Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Não tenha medo de errar, assim como eu tive. Do erro vem o acerto. Afinal, vivemos em um mundo filosófico, como podemos ter a certeza do que é realmente certo? Ou do que é errado? Nem oito, nem oitenta... Nem tudo é certo, nem tudo é errado. Certeza mesmo somente uma.
Desculpe, eu não consigo ficar 24 horas com um sorriso no rosto, e a sinceridade? Já escondi uma lágrima por trás de um sorriso, mas cheguei a um ponto onde não consigo mais esconder as lágrimas, derramo elas com uma facilidade incrível.. Isso porque estou emocionalmente frágil, quase depressiva. Não sei mais onde procurar forças para lutar, mas sinto que se parar agora, a correnteza dessas lágrimas sem fim me afoga. Eu só preciso saber para onde a correnteza quer me levar, talvez eu seja uma boa menina e nade nessa mesma direção, ou talvez não, afinal, eu sou teimosa e persistente. Duvidaria muito seguir em uma direção desconhecida, eu sempre luto pra chegar onde eu quero, e continuarei, até não ter mais forças pra lutar.
Eu era tão mais leve, mais expressiva e natural quando ninguém modificava minhas vírgulas e não colocavam ponto final antes da minha frase ser terminada. Era um suspiro, um grito e um alívio que saia sem a preocupação de estar claro, objetivo, simples e conciso. As vezes me sinto uma mercadoria com minhas frases curtas que são utilizadas para atingir, mas deixam de ilustrar o que sinto, o que vivo, o que machuca. Num cansativo e comprido ciclo, que é o espelho do que sou. Sem a necessidade de simplificar, ou agradar... apenas vomitar tudo que não sei digerir.
Eu escrevo porque tenho vontade de gritar. E se tenho vontade de escrever e não posso, eu grito! Grito pra espantar, grito por querer sumir, grito por muitas vezes não poder escapar. Essa gritaria não é pra ninguém escutar, nem mesmo espero que alguém possa me calar. Afinal, enquanto escrevo estou vomitando lágrimas em silêncio.
Eu não consigo te deixar ir... não vá, meu amor. Onde há saudades, há dor.
Fique, até o jantar.
Não quero deixar nosso amor esfriar.
Mas eu quero encher o que é vazio, não me contentar com o que já está completo.Ir atrás de outra falta para suprir qualquer ausência.
Eu não quero público, muito menos aplausos.Eu quero o meu espaço, viver as minhas ideias sem a preocupação do que te parece certo ou não.
Eu não quero público, muito menos aplausos. Eu quero o meu espaço, viver as minhas ideias sem a preocupação do que te parece certo ou não.
Rabisco as palavras que expressam muitas vezes o que eu não consigo dizer. Rasgo as folhas que ecoam os meus anseios e conjugam o meu medo de arriscar com a impossibilidade de largar. Esqueço que tudo o que foi liberado de mim assombra o meu reflexo no espelho. Até se eu aprender como esquecer o que eu me tornei a ser, eu ainda a mesma serei.
Olha aproveita, enquanto eu ainda estou tentando, enquanto eu ligo,vou atras, enquanto eu não desisto, porque quando eu os faço não tem volta, não tem roda que faça girar, meu coração é grande, e acostumado e calejado, mas quando ele quer ele também sabe ser amargo, sabe calçar um salto, eu as vezes não quero mas ele me faz esquecer, não vai ser a primeira e nem a última vez que eu vou chorar, mas também não vai ser a última que eu vou olhar depois para toda a estória e sorrir, sei ser paciente,mas ninguém é perfeito e eu nunca tive vocação para idiota.
,
“…O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
Me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.
Ou melhor, só se vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto…”
Mas meus gostos são meus e não abro mão, as letras a elas me fascinam, escrever e como se eu eu ganhasse uma nova vida a cada texto, faz parte da minha personalidade um tanto estranha, um tanto complexa, as minhas músicas , as chamo de minha não por ter composto , mas por saber que cada uma que eu me identifico faz parte de mim,quase ninguém conhece, quase ninguém gosta mas eu amo, eu escuto reescuto eu quero morar dentro das musicas, os meus filmes, também são taxados como estranhos, há mas eu nem ligo,não me tiram da cabeça a história de Amélie Poullain , Summer,são perfeitas,eu sou isso esse misto de música,sonho,filme emoção, achou um pouco bagunçado? espera só para ver meu coração!
Essa luminosidade toda, não me cega... Eu sei que por de trás de sorrisos impecáveis normalmente impera o mal querer.
Hoje eu resolvi falar de amor. Posso falar de amor porque me sinto uma autoridade no assunto. Não que me ache pretensioso, ou que saiba tudo sobre o amor, mas porque vivo o amor intensamente. Não aquele amor poético, bonitinho, mas aquele amor visceral, dramático, aquele amor intenso, aquele amor que não preciso provar ou expor pra ninguém, pois esse amor só pertence a mim, as pessoas ao meu redor o sentem, o meu amor é como perfume, exala pelos poros. O meu amor é daquele tipo que precisa do outro apenas para se amar sem esperar o mesmo em troca, porque o meu amor é o que basta. Vivo aquele amor sem medo de se envolver, sem medo se sofrer, talvez o único medo, devido a esse amor ser tão grande, seja o medo de perder. Mas se a perda for inevitável, o amor é tão grande que continua se alimentando não só dos momentos que ficaram, como de si próprio. Não tenho a menor vergonha em assumir que vivo de amor e para o amor. Me alimento de amor. Eu amo hoje e vou amar sempre.
Se você for silêncio, não haverá palavras ditas entre nós. Porque a única coisa que eu faço sozinha agora é ser feliz.
A cada manhã ,eu me deixo iludir...so um pouquinho,
na tentativa,de não perder de vez,aquela menina
que um dia brotou em mim.
