Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Quis o destino me separar de você, mas eu não quis culpar você e minha saudade e minha ansiedade, quase para o meu coração; mas isso, você não deve saber: mas deve saber, como nunca senti ódio de você e não há nada que eu deseje mais, que a tua felicidade; eu vi nas minhas lágrimas palavras, que só querem lembrar como é celestial a gratidão que há na saudade de amor.
O tempo pode passar, mas sempre vou amar você, vou pensar em você; meu coração não pertence há mais ninguém; você é a razão do meu sonhar; tudo que é bom eu quero com você, só com você há beleza; minha vida é você, meu paraíso celeste: posso com você renascer e meu coração florescer; só com você, esse amor puro me tem; não importa quantas vezes eu descreva, eu nunca achei nada que fizesse, entender minha alma.
Eu largo tudo pra ir com você, eu não ligo pro mundo, nem pro dinheiro, eu pedi pra Deus: eu perco tudo, mas deixa ela comigo, ela é minha vida; ele não deixou e quiseram falar da fé, mas eu perdi e não vou compreender, eu não sei mais o que é fé: se toda fé não bastou: Deus ainda me levou você; mas o amor por você, não há quem leve de mim; o tanto que sinto tua falta, o amor que há por você: é mais forte que o destino e não há tempo, nem razão que mude isso.
Vou transformar o destino que me levou você, querendo que eu há esqueça, querendo que eu siga a vida; quando me tiraram você, tiraram tudo de mim e agora: eu desafio a vida e o destino, eu não vou mais deixar de amar você e pode não ser nessa vida, mas eu quero provar para Deus que o tempo e o destino: não podem mudar o amor e, mesmo longe, pode acreditar, eu não vou deixar de amar você e tudo que sinto, eu vou honrar por toda minha vida.
Quase sete anos e não me esqueci; quase sete anos e você é quem eu mais amo; quase sete anos e não amo mais ninguém; quase sete anos e você é a razão da minha saudade; quase sete anos e queria está com você, mas não estou; quase sete anos e viro poeta; quase sete anos e palavras já são banais; quase sete anos e o que eu faço sem você?; quase sete anos e flores ainda levam seu cheiro; quase sete anos e por você, minha vida é sua; quase sete anos e alguma coisa me faz sentir teu beijo; quase sete anos e acho que endoidei; quase sete anos e sonho com você de branco; quase sete anos e ainda sonho com a nossa família; quase sete anos e o tempo não volta; quase sete anos e nada me importa mais que você está bem; quase sete anos e não vou deixar de escrever; quase sete anos e sei que ainda há tempo para você me ler.
Quase sete anos e talvez eu precise esquecer, mas não vou esquecer; quase sete anos e o amor por você, sempre vai renascer; quase sete anos e vou fazer a dor bela por amor; quase sete anos e na dor, fiz palavras de gratidão e promessas de amor; quase sete anos e quero lembrar teu olhar meigo; quase sete anos e quero lembrar teu sorriso tão sublime; quase sete anos e quero lembrar tua pele suave como flor; quase sete anos e quero lembrar teu toque tão belo como beija-flor na flor; quase sete anos e ainda acho maneiras de viver você, sem você; quase sete anos e não ocupei teu lugar na cama; quase sete anos e abraço teu travesseiro; quase sete anos e me faz feliz você está feliz; quase sete anos e quero dizer obrigado por existir; quase sete anos e por toda vida amo você; quase sete anos e sempre vou querer fazer você sorrir; quase sete anos e faz parte de mim querer cuidar de você.
Mesmo sem você aqui, eu estou esperando você aqui; mesmo que não volte, eu estou com saudade aqui; quando me sinto só, eu descrevo você aqui; quando não acho palavras, eu choro aqui; quando durmo, te faço mais presente aqui.
Nas palavras que eu não disse: se descreveu no tempo, no tempo sem você; mas a saudade tem sobrescrito o tempo; isso é o amor, que não passou com o tempo; me fez poeta além do tempo; não há ódio, não há rancor; o amor que descrevo descreve a oração que implora você comigo.
Nosso romance, em cálice de amor tinto, descreve a cor do amor; nossa relação, bordada a graça do celestial; na linha do tempo, um presente é passado; anjos observam você e eu, e celebram o amor, cuidam da saudade e da gratidão por nós e por amor.
Posso lembrar dos beijos doces como mel; sentir você sem tocar, fazendo meu coração voar como beija-flor; não vivo sem minha flor; quando me deixa sem você, sinto tanto medo e sofro na dor bela de amor, por amor de quem não está e está no coração que dói.
É você, sempre será você; me leve onde você está; me deixe onde você está; sua ausência me torna poeta, descrevo saudade, sempre por amor e por você; não precisam entender; não há mais ninguém; só você precisa saber: como eu te vivo, te respiro, te desejo e te amo, vida minha.
A sensação que me vem quando descrevo você é como se estivesse do meu lado e talvez esteja; eu não posso toca-lá, mas meu coração é abraçado; talvez eu comece chorar e até posso sorrir; dá a impressão que vai me chamar e, mesmo só, te imagino no altar, na saúde ou na doença, diz que me ama.
Eu quis parar as muitas palavras que descrevi você por não ter você e mesmo sem você, eu não pude negar, não há lugar sem você; eu me esqueço, mas não esqueço você, me perdi e sem ar eu vou me sufocando na depressão.
Permaneço sem ar numa cama de hospital, perdi a razão de existir e quero me entregar, não quero mais viver; é tão difícil, tão frio essa vida; numa crise sou dopado e você é o nome que escutam, mas não souberam o tanto que eu amo você.
Eu quis parar e por semanas eu não escrevi; mas você é tudo pra mim, somente palavras ameniza a falta que você me faz; preciso escrever o amor por você que me abraça forte e me faz viver, não me deixa morrer sem você.
Se tivéssemos o amor que sentimos de quem não está; talvez, tudo virasse flor e pudesse florescer por nós; mas não é fácil como sentimos, e se fosse, ainda seria amor ou mais dor e solidão, num vazio sem significado.
Pela última vez, antes do adeus, eu queria num pôr do sol, me deitar na grama e do teu lado, segurar tua mão e pela última vez, sorrir ti ouvindo me chamar; como na primeira vez e você me diz: você é tudo pra mim, não me deixe.
Eu tento mais palavras de amor e trago depois de quase parar, o poeta que quase morreu; mas emocionado eu me lembro de quem nunca vou esquecer e por uma promessa de amor, eu não parei, eu abracei meu amor por você.
Vou pensar em você, descrever você e pedir perdão sem qualquer erro, por medo, por precaução; e antes de ir, me deixa explicar, eu te amo tanto e deve saber, as vezes eu choro, por não achar palavras que descreva meu amor por você.
Me perdoa se quis parar e se por um momento eu me desespero, o amor é dor e luz; sentimentos que não posso evitar e como explico a razão de sentir e não sei parar; é por amor, que meu coração e minha alma escreve e ti descreve como meu amor e minha vida.
"Conseguimos ver a luz de uma estrela
Até depois da mesma não mais existir.
O que eu quero dizer com isso
É que, se você deixar bons exemplos,
Você irá ser lembrado
Até depois da sua morte.
Seus ensinamentos
Nunca irão morrer."
Se todos sentissem o que eu senti, a visão sobre as mães seria outra! Não aquela de empregada, mas a de anjo. No final, o sentimento seria de gratidão ao invés de obrigação por nos ter colocado no mundo.
A Lápide da Alma:
Um Grito na Noite Gelada
Eu sinto... Não sei bem o quê. É um nó, Um vazio que me encolhe. Não sei se estou de pé, Ou se já me desfaço.
A noite mais fria de Curitiba, O silêncio, cortado só por mim. Gravo isso... pra quem? Talvez para o eu do futuro, Que um dia, quem sabe, tropece aqui.
A náusea de Sartre, Um espelho amargo. Ver a existência assim, nua, Sem roteiro, sem chão. Um vazio que é dor, E me aperta, me paralisa.
Quero chorar e quero estar bem. Uma confusão que não me move, Só me prende mais. Vejo o idiota no reflexo da janela, Distante, estranho. Sou eu, mas não sou. Desconectado do que sinto, Entorpecido. Mas nesse vazio, nesse caos, Será que há semente? Um solo onde algo novo pode brotar? Eu espero, eu do futuro, que sim.
Eu necessito, eu necessito…
como quem já não distingue desejo de falta,
como quem arde por dentro
sem saber onde termina o fogo.
Necessito sentir você
não só na pele,
mas no intervalo das coisas,
no silêncio entre uma palavra e outra,
no espaço onde o mundo desacelera.
Necessito estar perto…
perto o suficiente
pra que tua respiração bagunce a minha,
pra que tua presença dissolva
o excesso que me transborda.
E, ainda assim,
no meio de toda essa fome,
há uma pausa em você
que me salva do excesso
que, contraditoriamente,
é tudo o que eu mais necessito.
No meu coração só havia dor e solidão, magoas que eu não encontrava solução. Mas agora você é a dona do meu coração. Me deu felicidade e alegria, me ajudou a reconstruir a minha vida, me mostrou o que é a vida, o que é viver, me ensinou a viver,se tornou a minha vida. -ÁG-
Sinto falta de você
Você é a pessoa que eu mais amei.
O que eu fiz de errado? Até hoje não sei,
Me deixou, disse que não me ama mais.
E falou que não vai olhar para tas.
Por quê? Aonde eu errei?
Se foi apenas por você que me apaixonei?
Se foi apenas você que eu amei?
Meu coração ainda grita por você,
eu ainda amo você
ainda sinto sua falta, falta de você
Por favor me explique o porque?
Me diz aonde eu errei?
(ÁG)
Hoje eu acordei chorando.
Lágrimas de felicidade, não tristeza.
Pois num momento sem direção,
você veio por poucos segundos me acalentar.
Não te vi dormindo, pouco antes de acordar,
Mas quando percebi, na sua frente me ajoelhei e desatei.
Não soluçava, como agora, mas já chorava lagos e rios.
Tentei sua testa beijar, enquanto dormia serena, mas antes você acordou e me olhou.
Aquela cara de quem acaba de acordar, mas já ostentava seu zelo, tentando tirar da minha camiseta um pelo.
Parando para refletir, sua voz eu não me lembro de ter ouvido, mas as palavras eu entendi e as respondi com um riso baixo.
Antes que pudéssemos falar qualquer outra coisa, infelizmente virei para o lado, acordei e me afoguei.
Foram poucos segundos, não nego,
um curto infinito, aceito.
Mas nesse momento de dor,
Foi muito mais do que eu podia querer.
O que eu aprendi nos meus 40
Falou mal de mim?
Não tiro mais satisfação.
Virou a cara, se afastou?
Não tiro mais satisfação.
Me julgou sem me conhecer?
Não tiro mais satisfação.
Criou histórias sobre mim?
Não tiro mais satisfação.
Não gostou de mim?
Não tiro mais satisfação.
Aprendi que paz mental vale mais do que qualquer explicação.
Quem vive em paz não precisa provar nada para ninguém.
Dengue
Sabe hoje? Eu tô me sentindo doente.
Mas não é de hoje. Já faz uns dias.
Um mundo mais pálido, a vista fechada,
A vontade de viver secando em mim.
Tipo... eu tô doente. Doente de verdade.
Eu não tenho fome e nem coragem de sair da cama.
Na verdade, tenho uma bola na garganta.
Não, não é uma bola. É um bicho vivo.
É um gato arranhando a carne por dentro,
Rasgando pra fora, num desespero contínuo.
Eu tento cuspir, eu tento expulsar,
Mas ele crava a unha e não sai.
E o pior? O pior é estar sozinha.
Eu não sou fraca. Mas hoje me encontro frágil.
Odeio a fragilidade me arrastando pro chão,
Nesse poço sensível onde me afundei.
Eu não consigo pensar. Eu não consigo agir.
Eu só consigo ficar deitada. E chorar.
Qualquer som lá de fora me faz desmoronar.
Como se a doença vazasse pelos meus olhos.
Como se eu precisasse rachar de uma vez,
Com um choro contido e engasgado,
Pra engolir a verdade que eu sempre recolho:
Eu não tenho ninguém. Ninguém pra chamar.
Ninguém que me chame sem segundas intenções, sem transações sociais.
Alguém que só queira saber como estou e venha ao meu socorro.
Isso me lembra algo.
Eu tive dengue quando era criança.
Família grande. Casa cheia e vazia ao mesmo tempo.
Tudo acontecendo, mas nada era dito.
Eu ficava doente, encolhida no canto...
Pequena. Insignificante. Engolindo o grito.
Ninguém cuidava de mim. Ninguém me via.
E isso bate na ferida que nunca fechou.
A carne viva rasgada que não cicatriza.
É a minha maior ferida.
Talvez seja o abandono me fazendo doente.
Ou talvez seja dengue, que me paralisa.
Eu não sei. Eu só quero chorar.
Esperar que alguém me salve. Que alguém venha.
Mas ninguém nunca vem. Ninguém liga. Ninguém.
E eu choro mais forte, engasgada na dor
Desse gato maldito arranhando a garganta.
A vergonha sufoca. O vazio me esmaga.
Eu olho pro lado. O silêncio decreta.
Não tem ninguém.
Nunca teve ninguém além de mim mesma.
A força sobrenatural que eu acredito ser Deus, não é aquela que precisa de lamentações públicas ou forçadas, mas é aquela que me orientou desde o ventre da minha mãe até o meu último dia.
Eu não tenho o menor interesse na vida privada das pessoas, sabe? Nenhum, em hipótese alguma… Num país onde a fofoca é comércio, eu prefiro o silêncio.
Não tem graça sem você
Rick Henry
Boa noite, sei que não quer falar comigo
Eu não fiz nada que abala-se nossa relação...
Não me ignore pois acredite que em meus olhos
Só vejo você....
Trouxe um vinho pra tomarmos ouvindo aquela canção
Vem me abraça eu não trai a nossa relação...
Sabe que movo o mundo pra provar que meu amor
É só seu, é só seu...
Vem comigo...
Tomar um banho bem gostoso
Eu vou falar no seu ouvido...
Com você eu tenho muito mais motivo
De alegrar nossos corações
Deixe eu te acariciar e em meus braços
Vou te abrigar pois é contigo que quero
eternizar....
Me beija, te dou colo e pra você eu farei o que um homem deve fazer...
Eu nunca fui pobre.
Já estive sem dinheiro, mas nunca sem visão.
Pobreza não começa na conta bancária,
começa na mente.
Estar sem recursos é uma fase.
Pensar pequeno é uma escolha.
Dinheiro é circunstância.
Mentalidade é destino.
Evans Araújo
