Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Um homem jamais deve pensar em parar no tempo
Por que se ele parar no tempo ele vai se perder na vida.
Você sente quando já passou do tempo de estar aqui, que está insistindo contra todas as circunstâncias, quando deve simplesmente pular...
Um ser com atitudes evolutivasde estatura pequenina,
é ao mesmo tempo, um ser grande no seu modo de pensar!
O tempo pode causar percepções distorcidas. Nem tudo que, em determinado momento, parece que vai acontecer, de fato acontecerá
O tempo que você desperdiçou nas últimas vinte e quatro horas no seu celular poderia ser melhor aproveitada se, ao menos, metade desse tempo fosse lendo um livro.
DEUS É BOM O TEMPO TODO
Nos lixões, nos processos que envolvem famílias e suas crianças, na separação do que será encaminhado a reciclagem, distantes dos que dormem em lençóis lindamente estampados; por realidade a vida se murmura insalubre e frágil, mas se agiganta num chamado adjacente, laurel de mudanças em curto ou médio prazo;
conhecido como escola onde a presença das
lixeiras coloridas de coleta seletiva, sinaliza novo mundo, lição e aprendizado.
Quem diria numa lixeira, o planeta mudando e o futuro sendo semeado.
DEUS É BOM O TEMPO TODO
A s palavras difíceis contidas no Evangelho
me levam ao Google para saber o significado.
Assim foi com a palavra beneficência,
dado a minha dificuldade em doar,
em fazer caridade, não entendia, repetia qual papagaio e durante alguns anos me pareceu sem clareza, envolvida em mistério
complicado.
Com o tempo a gente vai deixando tudo
Vai deixando de amar,
Vai deixando de gostar,
Vai deixar de elogiar e admirar
A gente vai deixando e se afastando
A gente tira o nome do contato de amor,
A gente põe só o nome e quando ver só tem o número e nada mais
A gente vai deixando sabe?
O tempo da infância é o presente.
A infância é uma forma de se relacionar com o tempo: para invertê-lo e se tornar mais jovem com seu passar e para se relacionar com o futuro como algo sempre aberto, como algo que não nos faz.
"Reflexos de Eternidade"
Num recanto esquecido pelo tempo e pela pressa do mundo eufórico, erguia-se um campo vasto, bordado de verde e salpicado pelas cores vibrantes das flores silvestres. O sol, um gigante incandescente, elevava-se preguiçosamente acima da linha dos montes distantes, despejando luz e calor sobre a terra, que exalava o aroma doce de terra molhada misturado ao perfume intenso do jasmim e da lavanda.
Naquele lugar, as manhãs começavam com o concerto dos pássaros, cujas canções teciam uma melodia que parecia celebrar a própria essência da vida. O vento, um visitante constante, soprava através das árvores, sussurrando segredos antigos para quem quisesse ouvir. Ele percorria o campo, agitando a grama alta, criando ondas num mar verde que se estendia até onde a vista alcançava. No centro desse paraíso esmeralda, uma figura solitária caminhava com a tranquilidade de quem não tem destino ou pressa. A cada passo, os pensamentos flutuavam tão livres quanto as borboletas que, vez ou outra, acompanhavam seu trajeto. Era um ritual diário, um momento de comunhão com a natureza, onde cada respiração parecia limpar as preocupações acumuladas e cada brisa trazia renovação. Nesse caminhar meditativo, a figura parava frequentemente para admirar pequenos milagres: o orvalho sobre a teia de aranha transformando-a em colar de diamantes, o voo rasante de um falcão que partia em busca de sua presa, o jogo de luz e sombra criado pelas nuvens que corriam livres no céu. Era como uma nuvem num céu de verão: leve, passageira e repleta de formas. Mas somente seu coração conseguia interpretar.
Certa manhã, enquanto percorria esse caminho de introspecção, um velho carvalho chamou sua atenção. Majestoso, resistia ao tempo com a dignidade dos que sabem suas raízes profundamente ancoradas no solo fértil da história e da experiência. Sob sua copa, a luz do sol filtrava-se, desenhando padrões dourados no chão. Sentando-se sob essa cúpula natural, a figura deixava-se envolver pela sensação de eternidade que o lugar evocava. Foi então que, entre a luz e as sombras, um pequeno ser alado chamou sua atenção. Uma libélula, com asas que pareciam feitas de vidro e reflexos metálicos, pousou suavemente ao seu lado. Havia algo de mágico naquela presença, um lembrete de que a vida, em todas as suas formas, é um mosaico de momentos, cada um contendo sua própria beleza e singularidade. Ao cair da tarde, quando o sol começava sua descida para além dos montes, pintando o céu de tons ardentes de laranja e vermelho, a figura levantava-se e retomava seu caminho de volta para a casa, onde o fogo já estaria crepitando na lareira e uma caneca de chá fumegante aguardava. No silêncio confortável da cozinha, enquanto a noite revelava sua exuberante pintura estrelada no céu, refletia sobre o dia e sobre as lições sussurradas pelo vento e pelo voo da libélula.
Naquele campo, longe do turbilhão da vida urbana, cada dia era uma nova oportunidade de entender que a existência, com todas as suas reviravoltas e revelações, não precisava ser mais do que isso: simples, pura e profundamente conectada com o mundo natural. E nessa simplicidade, encontrava uma paz que nenhum outro lugar no mundo poderia oferecer.
tempo belo o da primavera, com força as nossas primaveras deram flor e fruto, pena quando a nossa voz já vai tão longe e o nosso olhar se perde no entardecer...
DEUS É BOM O TEMPO TODO
Só sinto Deus quando me permito.
Afogada vez e outra em orgulho e egoísmo cores vivas do materialismo.
