaros. É roubar do mundo algo que ele desesperadamente precisa: autenticidade, altruísmo e amor verdadeiro.
Pessoas assim não devem ser mudadas. Elas são preciosas exatamente por serem como são. Sua originalidade, seu carisma espontâneo, sua sinceridade desarmada são um presente raro, uma dádiva que não se compra, não se força, não se imita. É natural que aqueles que não possuem essa mesma luz se sintam desconfortáveis ou desafiados diante de tamanha plenitude. Mas a solução para isso nunca será apagar o brilho alheio; será, talvez, aprender com ele.
Preservar essas almas luminosas é uma responsabilidade coletiva. É garantir que o mundo não perca sua capacidade de se encantar, de se regenerar, de acreditar. Que possamos reconhecer, proteger e valorizar essas pessoas, porque sem elas, a vida seria um lugar muito mais árido, muito mais sombrio. Elas são a prova de que a bondade é possível, de que o amor existe, de que a esperança pode ser renovada. E isso, por si só, já é revolucionário.
"Enquanto pensas que sabes o que é o amor,isso te vai servindo para seres feliz. Contudo quando o souberes em toda a sua plenitude, já terás morrido de felicidade "
"Como se pode ser inteiramente feliz com tanta desgraça acontecendo diáriamente á nossa volta ? A ser felizes, somos só meio felizes, porque neste mundo a dor, o desgosto e as lágrimas são o pão nosso de cada dia. Isto não é ser pessimista, isto é ser muito realista."
As pessoas odeiam os vilões, a tristeza, a maldade, mas qual seria a utilidade dos mocinhos, da felicidade, e da bondade, se não tivessem o que combater?
Ter algo ou alguém que seja exclusivamente teu, que lhe traga o prazer de existir, não há nada melhor. Assim como não há nada pior de o mesmo ser lhe roubado.
O pessimismo é um veneno que mata lentamente, o maior antidoto é saber que tudo é perfeito no amago e nada está fora do lugar...
Você ter a liberdade de festejar entre amigos e não precisar beber porque ouviu uma moda que te fez ressentir ou recordar momentos com pessoas que o tempo levou, ou que simplesmente preferiram sair da sua vida.
Você não se sentir mal porque foi ignorado e não se importar com opiniões de outrem.
Você ter um controle aplausivo de suas emoções e não chorar, não se humilhar porque viu a pessoa amada beijando outra na balada.
Você ter o poder de dizer que não precisa e nunca precisou de uma bebida, de uma pessoa ou de coisas banais para se sentir feliz, porque a sua felicidade depende exclusivamente de você.
Isso é evolução. Isso é se valorizar.
Autor: Josielly Rarunny
Moro Na selva de Concreto e Aço, já Faz um Tempo Que Estou Querendo Um Abraço, De Um Amor Que Seja verdadeiro, Machuquei Meu coração por Ser Aventureiro"
viva os positivos, foda se os negativos, vida é uma grande escola, nem tudo tem um preço, mais sempre tem um troco, pode me chamar de loco pois vivo como quero, chamo minha trap house de castelo, minha Gang está comigo verão ou inverno, cheio de amor, Com os pente carregado, respeito sem força
esse meu legado GANG
Sabe- se que isso já ocorrera desde os primórdios. A qualificação, a quantificação, a sorte, a atenção, o cuidado, o reconhecimento, a gratidão e a humildade, são ingredientes fundamentais para o composto da felicidade!
310123
Lembra com saudades gostosas, e no coração vai sentindo como se um pião estivesse a rodar, girando, girando e girando em torno da sua vida. Saudade daquela manhã, quando o amor nasceu na gente. Daquela porção de filhos brincando em volta da gente. De ver, depois, os noetos, crecendo aos olhos da gente. Como andou depressa a vida, deixando pra trás a gente...
Sempre achei que uma palavra de elogio fizesse bem à saúde. Que pequenos gestos mudassem situações até então imutáveis. Que o julgamento alheio não é importante. Que devemos ser adolescentes a vida inteira e, o máximo que der, regredir até a infância com nossos filhos novamente. Que isso é a melhor maneira de renascer. Que amor não se cobra que não é cobre. Que amor não se pede que não é peça. Que amor se chama porque é chama. E que tudo que é muito diferente incomoda tudo que é muito igual.
Você sempre começa uma história pensando em alguém. Poderão considerá-las românticas demais ou exageradamente sentimental, considerando meus trinta e poucos anos. Sentimentos que, contados em histórias, o bálsamo do tempo da escrita arrefece qualquer coisa. Histórias como daqueles que casam depois de haver gozado e bem, a vida de solteiro. Se conhecem e percebem a reunião, a um só tempo, da beleza de corpo e alma. Após o encontro, fazem-se amantes, em qualquer sentido que se queira dar a palavra. Constroem um lar perfeito e geram uma prole de filhos. Vivem juntos, tipo uns 50 anos; nesse período, passam bons e maus momentos, amparando-nos reciprocamente. Observam a família aumentar com a chegada dos netos. De repente, em poucos dias, esse amor é interrompido por uma doença insidiosa, inesperada, que arranca um dos braços do outro. Quem fica, sofre na alma a violência de um coice. Já estavam beirando os 100 anos. A tristeza é plenamente normal e justificável. Durante um século, embriagaram-se com o amor um do outro. Com a perda, passa a sofrer uma depressão, sem dúvida, decorrente da saudade, e esta, a queria sempre bem latente para nunca esquecer. Não permitia que médicos desbravadores da mente, com seus artifícios freudianos, expulsassem da sua memória, ou, pelo menos, amenizassem a saudade, que em verdade era a razão da sua vida atual. Na concepção que faziam do termo, os quase 100 anos, um ao lado do outro, era a única história que haviam escrito juntos, movidos pela inspiração provocada por esse único, grande e insubstituível amor. Durante todos os anos de felicidade, dedicavam-se as próprias felicidades. Destas, algumas que encontrei em cartas e bilhetes que guardavam dentro de uma caixa de sapato, preferi protegê-las com o véu da privacidade que considero inviolável, tão somente agora; mas um dia ainda escrevo um livro com essa história. Saudades.
