Fecho
"Fecho os olhos ouvindo uma canção, e recordo cada momento vivido, cada sorriso bobo, cada palavra besta e cada olhar, hoje sem mais, só descrevo o que ontem vivi, que amanhã descreverei o hoje, os dias passam, lembranças ficam e só nos restão recordar feito canção que toca o peito e nos fazem recordar, pois bem, recordar é viver, aquilo que vivemos, não esquecemos jamais"
quando perceber que o mundo fecho as portas para você, feche os olhos e respire fundo, depois tire uma chave micha do bolso e abra elas fazendo lockpicking
O inverno da minha alma chegou.
O frio dos lábios fraudulentos
Já não se faz incomodo.
Fecho os olhos
À suas palavras
E abraço a escuridão
Do fundo da caixa.
A noite me envolveu
De modo a transmitir
A fumaça do abismo
Que cavaram em
Meu coração despedaçado.
Por isso o frio
É meu aliado
Na proteção
Da minha existência.
Para que jamais
Me queime no
Fogo da enganação.
Eu fecho meus olhos e ouço uma música, cada palavra é uma oscilação entre o papel e a essência andando pelos corredores de uma mulher sorridente .
Venha dançar comigo esta valsa embora não sigo o ritmo, pois o coração bate no peito alterado e descompassado, tome o meu corpo e viva no meu coração e me faz sua respiração, Vamos dançar por entre as árvores .
Estou ouvindo você como um eco que vai do ouvido para a alma , e por todos , enredando com o calor da sua voz e o silêncio do nosso primeiro olhar .
Nós cantamos e dançamos, assim deixará de existir a nota seguinte e você voltará para dançar na sala de estar , na rua ou no pavilhão criado em sonhos, porque, no final, como um casal, um sorriso doce e um olhar radiante daqueles que brilham quando se ama ...
Por vezes visto-me de solidão , fecho-me em meu mundinho,as palavras não são necessárias quando a alma carece de introspecção , a quietude é como uma brisa acalentando o coração. Nestes momentos eu avalio minhas andanças , relembro as paisagens das quais colhi flores sem viço e as colori com a delicadeza da esperança, outras murcharam em minhas mãos encharcada com o sal das minhas lágrimas.Hoje compreendo que na rebeldia em querer mudar o mundo eu me transformei,compreendo que tudo que colhi, eu mesma plantei.
Rosely Andreassa ,
Fecho meus olhos começo a sonhar ,
Abro eles vejo o mundo real...
Mas não quer dizer que não posso sonhar,
Quando meus olhos estão abertos
Fecho os olhos e magino cada momento feliz que tivemos juntos, e enquanto eu lembrar disso você sempre estará viva dentro de mim
Só me bastou um toque teu para que tu não saísses mais de mim.
Quando fecho os olhos vejo teu olhar de encontro ao meu
Mas que sentimento é esse que tu e trases será que é amor? ou só mais uma ilusão?
- Eu fecho meus olhos
e Vejo sua linda face
uma menina Linda
com Um olhar Forte encantador
sorriso Completo Radiante
Que Só me vem a cabeça 24hrs
Todos os dias E Um Sonho diferente
Com Ela Todos os dias Passar um replay
Do meu 2015 Com ela Todos Os dias Me pego Vendo as fotos Dela Contando os segundos Pra ela Voltar
Me abraça e daqui Não sair nunca mais..♥
Eu Amo Minha Namorada ♥♥
DOMINIQUE Eu Te Amo! ♥
Fecho os olhos e vejo coisas que não consigo apalpar, coisa do desejo, infame cruel,vivo no meu mundo cercado do zero,já basta existir completo do nada,confuso reviro,se avia a frente e não tem nada a entender,prefiro viver a vida a aprender!
Sem você
Fecho os olhos para me sentir sozinho,
Vejo seu rosto nas sombras dos meus pensamentos;
Concentro-me no silêncio da minha alma,
Ouço sua doce voz aos meus ouvidos;
Tranco-me na solidão do meu ser,
Sinto sua presença em meu coração.
Já não consigo me ver sem ver você.
A Máquina do Mundo
E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco
se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas
lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,
a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.
Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável
pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar
toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.
Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera
e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,
convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas,
assim me disse, embora voz alguma
ou sopro ou eco ou simples percussão
atestasse que alguém, sobre a montanha,
a outro alguém, noturno e miserável,
em colóquio se estava dirigindo:
"O que procuraste em ti ou fora de
teu ser restrito e nunca se mostrou,
mesmo afetando dar-se ou se rendendo,
e a cada instante mais se retraindo,
olha, repara, ausculta: essa riqueza
sobrante a toda pérola, essa ciência
sublime e formidável, mas hermética,
essa total explicação da vida,
esse nexo primeiro e singular,
que nem concebes mais, pois tão esquivo
se revelou ante a pesquisa ardente
em que te consumiste... vê, contempla,
abre teu peito para agasalhá-lo.”
As mais soberbas pontes e edifícios,
o que nas oficinas se elabora,
o que pensado foi e logo atinge
distância superior ao pensamento,
os recursos da terra dominados,
e as paixões e os impulsos e os tormentos
e tudo que define o ser terrestre
ou se prolonga até nos animais
e chega às plantas para se embeber
no sono rancoroso dos minérios,
dá volta ao mundo e torna a se engolfar,
na estranha ordem geométrica de tudo,
e o absurdo original e seus enigmas,
suas verdades altas mais que todos
monumentos erguidos à verdade:
e a memória dos deuses, e o solene
sentimento de morte, que floresce
no caule da existência mais gloriosa,
tudo se apresentou nesse relance
e me chamou para seu reino augusto,
afinal submetido à vista humana.
Mas, como eu relutasse em responder
a tal apelo assim maravilhoso,
pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,
a esperança mais mínima — esse anelo
de ver desvanecida a treva espessa
que entre os raios do sol inda se filtra;
como defuntas crenças convocadas
presto e fremente não se produzissem
a de novo tingir a neutra face
que vou pelos caminhos demonstrando,
e como se outro ser, não mais aquele
habitante de mim há tantos anos,
passasse a comandar minha vontade
que, já de si volúvel, se cerrava
semelhante a essas flores reticentes
em si mesmas abertas e fechadas;
como se um dom tardio já não fora
apetecível, antes despiciendo,
baixei os olhos, incurioso, lasso,
desdenhando colher a coisa oferta
que se abria gratuita a meu engenho.
A treva mais estrita já pousara
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,
se foi miudamente recompondo,
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mãos pensas.
(Texto foi extraído do livro “Nova Reunião”, José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1985, pág. 300. Fonte: Projeto Releituras)
Me vejo em um abismo
Ele nao tem fim
Me guardo no escuro
Que se guarda dentro de mim
Me fecho pelo medo
Mas nao de cair
Medo da felicidade
Que tiram de mim
Perco a juventude
Pela vida ganhar
Quando mais se ganha
Mais guardado vou estar
Olham para mim
Nao sei oque vêem
Um ser humano escravo
Ou ferramentas talvez
Me sinto esquecido
Não lembro muito bem
De como é uma conversa
Sem ter um, o que você fez?
Minha vida estou devendo?
Por tanta cobrança ter
Posso ser jovem
Uma vez no mês
Querem gratidão eterna?
Pode até ser talvez
Esperam ajoelhar?
Quando mandam, que é toda vez
Minha vida, meus pensamentos
Minha tristeza é frescura
Intolerância a felicidade
Estão me levando a loucura
Socorro! Estou gritando por dentro
Mas a pressão, não deixa a voz sair
Calo- me então.
Para a vida seguir
Neste abismo de liberdade
Tenho medo de cair
Ser feliz nesta idade
Depois dela sair
Se tento me jogar
Pessoas me puxam e repreende
Fala que isso não presta
Que é para vagabundo e pouca gente.
Todos somos diferentes
Poucas pessoas são iguais
Procuram a igualdade
Em traços irreais.
Mais um dia que amanhece !
Abro a janela e sinto o abraço do vento
Fecho os olhos e inspiro fortemente!
Ha um leve perfume no ar...
Inspiro mais profundamente
E o cheiro de vida me inebria.
Vida que me toca,
me desperta e me transporta
para os braços do Criador!
edite : 5/5/2016
Se eu fecho os olhos te imagino nos meus braços,meu corpo a se juntar ao seu,vejo a sua boca a minha procura e não a deixo esperar selo com um beijo molhado e gostoso,e em seu rosto vejo a expressão de desejo,sinto suas mãos em deslizar em meu corpo e todo o meu corpo se estremece e deixa ainda mais esta ânsia de lhe pertencer brotar
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